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Notícias
18
mar
2013
(GERAL)
Engessado, Mato Grosso está perdendo o bonde da história no setor florestal
O presidente do Sindicato das Indústrias de Base Florestal (Sindiflora), Fernando Zafonato, afirmou nesta sexta-feira, 15, que Mato Grosso “está perdendo o bonde da história”. Segundo ele, hoje no Paraná 20% da receita é proveniente do segmento de floresta. “Mato Grosso, com um potencial enorme, mas sem um norte no sentido de desenvolvimento da economia florestal, precisa modernizar a legislação estadual para adequar-se ao novo Código Ambiental” – disse.
“A iniciativa privada só quer trabalhar contribuindo para o desenvolvimento do Estado de forma ordenada. Hoje, os empresários do segmento florestal trabalham com a silvicultura, mas é necessário que o governo se prepare para o atual desenvolvimento florestal” - afirmou Zafonato.
A superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Silvia Fernandes, informou que a entidade irá apresentar o projeto de reestruturação da Legislação Ambiental do Estado de Mato Grosso. O estudo foi produzido em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e outras entidades e que já passou pela avaliação do Ministério Público Estadual.
De acordo com o técnico da Sicme, José Juarez Pereira de Faria, o papel do Estado é dar condições para o cidadão desenvolver uma atividade econômica. “A exemplo, do setor de base florestal que tem um potencial enorme e pode contribuir para o fim da desigualdade regional e social”.
“Com as mudanças rápidas na conjuntura da economia, fica inviável a geração de novas indústrias com a atual Legislação por não ser de desenvolvimento, mas sim, repressiva. O controle é importante, mas é necessário que haja uma harmonia com o desenvolvimento. Vamos trabalhar com a criação de subsídios legais para conseguirmos uma legislação que dê condições de desenvolver a economia florestal com foco no controle”, afirmou Faria.
Faria será o responsável pelo desenvolvimento dos trabalhos do grupo, composto, além do Cipem, ainda pelas entidades: Sedraf, Copromab, Arefloresta, Empaer, Famato e APL do Portal da Amazônia.
“A iniciativa privada só quer trabalhar contribuindo para o desenvolvimento do Estado de forma ordenada. Hoje, os empresários do segmento florestal trabalham com a silvicultura, mas é necessário que o governo se prepare para o atual desenvolvimento florestal” - afirmou Zafonato.
A superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Silvia Fernandes, informou que a entidade irá apresentar o projeto de reestruturação da Legislação Ambiental do Estado de Mato Grosso. O estudo foi produzido em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e outras entidades e que já passou pela avaliação do Ministério Público Estadual.
De acordo com o técnico da Sicme, José Juarez Pereira de Faria, o papel do Estado é dar condições para o cidadão desenvolver uma atividade econômica. “A exemplo, do setor de base florestal que tem um potencial enorme e pode contribuir para o fim da desigualdade regional e social”.
“Com as mudanças rápidas na conjuntura da economia, fica inviável a geração de novas indústrias com a atual Legislação por não ser de desenvolvimento, mas sim, repressiva. O controle é importante, mas é necessário que haja uma harmonia com o desenvolvimento. Vamos trabalhar com a criação de subsídios legais para conseguirmos uma legislação que dê condições de desenvolver a economia florestal com foco no controle”, afirmou Faria.
Faria será o responsável pelo desenvolvimento dos trabalhos do grupo, composto, além do Cipem, ainda pelas entidades: Sedraf, Copromab, Arefloresta, Empaer, Famato e APL do Portal da Amazônia.
Fonte: 24horasnews
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