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Notícias
25
fev
2013
(LOGÍSTICA)
Governo fecha acordo com trabalhadores dos portos
O governo e representantes dos trabalhadores do setor portuário fecharam um acordo para suspender as greves nos portos do país até o próximo dia 15 de março, período em que serão negociadas alterações na Medida Provisória (MP) 595/2012, que estabelece novo marco regulatório para o setor.
A negociação foi feita pelo ministro da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino. Segundo ele, o governo concordou em suspender licitações dos portos até a data acordada com os trabalhadores, apesar de garantir que não havia licitações previstas até lá. No entanto, Cristino disse que os estudos para o início desse processo estão mantidos.
O ministro não descartou mudanças no texto da MP. “Não temos intenção de mudar a essência do texto, mas estamos abertos à negociação”, garantiu. Os representantes dos trabalhadores comemoraram o resultado da greve e consideraram a paralisação essencial para a abertura de negociações com o governo.
Segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, presidente da Força Sindical, 36 portos em 12 estados participaram da paralisação de sexta-feira. “A greve foi sucesso. Nossa dificuldade era ter o diálogo, e conseguimos abrir este canal”.
Com o acordo, está suspensa a paralisação prevista para a esta terça-feira (26), conforme estratégia que havia sido aprovada pelos trabalhadores para pressionar o governo. A próxima rodada de negociação ocorrerá na próxima sexta-feira (28) com a participação do relator da MP, senador Eduardo Braga (PMDB-AM).
Nesta última sexta-feira pela manhã, trabalhadores do Porto de Santos, o maior terminal do país, impediram embarques de produtos - como soja, açúcar e itens siderúrgicos - em protesto contra a MP 595/2012, iniciado às 7h. De acordo com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), dos 26 navios atracados, 17 deixaram de carregar e descarregar mercadorias por causa da manifestação.
No Rio de Janeiro, os portuários fizeram uma grande manifestação que parou o trânsito, durante toda a manhã, na zona portuária da cidade. Os trabalhadores se concentraram em frente à entrada do Porto do Rio, na Avenida Brasil. Também houve protesto na sede da Companhia Docas do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense; e nos portos de Niterói e Itaguaí, na região metropolitana; e em Angra dos Reis, no sul do Estado.
A negociação foi feita pelo ministro da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino. Segundo ele, o governo concordou em suspender licitações dos portos até a data acordada com os trabalhadores, apesar de garantir que não havia licitações previstas até lá. No entanto, Cristino disse que os estudos para o início desse processo estão mantidos.
O ministro não descartou mudanças no texto da MP. “Não temos intenção de mudar a essência do texto, mas estamos abertos à negociação”, garantiu. Os representantes dos trabalhadores comemoraram o resultado da greve e consideraram a paralisação essencial para a abertura de negociações com o governo.
Segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, presidente da Força Sindical, 36 portos em 12 estados participaram da paralisação de sexta-feira. “A greve foi sucesso. Nossa dificuldade era ter o diálogo, e conseguimos abrir este canal”.
Com o acordo, está suspensa a paralisação prevista para a esta terça-feira (26), conforme estratégia que havia sido aprovada pelos trabalhadores para pressionar o governo. A próxima rodada de negociação ocorrerá na próxima sexta-feira (28) com a participação do relator da MP, senador Eduardo Braga (PMDB-AM).
Nesta última sexta-feira pela manhã, trabalhadores do Porto de Santos, o maior terminal do país, impediram embarques de produtos - como soja, açúcar e itens siderúrgicos - em protesto contra a MP 595/2012, iniciado às 7h. De acordo com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), dos 26 navios atracados, 17 deixaram de carregar e descarregar mercadorias por causa da manifestação.
No Rio de Janeiro, os portuários fizeram uma grande manifestação que parou o trânsito, durante toda a manhã, na zona portuária da cidade. Os trabalhadores se concentraram em frente à entrada do Porto do Rio, na Avenida Brasil. Também houve protesto na sede da Companhia Docas do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense; e nos portos de Niterói e Itaguaí, na região metropolitana; e em Angra dos Reis, no sul do Estado.
Fonte: Agência Brasil/Adaptado por CeluloseOnline
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