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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Experiências inovadoras ajudam a evitar incêndios florestais
Técnicos do Ministério do Meio Ambiente, do Ibama e representantes de organizações não-governamentais analisaram, no Ministério do Meio Ambiente, as experiências inovadoras de prevenção e controle de queimadas na Amazônia Brasileira, desenvolvidas pela sociedade civil.
O estudo desenvolvido pelo Projeto de Apoio ao Monitoramento e Análise do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7), avaliou quatro projetos pioneiros, na Amazônia, onde é grande a incidência de incêndios florestais.
Para o secretário de Biodiversidade e Florestas, João Paulo Capobianco, a análise das experiências inovadoras é fundamental para identificação de pontos fortes e fracos no combate ao fogo. "Essas ações podem ser transformadas em políticas públicas para ajudar a reverter a situação dramática da Amazônia".
O resumo dos estudos, segundo o secretário, será apresentado ao Grupo de Trabalho Interministerial coordenado pela Casa Civil que trabalha no Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal.
Apesar das iniciativas do governo e da sociedade civil, nos últimos dois anos aumentou a incidência de focos de incêndio na Amazônia, principalmente nos estados do Acre, Rondônia, Tocantins e Mato Grosso.
Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, o aumento das queimadas está associado ao avanço da pecuária e da expansão da fronteira agrícola.
Para minimizar o efeito do fogo na floresta, o governo já promoveu 300 cursos e distribuiu mais de 400 kits de queima controlada, além de fortalecer as brigadas de incêndio, com o treinamento de 1.500 pessoas, para atuar nas unidades de conservação.
As experiências analisadas foram o Projeto de Mobilização e Capacitação em Prevenção e Combate a Incêndios Florestais na Amazônia (Proteger), coordenado pelo Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e o Projeto Fogo: Amazônia Encontrando Soluções, coordenado pelo Instituto Centro de Vida (ICV). Os dois, segundo o coordenador dos estudops, Sérgio Sauer, se caracteriam por atuares regionalmente, promovendo grande mobilização social com trabalhos de conscientização e educação ambiental.
Já os projetos Reviver, executado pela Associação dos Trabalhadores Rurais do Vale do Corda (ATRVC) e Roça Sem Queimar, realizado pela Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP), implantaram sistemas agroflorestais que praticamente abandonam o uso do fogo e adotaram produções alternativas como a piscicultura e a apicultura.
Fonte: Ambiente Brasil – 22/09/2004
O estudo desenvolvido pelo Projeto de Apoio ao Monitoramento e Análise do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7), avaliou quatro projetos pioneiros, na Amazônia, onde é grande a incidência de incêndios florestais.
Para o secretário de Biodiversidade e Florestas, João Paulo Capobianco, a análise das experiências inovadoras é fundamental para identificação de pontos fortes e fracos no combate ao fogo. "Essas ações podem ser transformadas em políticas públicas para ajudar a reverter a situação dramática da Amazônia".
O resumo dos estudos, segundo o secretário, será apresentado ao Grupo de Trabalho Interministerial coordenado pela Casa Civil que trabalha no Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal.
Apesar das iniciativas do governo e da sociedade civil, nos últimos dois anos aumentou a incidência de focos de incêndio na Amazônia, principalmente nos estados do Acre, Rondônia, Tocantins e Mato Grosso.
Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, o aumento das queimadas está associado ao avanço da pecuária e da expansão da fronteira agrícola.
Para minimizar o efeito do fogo na floresta, o governo já promoveu 300 cursos e distribuiu mais de 400 kits de queima controlada, além de fortalecer as brigadas de incêndio, com o treinamento de 1.500 pessoas, para atuar nas unidades de conservação.
As experiências analisadas foram o Projeto de Mobilização e Capacitação em Prevenção e Combate a Incêndios Florestais na Amazônia (Proteger), coordenado pelo Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e o Projeto Fogo: Amazônia Encontrando Soluções, coordenado pelo Instituto Centro de Vida (ICV). Os dois, segundo o coordenador dos estudops, Sérgio Sauer, se caracteriam por atuares regionalmente, promovendo grande mobilização social com trabalhos de conscientização e educação ambiental.
Já os projetos Reviver, executado pela Associação dos Trabalhadores Rurais do Vale do Corda (ATRVC) e Roça Sem Queimar, realizado pela Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP), implantaram sistemas agroflorestais que praticamente abandonam o uso do fogo e adotaram produções alternativas como a piscicultura e a apicultura.
Fonte: Ambiente Brasil – 22/09/2004
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