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Notícias
23
mar
2013
(GERAL)
Faber Castell se volta para pesquisa em pinus
A unidade da Faber Castell no município de Prata, no interior de Minas Gerais, saiu de uma condição de prejuízo de R$ 3 milhões em produtos florestais, para um faturamento de R$ 20 milhões. O motivo: investimento em pesquisas com pinus, precisamente na área de adubação.
Segundo o gerente florestal da Faber Castell na cidade de Prata, Marcelo Langer, apesar de o investimento ter sido numa área pequena – de apenas 9,5 mil hectares, dos quais 3 mil foram mantidos para a preservação – os resultados são excelentes.
“Desenvolvemos uma adubação que nos permitiu ter uma floresta de apenas sete anos em melhores condições do que uma de 23 anos, na qual usamos uma adubação convencional”, disse Langer, durante palestra no 6º Timberland Investing Latin America Summit.
A empresa de origem alemã, cujas atividades no mundo iniciaram-se em 1761, tem hoje material de sobra para produzir lápis para todo o País. Atrelado aos investimentos em adubação, pesquisas foram feitas na área de melhoramento genético e hoje, no interior de Minas Gerais, o pinus tem um crescimento 30% mais acelerado.
De acordo com Marcelo Langer, a equipe de biólogos da empresa está realizando pesquisas com novas espécies – tanto nativas, quanto exóticas. “Estamos, sim, buscando novas espécies e as pesquisas levam oito meses, em média, para obter-se o resultado. Na região, conseguimos atrair empresas que também utilizam nossa madeira, com seis serrarias e mais três empresas que fabricam outros subprodutos. Temos madeira suficiente para a nossa indústria”, detalhou Langer.
Segundo o gerente florestal da Faber Castell na cidade de Prata, Marcelo Langer, apesar de o investimento ter sido numa área pequena – de apenas 9,5 mil hectares, dos quais 3 mil foram mantidos para a preservação – os resultados são excelentes.
“Desenvolvemos uma adubação que nos permitiu ter uma floresta de apenas sete anos em melhores condições do que uma de 23 anos, na qual usamos uma adubação convencional”, disse Langer, durante palestra no 6º Timberland Investing Latin America Summit.
A empresa de origem alemã, cujas atividades no mundo iniciaram-se em 1761, tem hoje material de sobra para produzir lápis para todo o País. Atrelado aos investimentos em adubação, pesquisas foram feitas na área de melhoramento genético e hoje, no interior de Minas Gerais, o pinus tem um crescimento 30% mais acelerado.
De acordo com Marcelo Langer, a equipe de biólogos da empresa está realizando pesquisas com novas espécies – tanto nativas, quanto exóticas. “Estamos, sim, buscando novas espécies e as pesquisas levam oito meses, em média, para obter-se o resultado. Na região, conseguimos atrair empresas que também utilizam nossa madeira, com seis serrarias e mais três empresas que fabricam outros subprodutos. Temos madeira suficiente para a nossa indústria”, detalhou Langer.
Fonte: Painel Florestal - Elias Luz
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