Voltar
Notícias
19
fev
2013
(EXPORTAÇÃO)
Exportação do PR começa ano em queda
Depois de encerrar 2012 crescendo pouco, as exportações do Paraná começaram 2013 encolhendo. Prejudicadas pela retração dos embarques do complexo soja, as receitas somaram US$ 968 milhões em janeiro, 14% abaixo do valor registrado um ano antes. Foi a primeira vez em 24 meses que o faturamento mensal das exportadoras ficou abaixo da marca de US$ 1 bilhão.
As vendas de novembro e dezembro já tinham sido relativamente fracas, o que limitou o avanço dos embarques totais de 2012 a apenas 2% – desempenho muito aquém do observado nos dois anos anteriores, quando o faturamento das exportadoras cresceu a taxas anuais de mais de 20%.
A deterioração dos números também fica evidente no indicador das exportações acumuladas em 12 meses, que reflete a evolução das vendas no longo prazo. Após três meses em queda, ele atingiu em janeiro o patamar de US$ 17,5 bilhões, o mais baixo desde dezembro de 2011.
Em meio a tantos dados negativos, a boa notícia é que os números tendem a melhorar nos próximos meses, movidos principalmente pela colheita da safra de verão, que promete bater recorde.
Culpados
Os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do governo federal, indicam que a soja e seus derivados foram os principais responsáveis pela retração de janeiro. Embalados por um movimento de antecipação de compras, principalmente por parte da China, esses produtos haviam batido recordes no começo do ano passado; agora, recuam para níveis inferiores à média.
Somadas, as vendas de soja em grão, óleo e farelo caíram 73% no mês passado. Se fossem excluídas das contas, as exportações do Paraná teriam crescido 5% em relação a janeiro de 2012, em vez de cair 14%.
Embora o complexo soja tenha sido o maior culpado pela queda, os outros dois principais grupos da pauta exportadora do estado também se retraíram no mês passado. O setor de carnes despachou 10% menos que em janeiro de 2012, e o grupo de veículos e componentes também foi mal: afetado por mais uma retração nas importações da Argentina e também pela parada na fábrica da Renault, o setor automotivo reduziu seus embarques em 27%.
Por outro lado, figuraram entre os destaques positivos do mês produtos como o açúcar, cujas exportações cresceram 21%, milho (59%), equipamentos mecânicos (12%), madeira (11%), papel (9%) e fertilizantes.
As vendas de novembro e dezembro já tinham sido relativamente fracas, o que limitou o avanço dos embarques totais de 2012 a apenas 2% – desempenho muito aquém do observado nos dois anos anteriores, quando o faturamento das exportadoras cresceu a taxas anuais de mais de 20%.
A deterioração dos números também fica evidente no indicador das exportações acumuladas em 12 meses, que reflete a evolução das vendas no longo prazo. Após três meses em queda, ele atingiu em janeiro o patamar de US$ 17,5 bilhões, o mais baixo desde dezembro de 2011.
Em meio a tantos dados negativos, a boa notícia é que os números tendem a melhorar nos próximos meses, movidos principalmente pela colheita da safra de verão, que promete bater recorde.
Culpados
Os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do governo federal, indicam que a soja e seus derivados foram os principais responsáveis pela retração de janeiro. Embalados por um movimento de antecipação de compras, principalmente por parte da China, esses produtos haviam batido recordes no começo do ano passado; agora, recuam para níveis inferiores à média.
Somadas, as vendas de soja em grão, óleo e farelo caíram 73% no mês passado. Se fossem excluídas das contas, as exportações do Paraná teriam crescido 5% em relação a janeiro de 2012, em vez de cair 14%.
Embora o complexo soja tenha sido o maior culpado pela queda, os outros dois principais grupos da pauta exportadora do estado também se retraíram no mês passado. O setor de carnes despachou 10% menos que em janeiro de 2012, e o grupo de veículos e componentes também foi mal: afetado por mais uma retração nas importações da Argentina e também pela parada na fábrica da Renault, o setor automotivo reduziu seus embarques em 27%.
Por outro lado, figuraram entre os destaques positivos do mês produtos como o açúcar, cujas exportações cresceram 21%, milho (59%), equipamentos mecânicos (12%), madeira (11%), papel (9%) e fertilizantes.
Fonte: GAZETA DO POVO
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















