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Notícias
29
jan
2013
(PAPEL E CELULOSE)
Duplicação da BR 101 na Bahia deve impulsionar setor de celulose
O setor industrial baiano ganhou um ponto positivo neste início de ano: a duplicação da BR-101. O eixo rodoviário ampliado pode alavancar setores econômicos como os de produção de celulose e etanol, ambos localizadas no extremo-sul do Estado.
Segundo o vice-governador Otto Alencar, a concessão da rodovia representa um ganho em logística para o Estado e será capaz de atrair empresas para a margem da BR-101, como aconteceu recentemente com O Boticário, que está erguendo um Centro de Distribuição em São Gonçalo dos Campos.
A expectativa do mercado é que a estrada duplicada reduza os custos das indústrias. É o que também avaliou o presidente do Sidpacel, Jorge Cajazeira, sindicato que representa as empresas de papel e celulose. Na opinião do executivo, a obra deve beneficiar empresas que atuam no extremo-sul como a Fibria, Veracel e Suzano Celulose.
Outro setor que deve ganhar com a recuperação da via é o sucroalcooleiro, que vem se consolidando na região oeste do extremo-sul baiano.
Na contramão
Enquanto o setor industrial comemora a medida de ampliação da rodovia, os empresários do segmento de transportes criticam a novidade: o motivo que alegam é referente ao preço do frete.
Segundo o vice-governador Otto Alencar, a concessão da rodovia representa um ganho em logística para o Estado e será capaz de atrair empresas para a margem da BR-101, como aconteceu recentemente com O Boticário, que está erguendo um Centro de Distribuição em São Gonçalo dos Campos.
A expectativa do mercado é que a estrada duplicada reduza os custos das indústrias. É o que também avaliou o presidente do Sidpacel, Jorge Cajazeira, sindicato que representa as empresas de papel e celulose. Na opinião do executivo, a obra deve beneficiar empresas que atuam no extremo-sul como a Fibria, Veracel e Suzano Celulose.
Outro setor que deve ganhar com a recuperação da via é o sucroalcooleiro, que vem se consolidando na região oeste do extremo-sul baiano.
Na contramão
Enquanto o setor industrial comemora a medida de ampliação da rodovia, os empresários do segmento de transportes criticam a novidade: o motivo que alegam é referente ao preço do frete.
Fonte: A Tarde/Adaptado por CeluloseOnline
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