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Notícias
29
mar
2013
(CERTIFICAÇÃO)
Portas de madeira serão certificadas ainda no primeiro semestre de 2013
A partir de junho, o mercado poderá contar com as primeiras portas de madeiras certificadas do Brasil. Essa é a previsão do diretor de relações com o mercado da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), Caetano Balvedi Neto.
O assunto foi discutido no dia 21 de março, em reunião entre os associados da Abimci. No encontro, foram apresentados os avanços e o plano de mercado do Programa Setorial da Qualidade para Portas Internas de Madeira (PSQ/PIM) da Associação.
Até o momento, 14 das principais indústrias brasileiras de portas de madeira, que representam 70% do mercado, já aderiram ao programa. O PSQ/PIM tem como objetivo certificar as portas de madeira de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigor desde dezembro de 2011.
Durante o encontro dos empresários, em Curitiba (PR), foi apresentado também o regulamento com os procedimentos necessários para a certificação pelo programa. Segundo Balvedi Neto, o selo trará muitas vantagens para o mercado e para as empresas. “Com ele, além de o mercado reconhecer que o produto atende às normas técnicas, os fabricantes poderão implantar melhorias nos seus processos industriais”, avalia.
Entre as várias vantagens do PSQ/PIM apresentadas na reunião está a rastreabilidade do produto. Esse ponto tem como objetivo rastrear e identificar as causas de possíveis falhas em portas de madeira. “Se algo der errado no produto isso deve ser identificado, descartando se o problema foi com o fabricante ou com o insumo usado no produto, por exemplo”, explica o gerente técnico do Programa, Roberto Pimentel Lopes.
Ele afirma também que a certificação gera uma melhora contínua na gestão da qualidade das empresas e possibilita acesso a novos mercados, maior competitividade e valorização da marca. “E, no fim, garante a isonomia competitiva do setor”, completou. Entre os parceiros do programa está a ABNT, que será a certificadora e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo, responsável por parte dos testes realizados com as amostras. Ainda de acordo com Pimentel, diversas ações de comunicação pretendem fortalecer o posicionamento do PSQ/PIM perante o mercado. “A certificação é uma acreditação. Então, temos que mostrar o posicionamento do nosso produto, as vantagens de participar do programa e também os malefícios de se estar fora dele”, explica.
O assunto foi discutido no dia 21 de março, em reunião entre os associados da Abimci. No encontro, foram apresentados os avanços e o plano de mercado do Programa Setorial da Qualidade para Portas Internas de Madeira (PSQ/PIM) da Associação.
Até o momento, 14 das principais indústrias brasileiras de portas de madeira, que representam 70% do mercado, já aderiram ao programa. O PSQ/PIM tem como objetivo certificar as portas de madeira de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigor desde dezembro de 2011.
Durante o encontro dos empresários, em Curitiba (PR), foi apresentado também o regulamento com os procedimentos necessários para a certificação pelo programa. Segundo Balvedi Neto, o selo trará muitas vantagens para o mercado e para as empresas. “Com ele, além de o mercado reconhecer que o produto atende às normas técnicas, os fabricantes poderão implantar melhorias nos seus processos industriais”, avalia.
Entre as várias vantagens do PSQ/PIM apresentadas na reunião está a rastreabilidade do produto. Esse ponto tem como objetivo rastrear e identificar as causas de possíveis falhas em portas de madeira. “Se algo der errado no produto isso deve ser identificado, descartando se o problema foi com o fabricante ou com o insumo usado no produto, por exemplo”, explica o gerente técnico do Programa, Roberto Pimentel Lopes.
Ele afirma também que a certificação gera uma melhora contínua na gestão da qualidade das empresas e possibilita acesso a novos mercados, maior competitividade e valorização da marca. “E, no fim, garante a isonomia competitiva do setor”, completou. Entre os parceiros do programa está a ABNT, que será a certificadora e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo, responsável por parte dos testes realizados com as amostras. Ainda de acordo com Pimentel, diversas ações de comunicação pretendem fortalecer o posicionamento do PSQ/PIM perante o mercado. “A certificação é uma acreditação. Então, temos que mostrar o posicionamento do nosso produto, as vantagens de participar do programa e também os malefícios de se estar fora dele”, explica.
Fonte: Interact
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