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Notícias
04
fev
2013
(SILVICULTURA)
Primeiras unidades de projeto silvipastoril começam a ser implantadas em março
Estão previstas para serem implantadas no mês de março, as primeiras mudas de árvores e pastagens do projeto denominado “Projeto Silvipastoril da Região da Campanha/RS”. O estudo envolve Emater, Embrapa Pecuária Sul, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Prefeitura de Bagé e Urcamp e visa estabelecer um consórcio de árvores de eucalipto com pastagens, proporcionando sombra para o gado e produção de madeira para uso na propriedade.
O engenheiro florestal e extensionista rural do escritório municipal da Emater, Rodolfo Perske, conta que o projeto nasceu das discussões de um grupo de estudos de sistemas silvipastoris que havia surgido no período em que começaram as plantações de eucalipto na região. “Era um grupo de discussão sobre aspectos como espaçamento entre as árvores, espécies de pastagens que se adaptam ao ambiente de sombra, manejo dos animais. Aí surgiu a possibilidade de encaminharmos o projeto em 2012 para o Ministério da Agricultura. Ainda no ano passado, realizamos como primeira etapa, um diagnóstico de cada propriedade onde, no interior delas, fizemos a escolha de áreas para serem instaladas as unidades do projeto”, conta Perske.
No total 20 propriedades participam do projeto, todas de Bagé e que em um primeiro momento terão cinco unidades implantadas no período de outono. As outras 15 serão instaladas na primavera. Uma unidade será na Embrapa e outra na Urcamp.
“Iremos cercar a área e depois começará a implantação das mudas de árvores e das pastagens. É um projeto de longo prazo que calculamos em média um estudo de 12 anos”, aponta o engenheiro agrônomo que atua na área de transferência de tecnologia, Marco Antônio Karam Lucas.
Alternativa de renda
Rodolfo Perske acredita que o projeto por envolver instituições de pesquisa, reunirá um conjunto de informações que futuramente irá auxiliar os interessados nessa alternativa de renda, podendo consorciar duas atividades como a produção de madeira e a produção de pastagem.
“Um dos principais objetivos que desejamos é analisar o quanto de bem-estar animal a floresta oferece, analisando também o quanto de contribuição ela oferta para a produção de carne”, afirma Perske.
O engenheiro agrônomo Marco Antônio Karam Lucas salienta que o projeto é voltado para a implantação de bosques pequenos, semelhantes aos que já existem nas fazendas da região. “Não é um plantio de grande escala. Essa maneira que vai ser destinado o projeto é voltada tanto para o consumo do produtor quanto para ele poder comercializar”, afirma.
O engenheiro florestal e extensionista rural do escritório municipal da Emater, Rodolfo Perske, conta que o projeto nasceu das discussões de um grupo de estudos de sistemas silvipastoris que havia surgido no período em que começaram as plantações de eucalipto na região. “Era um grupo de discussão sobre aspectos como espaçamento entre as árvores, espécies de pastagens que se adaptam ao ambiente de sombra, manejo dos animais. Aí surgiu a possibilidade de encaminharmos o projeto em 2012 para o Ministério da Agricultura. Ainda no ano passado, realizamos como primeira etapa, um diagnóstico de cada propriedade onde, no interior delas, fizemos a escolha de áreas para serem instaladas as unidades do projeto”, conta Perske.
No total 20 propriedades participam do projeto, todas de Bagé e que em um primeiro momento terão cinco unidades implantadas no período de outono. As outras 15 serão instaladas na primavera. Uma unidade será na Embrapa e outra na Urcamp.
“Iremos cercar a área e depois começará a implantação das mudas de árvores e das pastagens. É um projeto de longo prazo que calculamos em média um estudo de 12 anos”, aponta o engenheiro agrônomo que atua na área de transferência de tecnologia, Marco Antônio Karam Lucas.
Alternativa de renda
Rodolfo Perske acredita que o projeto por envolver instituições de pesquisa, reunirá um conjunto de informações que futuramente irá auxiliar os interessados nessa alternativa de renda, podendo consorciar duas atividades como a produção de madeira e a produção de pastagem.
“Um dos principais objetivos que desejamos é analisar o quanto de bem-estar animal a floresta oferece, analisando também o quanto de contribuição ela oferta para a produção de carne”, afirma Perske.
O engenheiro agrônomo Marco Antônio Karam Lucas salienta que o projeto é voltado para a implantação de bosques pequenos, semelhantes aos que já existem nas fazendas da região. “Não é um plantio de grande escala. Essa maneira que vai ser destinado o projeto é voltada tanto para o consumo do produtor quanto para ele poder comercializar”, afirma.
Fonte: Painel Florestal - Folha do Sul
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