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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Manejo florestal conquista madeireiros do Mato Grosso
“O manejo florestal é a única opção viável para o setor madeireiro”. A afirmação é de Jaldes Langer, presidente do Sindusmad - Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso. Recém-empossado, Jaldes defende uma nova visão para o setor, que ele considera fundamental e que vem avançando positivamente no estado. Uma prova disso foram os seminários do Promadeira 2004, realizado em Sinop (MT) entre os dias 13 e 17 de setembro pela CNI - Confederação Nacional das Indústrias e Fiemt - Federação das Indústrias de Mato Grosso, já considerado um dos maiores eventos nacionais do setor.
Para Jaldes, até pouco tempo existia muita resistência em relação ao manejo, mas sendo uma alternativa econômica de uso da Reserva Legal, que na Amazônia é de 80% para as propriedades rurais, vem conquistando a simpatia de fazendeiros, pecuaristas e principalmente dos madeireiros, que tem na garantia da floresta em pé a certeza da manutenção das atividades.
A importância da atividade para Mato Grosso se mostra em números, uma vez que a madeira é o segundo produto de exportação do estado, que possui cerca de 40 municípios cuja economia depende de 50 a 80% dessa atividade. Só em Sinop, existem 350 indústrias madeireiras, de acordo com dados da Fiemt.
A idéia do manejo florestal e do aproveitamento múltiplo da floresta, cujos produtos além de alimentos estão em óleos, resinas, fibras, energia alternativa e remédios, entre outros, é estimulada já há alguns anos por muitas instituições de pesquisa e organizações não-governamentais. As ongs, que até pouco tempo eram mal vistas por muitos empresários do setor, já tem o reconhecimento do Sindusmad. “Eu encaro toda ong como uma parceira, pois o objetivo dessas entidades é o desenvolvimento sustentável, é a floresta em pé, e é disso que o madeireiro precisa”, reconhece Jaldes.
Fonte: Ambiente Brasil – 21/09/2004
Para Jaldes, até pouco tempo existia muita resistência em relação ao manejo, mas sendo uma alternativa econômica de uso da Reserva Legal, que na Amazônia é de 80% para as propriedades rurais, vem conquistando a simpatia de fazendeiros, pecuaristas e principalmente dos madeireiros, que tem na garantia da floresta em pé a certeza da manutenção das atividades.
A importância da atividade para Mato Grosso se mostra em números, uma vez que a madeira é o segundo produto de exportação do estado, que possui cerca de 40 municípios cuja economia depende de 50 a 80% dessa atividade. Só em Sinop, existem 350 indústrias madeireiras, de acordo com dados da Fiemt.
A idéia do manejo florestal e do aproveitamento múltiplo da floresta, cujos produtos além de alimentos estão em óleos, resinas, fibras, energia alternativa e remédios, entre outros, é estimulada já há alguns anos por muitas instituições de pesquisa e organizações não-governamentais. As ongs, que até pouco tempo eram mal vistas por muitos empresários do setor, já tem o reconhecimento do Sindusmad. “Eu encaro toda ong como uma parceira, pois o objetivo dessas entidades é o desenvolvimento sustentável, é a floresta em pé, e é disso que o madeireiro precisa”, reconhece Jaldes.
Fonte: Ambiente Brasil – 21/09/2004
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