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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Exportação gaúcha bate novo recorde
As exportações do Rio Grande do Sul cresceram 27,1% de janeiro a agosto frente a igual período de 2003, totalizando US$ 6,43 bilhões no período. Somente em agosto, o Estado exportou US$ 958 milhões, um recorde pelo terceiro mês consecutivo e um crescimento de 53% em relação a agosto de 2003. No ranking nacional, é o terceiro Estado exportador no mês e o segundo no acumulado de 12 meses. Os resultados foram divulgados ontem pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Renan Proença.
“Praticamente todos os gêneros industriais estão tendo crescimento nas exportações, não apenas o agronegócio, mostrando que o aumento das vendas para o exterior é generalizado”, afirmou o presidente da entidade, Renan Proença. Mas os destaques de crescimento de janeiro a agosto foram móveis (62%), máquinas e equipamentos (61,3%) , alimentos e bebidas (44,6%) e couros, artefatos e calçados (11,1%).
“A exportação no segmento de móveis está superando as expectativas em nível nacional”, destaca a vice-presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Maristela Longhi. “Havia a estimativa de crescimento de 25%, mas pelo que vimos nos últimos meses pode superar os 40%”, afirma. No Estado, o incremento maior vem sendo observados nos últimos meses. “As dificuldades no mercado interno, como os problemas de logística, a distância do Centro do País e a guerra fiscal pressionaram o setor a buscar a exportação como uma alternativa”, comenta.
Segundo ela, os móveis gaúchos são enviados principalmente para a América Central, mas já chegam à Europa e outras regiões distantes, como Emirados Árabes. “As empresas estão trabalhando muito em qualidade e design, adaptando seus modelos para atender às exigências de cada país.” Maristela afirma que a exportação garante bons lucros ao setor e está estimulando a geração de empregos. “Na minha fábrica passamos de 129 funcionários em julho de 2003 para os atuais 204 colaboradores”, cita.
O agronegócio aumentou suas vendas para o exterior em 24,9% alcançando no período US$ 4,19 bilhões, do total de US$ 6,43 bilhões obtidos pelo Estado com as exportações. O único segmento industrial que diminuiu suas exportações foi o gráfico (-2,5%).
Dos 191 países destinos de produtos do RS, 144 tiveram acréscimo nas compras de janeiro a agosto de 2004 comparados ao mesmo período de 2003. O principal mercado continua sendo os Estados Unidos, com um crescimento de 2,4%. A Argentina manteve-se como segundo comprador, com um crescimento de 61,7%, sendo os principais produtos da pauta motores a diesel, máquinas agrícolas, química e material de transporte. Segue a China, com 12,3%. A Venezuela comprou 308% a mais do Rio Grande do Sul, principalmente máquinas agrícolas e farelo de soja.
As importações gaúchas tiveram crescimento de 26,4% de janeiro a agosto de 2004, passando de US$ 2,63 bilhões para US$ 3,33 bilhões - principalmente combustíveis, matérias-primas e intermediários - reflexo do aumento do preço do petróleo e do bom desempenho da atividade industrial do Estado. O saldo da balança comercial passou de US$ 2,42 bilhões para US$ 3,09 bilhões.
Fonte: Global 21 - 16/09/2004
“Praticamente todos os gêneros industriais estão tendo crescimento nas exportações, não apenas o agronegócio, mostrando que o aumento das vendas para o exterior é generalizado”, afirmou o presidente da entidade, Renan Proença. Mas os destaques de crescimento de janeiro a agosto foram móveis (62%), máquinas e equipamentos (61,3%) , alimentos e bebidas (44,6%) e couros, artefatos e calçados (11,1%).
“A exportação no segmento de móveis está superando as expectativas em nível nacional”, destaca a vice-presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Maristela Longhi. “Havia a estimativa de crescimento de 25%, mas pelo que vimos nos últimos meses pode superar os 40%”, afirma. No Estado, o incremento maior vem sendo observados nos últimos meses. “As dificuldades no mercado interno, como os problemas de logística, a distância do Centro do País e a guerra fiscal pressionaram o setor a buscar a exportação como uma alternativa”, comenta.
Segundo ela, os móveis gaúchos são enviados principalmente para a América Central, mas já chegam à Europa e outras regiões distantes, como Emirados Árabes. “As empresas estão trabalhando muito em qualidade e design, adaptando seus modelos para atender às exigências de cada país.” Maristela afirma que a exportação garante bons lucros ao setor e está estimulando a geração de empregos. “Na minha fábrica passamos de 129 funcionários em julho de 2003 para os atuais 204 colaboradores”, cita.
O agronegócio aumentou suas vendas para o exterior em 24,9% alcançando no período US$ 4,19 bilhões, do total de US$ 6,43 bilhões obtidos pelo Estado com as exportações. O único segmento industrial que diminuiu suas exportações foi o gráfico (-2,5%).
Dos 191 países destinos de produtos do RS, 144 tiveram acréscimo nas compras de janeiro a agosto de 2004 comparados ao mesmo período de 2003. O principal mercado continua sendo os Estados Unidos, com um crescimento de 2,4%. A Argentina manteve-se como segundo comprador, com um crescimento de 61,7%, sendo os principais produtos da pauta motores a diesel, máquinas agrícolas, química e material de transporte. Segue a China, com 12,3%. A Venezuela comprou 308% a mais do Rio Grande do Sul, principalmente máquinas agrícolas e farelo de soja.
As importações gaúchas tiveram crescimento de 26,4% de janeiro a agosto de 2004, passando de US$ 2,63 bilhões para US$ 3,33 bilhões - principalmente combustíveis, matérias-primas e intermediários - reflexo do aumento do preço do petróleo e do bom desempenho da atividade industrial do Estado. O saldo da balança comercial passou de US$ 2,42 bilhões para US$ 3,09 bilhões.
Fonte: Global 21 - 16/09/2004
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