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Notícias
27
mar
2013
(GERAL)
Desenvolvimento do mercado de produtos florestais não madeireiros (PFNM) no Brasil
De acordo com o Banco Mundial, a vegetação nativa tem contribuído para a subsistência de milhões de pessoas que se encontram na linha de pobreza em todo o mundo (SCHROEDER-WILDBERG & CARIUS, 2003). Dentre elas, cerca de 500 milhões dependem dos produtos florestais não madeireiros (PFNM) como componentes essenciais para seus sustentos.
No Brasil, a extração dos principais PFNM em florestas naturais e plantadas foi de 765.574 toneladas em 2007, chegando no ano de 2011 a 895.606 toneladas, como mostra a Figura 01. Dentre estes produtos, os mais conhecidos são erva-mate, açaí, castanha de caju, pinhão, látex, amêndoa de babaçu, piaçava, resina de pinus, folha de eucalipto, dentre outros.
Alguns produtos não madeireiros tiveram considerável aumento na quantidade produzida entre 2007 e 2011, correspondendo à aproximadamente 99% para o açaí, 64% para o pinhão e 31% para o pequi .
Além de esses produtos serem parte expressiva da base da economia brasileira, eles podem auxiliar também na conservação dos últimos remanescentes florestais. A erva-mate, por exemplo, é cultivada em 160 mil propriedades no sul do país e sua produção geram cerca de 700 mil empregos (equivalente ao da indústria automobilística atualmente). A piaçava também é responsável pelo emprego de grande número de pessoas e é considerada ótima na recuperação de áreas degradadas.
Porém o Banco Mundial, um dos maiores financiadores de projetos extrativistas no mundo, relata em um relatório que as atividades extrativistas não deveriam ser o objetivo final dos projetos, mas sim um meio de sobrevivência enquanto se organizam para uma atividade econômica capaz de produzir mais riqueza. Em outras palavras, na maioria dos programas extrativistas financiados pelo banco, os moradores das reservas garantiram o mínimo para sobreviver, mas não conseguiram melhorar de vida.
Percebe-se assim, a necessidade de organizar e impulsionar o setor de PFNM, tornando-o uma atividade primária na propriedade. Mas, como fazê-lo?
Para ler o texto completo, clique aqui.
No Brasil, a extração dos principais PFNM em florestas naturais e plantadas foi de 765.574 toneladas em 2007, chegando no ano de 2011 a 895.606 toneladas, como mostra a Figura 01. Dentre estes produtos, os mais conhecidos são erva-mate, açaí, castanha de caju, pinhão, látex, amêndoa de babaçu, piaçava, resina de pinus, folha de eucalipto, dentre outros.
Alguns produtos não madeireiros tiveram considerável aumento na quantidade produzida entre 2007 e 2011, correspondendo à aproximadamente 99% para o açaí, 64% para o pinhão e 31% para o pequi .
Além de esses produtos serem parte expressiva da base da economia brasileira, eles podem auxiliar também na conservação dos últimos remanescentes florestais. A erva-mate, por exemplo, é cultivada em 160 mil propriedades no sul do país e sua produção geram cerca de 700 mil empregos (equivalente ao da indústria automobilística atualmente). A piaçava também é responsável pelo emprego de grande número de pessoas e é considerada ótima na recuperação de áreas degradadas.
Porém o Banco Mundial, um dos maiores financiadores de projetos extrativistas no mundo, relata em um relatório que as atividades extrativistas não deveriam ser o objetivo final dos projetos, mas sim um meio de sobrevivência enquanto se organizam para uma atividade econômica capaz de produzir mais riqueza. Em outras palavras, na maioria dos programas extrativistas financiados pelo banco, os moradores das reservas garantiram o mínimo para sobreviver, mas não conseguiram melhorar de vida.
Percebe-se assim, a necessidade de organizar e impulsionar o setor de PFNM, tornando-o uma atividade primária na propriedade. Mas, como fazê-lo?
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Fonte: CIFlorestas
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