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Notícias
01
abr
2013
(GERAL)
Brasil e China trocam experiências sobre inventários florestais
Conhecer como o país faz o levantamento de suas florestas e como funciona o Inventário Florestal Nacional (IFN) foi o objetivo de uma visita realizada por 20 especialistas da Academia Chinesa de Inventário Florestal e Planejamento ao Serviço Florestal Brasileiro (SFB) .
Os dois países estão entre aqueles com as maiores áreas florestais do mundo e têm em comum o desafio de gerar informações sobre esses recursos para melhor geri-los. O Brasil tem a segunda maior área florestal do globo, com mais de 500 milhões de hectares, e a China, a quinta, com mais de 200 milhões de hectares.
O grupo assistiu a uma apresentação sobre os principais aspectos do IFN, como o levantamento por meio de 20 mil pontos dispostos, sistematicamente, sobre o território, ao qual estão associadas entrevistas para saber como a população rural utiliza os recursos florestais. Também foi mostrado o arranjo institucional, que envolve parcerias com universidades e órgãos regionais e locais de governo.
O encontro foi ainda uma oportunidade para o SFB conhecer o inventário florestal chinês, que já foi realizado oito vezes, e também é periódico, como o IFN brasileiro. Lá, o inventário avalia 160 itens e engloba, além do monitoramento da floresta, o dos animais silvestres, dos incêndios, acompanha a ocupação das terras florestais e os projetos de reflorestamento.
A quantidade de parcelas fixas para o levantamento florestal chega a 415 mil, apesar de serem pequenas se comparadas ao modelo brasileiro, e os dados coletados em campo são inseridos diretamente em um programa específico para receber essas informações. Quando há áreas inacessíveis às equipes, o monitoramento é feito por imagens de satélite
Segundo o vice-diretor da Academia Chinesa de Inventário Florestal e Planejamento, Xia Chaozong, o inventário fundamenta a definição de políticas florestais no país e impacta diretamente na realização do plano quinquenal de florestas chinês. Os dados, inclusive, servem de parâmetro para avaliar o desempenho dos governos locais. “Se as florestas aumentam, eles estão indo bem; se diminuem, estão indo mal”, afirma.
A comitiva fica no Brasil até o dia 1º de abril e cumpre uma agenda que inclui visitas ao Ibama, em Brasília (DF), ao Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), em Belém (PA), e ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus (AM).
Os dois países estão entre aqueles com as maiores áreas florestais do mundo e têm em comum o desafio de gerar informações sobre esses recursos para melhor geri-los. O Brasil tem a segunda maior área florestal do globo, com mais de 500 milhões de hectares, e a China, a quinta, com mais de 200 milhões de hectares.
O grupo assistiu a uma apresentação sobre os principais aspectos do IFN, como o levantamento por meio de 20 mil pontos dispostos, sistematicamente, sobre o território, ao qual estão associadas entrevistas para saber como a população rural utiliza os recursos florestais. Também foi mostrado o arranjo institucional, que envolve parcerias com universidades e órgãos regionais e locais de governo.
O encontro foi ainda uma oportunidade para o SFB conhecer o inventário florestal chinês, que já foi realizado oito vezes, e também é periódico, como o IFN brasileiro. Lá, o inventário avalia 160 itens e engloba, além do monitoramento da floresta, o dos animais silvestres, dos incêndios, acompanha a ocupação das terras florestais e os projetos de reflorestamento.
A quantidade de parcelas fixas para o levantamento florestal chega a 415 mil, apesar de serem pequenas se comparadas ao modelo brasileiro, e os dados coletados em campo são inseridos diretamente em um programa específico para receber essas informações. Quando há áreas inacessíveis às equipes, o monitoramento é feito por imagens de satélite
Segundo o vice-diretor da Academia Chinesa de Inventário Florestal e Planejamento, Xia Chaozong, o inventário fundamenta a definição de políticas florestais no país e impacta diretamente na realização do plano quinquenal de florestas chinês. Os dados, inclusive, servem de parâmetro para avaliar o desempenho dos governos locais. “Se as florestas aumentam, eles estão indo bem; se diminuem, estão indo mal”, afirma.
A comitiva fica no Brasil até o dia 1º de abril e cumpre uma agenda que inclui visitas ao Ibama, em Brasília (DF), ao Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), em Belém (PA), e ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus (AM).
Fonte: JB
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