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Notícias
08
mar
2013
(BIOENERGIA)
Demanda por carvão cresce 10 vezes mais que por energia renovável
O consumo mundial de energia aumentou 27% de 2000 até os dias atuais. A demanda por carvão cresceu dez vezes mais do que a de energias renováveis, na última década. Os números também são duas vezes maiores do que os referentes ao consumo de petróleo e três vezes maiores do que os de gás. Estes foram os dados divulgados na terça-feira, pelo Fórum Econômico Mundial, sobre o aumento do consumo global de combustíveis fósseis. Análises dos últimos 100 anos confirmam a crescente demanda de energia em mercados emergentes.
Segundo a pesquisa, o crescimento é fator de risco que poderá provocar um impacto global na próxima década. A pesquisa revela também que países desenvolvidos consumiram, no ano 2000, dois terços do total de petróleo produzido em larga escala.
Apesar da mobilização pelo investimento em fontes menos agressivas para o meio ambiente, a energia eólica, solar e outros recursos renováveis não hídricos fornecem apenas 1,6% da energia total do mundo. O relatório mostra, ainda, que o rápido acréscimo da demanda por carvão é resultado das altas taxas de crescimento econômico em países em desenvolvimento. O maior desafio global, atualmente, é satisfazer o rápido crescimento das necessidades energéticas nessas regiões.
Consumo do gás natural deve aumentar 50% até 2020 – Especialistas do Fórum Econômico Mundial relatam que, em 2012, a energia renovável rendeu cerca de 184 bilhões de dólares. Liderada pela energia eólica, a parcela de fontes renováveis não hídricas subiu de 1,4% em 2000 para 4% em 2011 no mix global de geração de energia. A Agência Internacional de Energia conta que o consumo do gás natural aumente em 50% até 2020, e estima-se que ele se torne cada vez mais importante no futuro.
A atuação do gás natural é diversificada, nas diferentes regiões. No Oriente Médio, por exemplo, o consumo é de 47%. Já na Ásia, os números caem para 10%. Independente das diferenças, a frequência com a qual o produto é utilizado triplicou nos últimos 30 anos em todo o mundo. De acordo com as estimativas da Agência internacional de Energia, a demanda deve duplicar até 2035.
Combustíveis fósseis como fonte de 87% da energia primária – Esse crescimento tem sido estimulado também pela combinação de pesquisa e desenvolvimento, inovação e políticas governamentais. Mandatos, subsídios e incentivos estão sendo destinados a promover a introdução das energias renováveis no mercado. Com base nesses dados, organizações políticas estão priorizando as fontes renováveis e de baixa concentração carbônica.
Porém 87% do abastecimento de energia primária mundial é por combustíveis fósseis, com 92% da participação da energia sendo nuclear. Entre os principais fatores de risco ambiental provocados pelo alto consumo de combustíveis fósseis estão a mudança do clima, escassez de água e envelhecimento acelerado de populações.
Pesquisadores mencionam que, no futuro, praticamente todo o consumo do petróleo e de outros combustíveis fósseis se concentrará nas nações emergentes, em função do aumento populacional, enquanto a demanda em nações desenvolvidas será estabilizada, podendo até mesmo apresentar declínio.
No Brasil, dados estatísticos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis mostram que o consumo geral de combustíveis em 2012 foi de 129,677 trilhões de litros. Isso representa um aumento de 6,1%, em relação aos 122,22 trilhões de litros no ano anterior.
Segundo a pesquisa, o crescimento é fator de risco que poderá provocar um impacto global na próxima década. A pesquisa revela também que países desenvolvidos consumiram, no ano 2000, dois terços do total de petróleo produzido em larga escala.
Apesar da mobilização pelo investimento em fontes menos agressivas para o meio ambiente, a energia eólica, solar e outros recursos renováveis não hídricos fornecem apenas 1,6% da energia total do mundo. O relatório mostra, ainda, que o rápido acréscimo da demanda por carvão é resultado das altas taxas de crescimento econômico em países em desenvolvimento. O maior desafio global, atualmente, é satisfazer o rápido crescimento das necessidades energéticas nessas regiões.
Consumo do gás natural deve aumentar 50% até 2020 – Especialistas do Fórum Econômico Mundial relatam que, em 2012, a energia renovável rendeu cerca de 184 bilhões de dólares. Liderada pela energia eólica, a parcela de fontes renováveis não hídricas subiu de 1,4% em 2000 para 4% em 2011 no mix global de geração de energia. A Agência Internacional de Energia conta que o consumo do gás natural aumente em 50% até 2020, e estima-se que ele se torne cada vez mais importante no futuro.
A atuação do gás natural é diversificada, nas diferentes regiões. No Oriente Médio, por exemplo, o consumo é de 47%. Já na Ásia, os números caem para 10%. Independente das diferenças, a frequência com a qual o produto é utilizado triplicou nos últimos 30 anos em todo o mundo. De acordo com as estimativas da Agência internacional de Energia, a demanda deve duplicar até 2035.
Combustíveis fósseis como fonte de 87% da energia primária – Esse crescimento tem sido estimulado também pela combinação de pesquisa e desenvolvimento, inovação e políticas governamentais. Mandatos, subsídios e incentivos estão sendo destinados a promover a introdução das energias renováveis no mercado. Com base nesses dados, organizações políticas estão priorizando as fontes renováveis e de baixa concentração carbônica.
Porém 87% do abastecimento de energia primária mundial é por combustíveis fósseis, com 92% da participação da energia sendo nuclear. Entre os principais fatores de risco ambiental provocados pelo alto consumo de combustíveis fósseis estão a mudança do clima, escassez de água e envelhecimento acelerado de populações.
Pesquisadores mencionam que, no futuro, praticamente todo o consumo do petróleo e de outros combustíveis fósseis se concentrará nas nações emergentes, em função do aumento populacional, enquanto a demanda em nações desenvolvidas será estabilizada, podendo até mesmo apresentar declínio.
No Brasil, dados estatísticos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis mostram que o consumo geral de combustíveis em 2012 foi de 129,677 trilhões de litros. Isso representa um aumento de 6,1%, em relação aos 122,22 trilhões de litros no ano anterior.
Fonte: Terra
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