Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Mercado de Carbono deve gerar US$ 3 bi
O mercado mundial de sequestro de gases de efeito estufa deverá gerar negócios no valor de US$ 3 bilhões em 2005. O potencial do Brasil nesse mercado é de US$ 1 bilhão. A estimativa é do diretor da ICF Consulting — uma das maiores consultorias internacionais do setor — Craig Ebert, que participou ontem, no Rio, do Congresso da Associação Regional de Empresas de Petróleo e Gás Natural da América Latina e Caribe (Arpel).
Ebert acredita que o maior potencial de crescimento de negócios com sequestro de carbono está em operações entre empresas, através da negociação de certificados de emissão reduzidas (CERs) de carbono. Até maio deste ano, os bancos e as instituições multilaterais já acumularam carteira de U$ 600 milhões em certificados de carbono. No mercado entre empresas, esses títulos chegam a ser cotados a US$ 10 por tonelada, muito acima, portanto, do US$ 1 por tonelada que já são atingidos na Bolsa de Chicago — que já realiza negócios com o papel.
Em palestra ontem para representantes do setor siderúrgico, o executivo da ICF Consulting disse que diferentes modalidades de negócios envolvem o mercado de sequestro de carbono. Por exemplo: uma indústria situada no Brasil poderá desenvolver projetos de tecnologia limpa bancáveis por empresa localizada em país industrializado. Esta última, por sua vez, terá acumulado créditos de carbono, a serem comercializados no mercado.
No entender de Ebert, as empresas do setor siderúrgico têm grande potencial de negócios no mercado de sequestro de carbono, principalmente no segmento de projetos de geração de energia a partir de resíduos e de combustíveis limpos. Ebert lembrou que 124 países já assinaram o Protocolo de Quioto, com representação equivalente a 43% das emissões de carbono do Planeta.
Com a esperada adesão da Rússia, esse percentual subirá para 61% do total das emissões globais, muito acima dos 55% mínimos exigidos para a plena vigência do Protocolo. Ao contrário dos países em desenvolvimento, os países industrializados têm que cumprir metas de redução na emissão de gases de efeito estufa, segundo Quioto.
Ele acredita que a Rússia ratificará o protocolo, pois “poderá ganhar muito dinheiro com esse mercado”, diz Ebert, observando que, em função da queda do ritmo atividade da economia russa, o país já teve reduzido seu nível de emissão de gases poluentes. Admitiu, porém, que no caso de George W. Bush ser reeleito, os Estados Unidos não assinarão o Protocolo de Quioto.
Fonte: Celulose Online – 23/09/2004
Ebert acredita que o maior potencial de crescimento de negócios com sequestro de carbono está em operações entre empresas, através da negociação de certificados de emissão reduzidas (CERs) de carbono. Até maio deste ano, os bancos e as instituições multilaterais já acumularam carteira de U$ 600 milhões em certificados de carbono. No mercado entre empresas, esses títulos chegam a ser cotados a US$ 10 por tonelada, muito acima, portanto, do US$ 1 por tonelada que já são atingidos na Bolsa de Chicago — que já realiza negócios com o papel.
Em palestra ontem para representantes do setor siderúrgico, o executivo da ICF Consulting disse que diferentes modalidades de negócios envolvem o mercado de sequestro de carbono. Por exemplo: uma indústria situada no Brasil poderá desenvolver projetos de tecnologia limpa bancáveis por empresa localizada em país industrializado. Esta última, por sua vez, terá acumulado créditos de carbono, a serem comercializados no mercado.
No entender de Ebert, as empresas do setor siderúrgico têm grande potencial de negócios no mercado de sequestro de carbono, principalmente no segmento de projetos de geração de energia a partir de resíduos e de combustíveis limpos. Ebert lembrou que 124 países já assinaram o Protocolo de Quioto, com representação equivalente a 43% das emissões de carbono do Planeta.
Com a esperada adesão da Rússia, esse percentual subirá para 61% do total das emissões globais, muito acima dos 55% mínimos exigidos para a plena vigência do Protocolo. Ao contrário dos países em desenvolvimento, os países industrializados têm que cumprir metas de redução na emissão de gases de efeito estufa, segundo Quioto.
Ele acredita que a Rússia ratificará o protocolo, pois “poderá ganhar muito dinheiro com esse mercado”, diz Ebert, observando que, em função da queda do ritmo atividade da economia russa, o país já teve reduzido seu nível de emissão de gases poluentes. Admitiu, porém, que no caso de George W. Bush ser reeleito, os Estados Unidos não assinarão o Protocolo de Quioto.
Fonte: Celulose Online – 23/09/2004
Fonte:
Notícias em destaque
Temos madeira para tanta demanda?
O setor florestal brasileiro continua crescendo. Novas indústrias são instaladas, outras ampliam suas capacidades de...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Congresso Moveleiro 2026 debate gestão do luxo e valorização de marcas com Carlos Ferreirinha
Com inscrições gratuitas, evento acontece em 4 e 5 de novembro, em Curitiba, e aborda experiência do consumidor,...
(EVENTOS)
Como surgiu a Engenharia Florestal
Você já parou para pensar por que surgiu a Engenharia Florestal? Por que foi necessário criar uma formação...
(OPINIÃO)
Exportações de móveis recuam em agosto, mas avanço fora dos EUA revela maior diversificação de mercados
Embarques somam US$ 471,9 milhões entre janeiro e agosto; queda de 39,9% nas vendas aos Estados Unidos pressiona resultado, enquanto demais...
(EXPORTAÇÃO)
Reflorestar abre vagas no setor florestal em Itararé e Lençóis Paulista; veja como se candidatar
A Reflorestar Soluções Florestais está com vagas de emprego em Itararé e Lençóis Paulista, no interior...
(GERAL)
Como aumentar a produtividade do pinus no campo
A produtividade do pinus não é definida apenas no momento da colheita. Ela começa na escolha do material genético,...
(MADEIRA E PRODUTOS)














