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Notícias
15
fev
2013
(GERAL)
Estudo aponta que mais empresas revelam sua pegada florestal
O quarto relatório anual do Forest Footprint Disclosure Project (FFD), publicado recentemente, mostrou que o número de companhias que divulgaram sua pegada florestal no último ano chegou a 100, um aumento de quase 15% em relação ao ano anterior, quando 87 firmas revelaram seu impacto ambiental.
Cem companhias participaram do Forest Footprint Disclosure Project em 2012 e divulgaram seus impactos ambientais devido ao uso das commodities que mais prejudicam as florestas.
O apoio a investimentos do FFD voltou a crescer no último ano e o projeto é atualmente patrocinado por mais de 180 investidores, que juntos administram mais de US$ 12,8 trilhões.
Algumas empresas, que já haviam participado do relatório do ano anterior, mostraram melhoras significativas em sua pegada florestal, como a Boots UK, a Next, o Grupo Kingspan PLC e o Grupo Whitbread PLC. Outras, como a New Britain Palm Oil Ltd., a British Sky Broadcasting, o Grupo Marfrig e a Prime Asia Leather Corporation apareceram pela primeira vez no FFD.
O documento celebrou o aumento no número de companhias que divulgaram seu impacto ambiental e as que se reportaram pela primeira vez, como a Colgate-Palmolive Co., o Grupo Danone, a Gucci e a HJ Heinz Company.
No entanto, o FFD chamou a atenção para o fato de que a diferença de pontuação entre as empresas líderes e as demais de cada setor aumentou cerca de 16%, o que indica que ainda há muito para ser feito na tentativa de reduzir a pegada florestal.
A classificação das companhias é feita a partir das cinco commodities consideradas mais impactantes às florestas: soja, óleo de palma, madeira, produtos pecuários e biocombustíveis. Com base nisso, as empresas são classificadas em 12 categorias.
Os 12 líderes das categorias foram: New Britain Palm Oil Ltd (Produtos agrícolas), Sainsbury’s Supermarkets Ltd (Alimentos), Marks and Spencer Plc (Varejo geral), Dalhoff Larsen & Horneman (Indústria, Construção e Automóveis), British Sky Broadcasting (Mídia), Greenergy International Ltd. (Petróleo e Gás), Grupo Marfrig e Unilever (Alimentos Embalados e Carne), Mondi PLC (Papel e Produtos Florestais), L´Óreal (Produtos Pessoais e Produtos para Casa), PrimeAsia Leather Corporation (Têxteis, Vestuários e Artigos de Luxo), British Airways (Viagem e Lazer) e Grupo Drax (Empresas de Utilidade Pública).
Entre as ações que tornaram tais empresas as líderes de seus setores estão: tornar a cadeia de suprimentos mais transparente e eficiente, buscar certificações de padrões de qualidade, reutilizar os materiais ou matérias-primas, melhorar os sistemas de colaboração corporativa etc.
O relatório aponta que alguns setores são naturalmente mais ‘ecológicos’ do que outros. Dois setores em particular, o de Indústria, Construção & Automóveis e o de Empresas de Utilidade Pública tiveram variações significativas e foram criticados pelo fato de que a responsabilidade social corporativa nos contratos não estava dentro das normas.
Cem companhias participaram do Forest Footprint Disclosure Project em 2012 e divulgaram seus impactos ambientais devido ao uso das commodities que mais prejudicam as florestas.
O apoio a investimentos do FFD voltou a crescer no último ano e o projeto é atualmente patrocinado por mais de 180 investidores, que juntos administram mais de US$ 12,8 trilhões.
Algumas empresas, que já haviam participado do relatório do ano anterior, mostraram melhoras significativas em sua pegada florestal, como a Boots UK, a Next, o Grupo Kingspan PLC e o Grupo Whitbread PLC. Outras, como a New Britain Palm Oil Ltd., a British Sky Broadcasting, o Grupo Marfrig e a Prime Asia Leather Corporation apareceram pela primeira vez no FFD.
O documento celebrou o aumento no número de companhias que divulgaram seu impacto ambiental e as que se reportaram pela primeira vez, como a Colgate-Palmolive Co., o Grupo Danone, a Gucci e a HJ Heinz Company.
No entanto, o FFD chamou a atenção para o fato de que a diferença de pontuação entre as empresas líderes e as demais de cada setor aumentou cerca de 16%, o que indica que ainda há muito para ser feito na tentativa de reduzir a pegada florestal.
A classificação das companhias é feita a partir das cinco commodities consideradas mais impactantes às florestas: soja, óleo de palma, madeira, produtos pecuários e biocombustíveis. Com base nisso, as empresas são classificadas em 12 categorias.
Os 12 líderes das categorias foram: New Britain Palm Oil Ltd (Produtos agrícolas), Sainsbury’s Supermarkets Ltd (Alimentos), Marks and Spencer Plc (Varejo geral), Dalhoff Larsen & Horneman (Indústria, Construção e Automóveis), British Sky Broadcasting (Mídia), Greenergy International Ltd. (Petróleo e Gás), Grupo Marfrig e Unilever (Alimentos Embalados e Carne), Mondi PLC (Papel e Produtos Florestais), L´Óreal (Produtos Pessoais e Produtos para Casa), PrimeAsia Leather Corporation (Têxteis, Vestuários e Artigos de Luxo), British Airways (Viagem e Lazer) e Grupo Drax (Empresas de Utilidade Pública).
Entre as ações que tornaram tais empresas as líderes de seus setores estão: tornar a cadeia de suprimentos mais transparente e eficiente, buscar certificações de padrões de qualidade, reutilizar os materiais ou matérias-primas, melhorar os sistemas de colaboração corporativa etc.
O relatório aponta que alguns setores são naturalmente mais ‘ecológicos’ do que outros. Dois setores em particular, o de Indústria, Construção & Automóveis e o de Empresas de Utilidade Pública tiveram variações significativas e foram criticados pelo fato de que a responsabilidade social corporativa nos contratos não estava dentro das normas.
Fonte: Painel Florestal - Carbono Brasil
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