Voltar
Notícias
19
fev
2013
(LOGÍSTICA)
Presidente da CNA defende MP dos Portos para melhorar competitividade do setor
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu nesta segunda-feira (18/02), durante reunião com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, a Medida Provisória (MP) 595, que regulamenta a atividade portuária, como forma de melhorar a eficiência do setor no Brasil. “A MP é um marco, regulamenta a Lei dos Portos e revoga um decreto que impediu a modernização dos portos nos últimos anos, afastando investimentos e elevando custos”, afirmou.
Representantes das confederações Nacional da Indústria (CNI), Nacional do Transporte (CNT), Nacional do Comércio (CNC), da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), além do ministro da Secretaria dos Portos, José Leônidas de Menezes Cristino, e empresários também participaram da reunião, no Palácio do Planalto, em Brasília. “Os recursos do Brasil não conseguem fazer portos públicos, então precisamos contar com a iniciativa privada para a construção de novos portos”, disse a senadora.
As dificuldades da atividade portuária no Brasil, segundo a presidente da CNA, serão solucionadas com a aprovação da MP. Para ela, a falta de concorrência criou um tipo de reserva de mercado que tem prejudicado o Brasil, elevando os custos para o transporte de contêineres, que, no País, chegam a US$ 200, o dobro do registrado em outros países. Além disso, a burocracia dificulta o embarque e desembarque de cargas, processo concluído em até dois dias em outros países, prazo muito inferior ao registrado no Brasil, onde a movimentação das mesmas cargas pode levar até o triplo desse tempo. Acrescentou que os 10 maiores portos do mundo funcionam ininterruptamente, realidade muito diferente da vivenciada no Brasil. “Não há como o País ser competitivo com suas portas de saída e entrada travadas”, afirmou a senadora Kátia Abreu.
Após a reunião, a presidente da CNA também falou sobre a questão dos direitos dos trabalhadores portuários. “A MP não altera os direitos desses trabalhadores. Estão assegurados todos eles”, afirmou. Acrescentou, ainda, que a concorrência e a competição vão gerar empregos, elevando o nível salarial da categoria. Diante de um possível impasse com os empregados, a ministra Gleisi Hoffmann afirmou que o Governo ouvirá todos os setores interessados no tema, mas garantiu que não haverá recuo em relação aos princípios da MP. “O princípio da MP é que os portos privados, independente de carga própria, poderão funcionar no Brasil, com regras claras”, afirmou a senadora Kátia Abreu. A CNA também vai procurar as centrais de trabalhadores para discutir o assunto.
Luta – A modernização da lei portuária tem sido uma das grandes prioridades da senadora Kátia Abreu desde que tomou posse no Senado Federal, em 2007. Ela tem defendido o fim da distinção entre cargas próprias e de terceiros nos terminais de uso privativo, prevista no seu Projeto de Lei (PL) 118, de 2009. Também defende investimentos nos portos do chamado Arco Norte como forma de garantir a ampliação da capacidade operacional do sistema de escoamento. “Um sistema ineficiente como o atual compromete o desempenho de todos os setores da economia, diminuindo a renda dos produtores rurais e a riqueza do País”, concluiu.
Representantes das confederações Nacional da Indústria (CNI), Nacional do Transporte (CNT), Nacional do Comércio (CNC), da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), além do ministro da Secretaria dos Portos, José Leônidas de Menezes Cristino, e empresários também participaram da reunião, no Palácio do Planalto, em Brasília. “Os recursos do Brasil não conseguem fazer portos públicos, então precisamos contar com a iniciativa privada para a construção de novos portos”, disse a senadora.
As dificuldades da atividade portuária no Brasil, segundo a presidente da CNA, serão solucionadas com a aprovação da MP. Para ela, a falta de concorrência criou um tipo de reserva de mercado que tem prejudicado o Brasil, elevando os custos para o transporte de contêineres, que, no País, chegam a US$ 200, o dobro do registrado em outros países. Além disso, a burocracia dificulta o embarque e desembarque de cargas, processo concluído em até dois dias em outros países, prazo muito inferior ao registrado no Brasil, onde a movimentação das mesmas cargas pode levar até o triplo desse tempo. Acrescentou que os 10 maiores portos do mundo funcionam ininterruptamente, realidade muito diferente da vivenciada no Brasil. “Não há como o País ser competitivo com suas portas de saída e entrada travadas”, afirmou a senadora Kátia Abreu.
Após a reunião, a presidente da CNA também falou sobre a questão dos direitos dos trabalhadores portuários. “A MP não altera os direitos desses trabalhadores. Estão assegurados todos eles”, afirmou. Acrescentou, ainda, que a concorrência e a competição vão gerar empregos, elevando o nível salarial da categoria. Diante de um possível impasse com os empregados, a ministra Gleisi Hoffmann afirmou que o Governo ouvirá todos os setores interessados no tema, mas garantiu que não haverá recuo em relação aos princípios da MP. “O princípio da MP é que os portos privados, independente de carga própria, poderão funcionar no Brasil, com regras claras”, afirmou a senadora Kátia Abreu. A CNA também vai procurar as centrais de trabalhadores para discutir o assunto.
Luta – A modernização da lei portuária tem sido uma das grandes prioridades da senadora Kátia Abreu desde que tomou posse no Senado Federal, em 2007. Ela tem defendido o fim da distinção entre cargas próprias e de terceiros nos terminais de uso privativo, prevista no seu Projeto de Lei (PL) 118, de 2009. Também defende investimentos nos portos do chamado Arco Norte como forma de garantir a ampliação da capacidade operacional do sistema de escoamento. “Um sistema ineficiente como o atual compromete o desempenho de todos os setores da economia, diminuindo a renda dos produtores rurais e a riqueza do País”, concluiu.
Fonte: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO CNA
Notícias em destaque
Drones fazem papel de insetos para garantir futuro de espécies nativas
Uma em cada dez sementes chega a germinar através da recomposição da vegetação com o uso da tecnologia;...
(TECNOLOGIA)
Nova bateria feita com lignina da madeira surge como aposta para reduzir poluição e enfrentar o alto custo das tecnologias atuais
Chamada de “bateria de madeira”, a tecnologia usa lignina, um composto natural presente na madeira, para tentar entregar armazenamento...
(TECNOLOGIA)
Silvicultura moderna conta com equipamentos de última geração
A evolução das máquinas florestais modernas está transformando completamente a indústria da silvicultura em...
(SILVICULTURA)
Novo prédio dos Bombeiros no Paraná será construído com sistema que pode reduzir em até 50 por cento o tempo da obra
O 5° Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) de Maringá, no Noroeste do Estado, vai passar por reforma e...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais e reduzem pressão sobre matas nativas
Você consome produtos de árvores todos os dias, que estão presentes nos papéis, nas embalagens, nos...
(GERAL)
Serviço Florestal Brasileiro realiza leilão da primeira concessão de restauração florestal do País; Re.green arremata lote
Certame na B3 marca a etapa inicial de projeto inédito que alia recuperação de 6.290 hectares, inclusão produtiva...
(GERAL)













