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Notícias
12
mar
2013
(MADEIRA E PRODUTOS)
Soluções para a preservação ambiental e o aproveitamento da madeira
Através de equipamentos montados no espaço da Instituição na feira, o agricultor conheceu formas de agregar valor aos seus produtos.
Um serrador elétrico simples e de baixo custo foi uma das atrações da parcela. O equipamento possibilita o aproveitamento da madeira e da serragem, que poderá ser utilizada na suinocultura e na avicultura, para forrar as instalações dos animais. A variedade de eucalipto pinus é ideal para esse tipo de produção. “A ideia é que o agricultor industrialize a madeira e aumente o seu rendimento”, explica o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo e coordenador da parcela, Ilvandro Barreto de Melo, que também destaca o alto custo despendido para realizar o corte da madeira fora da propriedade. “Os gastos são 50% superiores, caso o produto tenha que ser retirado da propriedade para o processamento. Por isso, a ideia é o reaproveitamento, a industrialização e a agregação de valor na propriedade”, acrescenta.
A parcela ainda mostra o sistema agroflorestal da acácia negra e da erva-mate. A acácia é utilizada na produção de carvão vegetal e do estrato pirolenhoso – produto resultante da queima da madeira e que tem inúmeras utilidades na propriedade, como, por exemplo, diminuir o odor de dejetos de suínos. Os fornos são dotados de canos na parte externa, que reduzem 60% a emissão de substâncias tóxicas ao meio ambiente. Além disso, por permitirem uma queima mais lenta da madeira, os fornos obtêm um carvão de melhor qualidade.
A erva-mate também foi destaque pelas diferentes formas de utilização, seja no chimarrão, chás e cosméticos. Os visitantes puderam conferir alguns subprodutos da erva-mate, como, por exemplo, produtos de higiene, limpeza, cerveja, alimentos, sorvetes, balas e bolos. Barreto destacou o alto preço da erva-mate e a falta da matéria-prima. “A procura por mudas da planta é grande, mas nem por isso o agricultor deve se jogar e começar a plantação. Se isso acontecer, haverá um excesso de produção e o agricultor terá que arrancar o que foi plantado”, enfatiza.
A produção do mel no bosque de eucaliptos também foi apresentada aos visitantes na parcela “Florestas Comerciais”. De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, as abelhas utilizam as flores do eucalipto para a produção do mel.
Os visitantes puderam, ainda, degustar chá de erva-mate e o tradicional chimarrão, além de conferir o artesanato produzido com porongo e bambu-chinês.
Um serrador elétrico simples e de baixo custo foi uma das atrações da parcela. O equipamento possibilita o aproveitamento da madeira e da serragem, que poderá ser utilizada na suinocultura e na avicultura, para forrar as instalações dos animais. A variedade de eucalipto pinus é ideal para esse tipo de produção. “A ideia é que o agricultor industrialize a madeira e aumente o seu rendimento”, explica o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo e coordenador da parcela, Ilvandro Barreto de Melo, que também destaca o alto custo despendido para realizar o corte da madeira fora da propriedade. “Os gastos são 50% superiores, caso o produto tenha que ser retirado da propriedade para o processamento. Por isso, a ideia é o reaproveitamento, a industrialização e a agregação de valor na propriedade”, acrescenta.
A parcela ainda mostra o sistema agroflorestal da acácia negra e da erva-mate. A acácia é utilizada na produção de carvão vegetal e do estrato pirolenhoso – produto resultante da queima da madeira e que tem inúmeras utilidades na propriedade, como, por exemplo, diminuir o odor de dejetos de suínos. Os fornos são dotados de canos na parte externa, que reduzem 60% a emissão de substâncias tóxicas ao meio ambiente. Além disso, por permitirem uma queima mais lenta da madeira, os fornos obtêm um carvão de melhor qualidade.
A erva-mate também foi destaque pelas diferentes formas de utilização, seja no chimarrão, chás e cosméticos. Os visitantes puderam conferir alguns subprodutos da erva-mate, como, por exemplo, produtos de higiene, limpeza, cerveja, alimentos, sorvetes, balas e bolos. Barreto destacou o alto preço da erva-mate e a falta da matéria-prima. “A procura por mudas da planta é grande, mas nem por isso o agricultor deve se jogar e começar a plantação. Se isso acontecer, haverá um excesso de produção e o agricultor terá que arrancar o que foi plantado”, enfatiza.
A produção do mel no bosque de eucaliptos também foi apresentada aos visitantes na parcela “Florestas Comerciais”. De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, as abelhas utilizam as flores do eucalipto para a produção do mel.
Os visitantes puderam, ainda, degustar chá de erva-mate e o tradicional chimarrão, além de conferir o artesanato produzido com porongo e bambu-chinês.
Fonte: Agrolink
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