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Notícias
13
mar
2013
(MÓVEIS)
Indústria moveleira espera crescer 5%
A indústria moveleira nacional vai crescer perto de 5% em 2013, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel). Segundo o presidente da entidade, Daniel Lutz, o setor acredita em um ano de recuperação. "Em 2012, superamos um pouco o crescimento do PIB brasileiro (de 0,9%). Foi um ano difícil para o setor de exportação, mas de alguma recuperação no mercado interno, graças a políticas de incentivo como o Plano Brasil Maior", afirma Lutz, referindo-se a um dos programas oficiais de desoneração da folha de pagamento. "Para 2013, acreditamos em uma recuperação maior, em torno de 5% de crescimento", diz ele.
Dados da Abimóvel revelam que no ano passado a produção industrial de móveis fechou com alta de 0,7% e, embora o faturamento tenha recuado fortemente em dezembro, com 9,5% negativos, acumulou no ano uma alta de 7%. A geração de emprego ficou na contramão da produtividade: segundo os índices da Abimóvel, o pessoal ocupado na indústria de móveis teve, em 2012, queda de 7,7%, enquanto a produtividade acumulou forte alta de 18,7%.
Números do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) mostram déficit na balança comercial. Em janeiro deste ano, a indústria nacional exportou US$ 44,6 milhões - queda de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado - enquanto as importações atingiram US$ 72 milhões, alta de 42% sobre janeiro de 2012.
Varejo
Segundo o IEMI, o volume de vendas de móveis e eletrodomésticos cresceu 13% no acumulado de 12 meses em 2012, levando-se em consideração os dados levantados até novembro de 2012. Em termos de valores, o crescimento, no mesmo período, foi de 9,1%. Em 2012, o varejo apresentou crescimento de 4,5% em peças e 8% em faturamento. Na previsão para 2013, os produtos devem chegar aos 6,8% e a 9,7% em faturamento.
O relatório ainda prevê uma produção do setor moveleiro com crescimento de 5,5%. O monitoramento do IEMI prevê a estabilidade do setor em 2013 com base nas crescentes exportações para novos destinos, nas importações de complementos, com o surgimento de lojas multimarcas especializadas, nas pesquisas de varejo, com o auxílio da Internet e e-commerce e no crescente poder aquisitivo da classe média brasileira, responsável pela estimativa preliminar de R$ 31 bilhões de consumo interno em 2012.
Dados da Abimóvel revelam que no ano passado a produção industrial de móveis fechou com alta de 0,7% e, embora o faturamento tenha recuado fortemente em dezembro, com 9,5% negativos, acumulou no ano uma alta de 7%. A geração de emprego ficou na contramão da produtividade: segundo os índices da Abimóvel, o pessoal ocupado na indústria de móveis teve, em 2012, queda de 7,7%, enquanto a produtividade acumulou forte alta de 18,7%.
Números do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) mostram déficit na balança comercial. Em janeiro deste ano, a indústria nacional exportou US$ 44,6 milhões - queda de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado - enquanto as importações atingiram US$ 72 milhões, alta de 42% sobre janeiro de 2012.
Varejo
Segundo o IEMI, o volume de vendas de móveis e eletrodomésticos cresceu 13% no acumulado de 12 meses em 2012, levando-se em consideração os dados levantados até novembro de 2012. Em termos de valores, o crescimento, no mesmo período, foi de 9,1%. Em 2012, o varejo apresentou crescimento de 4,5% em peças e 8% em faturamento. Na previsão para 2013, os produtos devem chegar aos 6,8% e a 9,7% em faturamento.
O relatório ainda prevê uma produção do setor moveleiro com crescimento de 5,5%. O monitoramento do IEMI prevê a estabilidade do setor em 2013 com base nas crescentes exportações para novos destinos, nas importações de complementos, com o surgimento de lojas multimarcas especializadas, nas pesquisas de varejo, com o auxílio da Internet e e-commerce e no crescente poder aquisitivo da classe média brasileira, responsável pela estimativa preliminar de R$ 31 bilhões de consumo interno em 2012.
Fonte: CRCOM Comunicação
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