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Notícias
01
abr
2013
(GERAL)
Plano de Desenvolvimento Florestal é tema de discussão na Famato
A técnica da Famato, Karine Machado explicou que a cadeia florestal é uma das prioridades do planejamento estratégico de 2013, com a proposta de fomentar a cadeia produtiva com o desenvolvimento do diagnóstico florestal.
O diretor executivo do Cipem, Álvaro Leite destacou que a Famato precisa conhecer a proposta do Plano de Desenvolvimento Florestal (DPF). “Precisamos fazer uma parceria na elaboração do PDF que já está na fase de desenvolvimento, para compor um trabalho forte, somando conhecimento, recursos humanos e financeiros”.
O presidente da Arefloresta, Fausto Takizawa, pontuou que é necessário identificar quais os autores do mercado e em qual valor os produtos estão sendo comercializados. “O mercado doméstico começou a procurar teca, como marcenarias, mas não conseguimos identificar qual o mercado que está comprando o produto, para que possamos desenvolver a atividade econômica da floresta plantada”.
Segundo o representante da Sicme, José Juarez Pereira de Faria, a Famato poderá trabalhar em parceria com foco nos produtores rurais, identificando os munícipios em que estão concentradas as reservas legais com potencial de exploração da madeira, espaçamento, idade do plantio, assim criando subsídios e fortalecendo o PDF.
“Mato Grosso se diferencia dos outros estados que já desenvolveram o PDF, por ser um Estado potencial florestal enorme com dois aspectos importantes a floresta nativa e plantada”, concluiu Farias.
O superintendente do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Lemos, pontuou que a Famato precisa entender o PDF e buscar ações complementares e produzir um material que atenda a demanda do Estado.
O diretor executivo do Cipem, Álvaro Leite destacou que a Famato precisa conhecer a proposta do Plano de Desenvolvimento Florestal (DPF). “Precisamos fazer uma parceria na elaboração do PDF que já está na fase de desenvolvimento, para compor um trabalho forte, somando conhecimento, recursos humanos e financeiros”.
O presidente da Arefloresta, Fausto Takizawa, pontuou que é necessário identificar quais os autores do mercado e em qual valor os produtos estão sendo comercializados. “O mercado doméstico começou a procurar teca, como marcenarias, mas não conseguimos identificar qual o mercado que está comprando o produto, para que possamos desenvolver a atividade econômica da floresta plantada”.
Segundo o representante da Sicme, José Juarez Pereira de Faria, a Famato poderá trabalhar em parceria com foco nos produtores rurais, identificando os munícipios em que estão concentradas as reservas legais com potencial de exploração da madeira, espaçamento, idade do plantio, assim criando subsídios e fortalecendo o PDF.
“Mato Grosso se diferencia dos outros estados que já desenvolveram o PDF, por ser um Estado potencial florestal enorme com dois aspectos importantes a floresta nativa e plantada”, concluiu Farias.
O superintendente do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Lemos, pontuou que a Famato precisa entender o PDF e buscar ações complementares e produzir um material que atenda a demanda do Estado.
Fonte: ASSESSORIA CIPEM-MT
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