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Notícias
13
mar
2013
(DESMATAMENTO)
Área de proteção integral é melhor contra desmate
Um estudo publicado na revista “PNAS” indica que, na hora de evitar o desmatamento da Amazônia, áreas de proteção integral são mais eficazes do que as que permitem a exploração sustentável dos recursos naturais.
Nas áreas de proteção, não é permitido retirar qualquer recurso natural. Nas de exploração, é possível extrair itens como castanhas e óleos de árvores, por exemplo.
Em determinados contextos, quando as pressões de desmatamento são grandes, as reservas indígenas demarcadas também têm um bom resultado em evitar que a floresta seja derrubada.
A discussão sobre a melhor maneira de proteger a floresta tropical há muito tempo divide os ambientalistas.
Agora, um grupo de cientistas, com a participação de Britaldo Silveira Soares Filho, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), analisou dados de sensoriamento remoto de 292 áreas de preservação.
O estudo destaca que, embora todas as formas de proteção tenham contribuído para diminuir o desmatamento na Amazônia – que atingiu no ano passado sua menor taxa histórica -, a proteção integral ainda manteve mais floresta em pé.
Nas áreas de proteção, não é permitido retirar qualquer recurso natural. Nas de exploração, é possível extrair itens como castanhas e óleos de árvores, por exemplo.
Em determinados contextos, quando as pressões de desmatamento são grandes, as reservas indígenas demarcadas também têm um bom resultado em evitar que a floresta seja derrubada.
A discussão sobre a melhor maneira de proteger a floresta tropical há muito tempo divide os ambientalistas.
Agora, um grupo de cientistas, com a participação de Britaldo Silveira Soares Filho, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), analisou dados de sensoriamento remoto de 292 áreas de preservação.
O estudo destaca que, embora todas as formas de proteção tenham contribuído para diminuir o desmatamento na Amazônia – que atingiu no ano passado sua menor taxa histórica -, a proteção integral ainda manteve mais floresta em pé.
Fonte: Folha.com
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