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Notícias
28
jan
2013
(GERAL)
Conhecimentos essenciais sobre comunicação e extensão florestal
Dentre as características humanas, destaca-se a capacidade de comunicação. Ela, na verdade, se confunde com o surgimento da nossa espécie no planeta, o que implica dizer que, nos primórdios da civilização, quando a intelectualidade era bem limitada, havia o uso de comunicações “rústicas”, com destaque para a feita com gestos, que, com o passar do tempo, se juntaram a outras mais elaboradas, como a verbal e a escrita. Portanto, esse aperfeiçoamento da capacidade de se comunicar está associado à evolução da espécie, ou seja, envolve variáveis essencialmente genéticas, que somadas às interferências sociais, econômicas e culturais típicas da nossa sociedade moldam essa habilidade nata do ser humano. A Internet é um reflexo claro dessas interferências, pois traz novos ingredientes ao processo de comunicação, principalmente em termos de agilidade e de interação simultânea com vários agentes.
É interessante perceber que, enquanto ser social, os seres humanos necessitam se comunicar entre si e com outros organismos dotados de algum grau de sensibilidade. O primeiro caso pode ser exemplificado pela conversa entre duas pessoas; a título de ilustração poder-se-ia pensar no diálogo entre um professor e um aluno, quando esse último lhe apresenta uma dúvida. Ora, nessa situação, o aluno deverá iniciar o processo de comunicação, colocando a sua dúvida, que poderá chegar ao professor nas formas verbal ou escrita. Tomando contato com a dúvida do aluno, caberá ao professor dar prosseguimento a esse processo, na medida em que explicite considerações que façam com que o indagador entenda aquilo que não compreendia até então. Para tanto, o professor poderá recorrer a vários métodos, como usar a lousa para explicar. Nessa situação, é razoável imaginar que se atinja o objetivo de remover a dúvida apresentada pelo aluno. O segundo caso, por sua vez, pode parecer bizarro a certas pessoas, uma vez que envolve a comunicação de um ser humano com outro tipo de organismo, caso de animais domesticados, por exemplo. Talvez, essas pessoas poderiam usar o argumento de que só há comunicação entre seres humanos, o que é discutível. No entanto, compreendida em seu sentido maior, é fácil perceber que a comunicação dá-se também entre seres irracionais, que se pautam pelo instinto. Se não fosse o caso, o que dizer do canto dos pássaros machos quando da corte à fêmea durante o período reprodutivo? Acaso não é uma forma de se comunicar? Certamente que sim! Isto significa dizer que, se entre seres irracionais há o processo de comunicação, por que não entre nós e os mesmos? Posto isso, vamos admitir que exista essa forma de comunicação, a qual pode ser demonstrada quando nós repreendemos um cão que tenha feito suas necessidades fisiológicas no tapete da sala. Buscamos, com nossos gritos, que é uma forma de comunicação verbal, condicioná-lo a não mais proceder desse modo. Ele receberá essa informação, que poderá ser suficiente ou não para demovê-lo de atos futuros.
Do explicitado resulta que, a comunicação se faz tendo sempre um interlocutor, ou seja, alguém com que se divide o processo de comunicação, seja um ser racional ou irracional. Dentro dessa ótica, é possível imaginar um processo de comunicação ímpar, em que o interlocutor fosse o próprio indivíduo. É o caso de “conversas” que temos conosco mesmo, mais comuns do que se imagina. Isso se constitui em um tipo de comunicação, pois num momento assumimos a função de indagador e em outro ponto a de respondente. Ou seja, somos o nosso próprio interlocutor. Poderíamos chamá-la de “comunicação interna”, uma vez que se dá no âmbito restrito de um ser, ainda que esse interaja permanentemente com o mundo exterior.
Nesse estágio vale esclarecer que, a comunicação visa fundamentalmente o entendimento (ponto de equilíbrio) entre as partes envolvidas, seja o de uma criança que chora e passa para a mãe a sensação de que está com fome, ou de um subordinado que procura sensibilizar seu superior quanto à necessidade de receber aumento salarial. Todos estão buscando o entendimento. Cada um a seu modo.
É nessa busca do entendimento que se pauta a comunicação entre o extensionista e seu público-alvo (interlocutor), numa relação dinâmica, em que todos saem ganhando. Via de regra, o extensionista inicia o processo de comunicação com o seu público-alvo, procurando perceber suas necessidades e dúvidas. Na medida em consegue obter os meios e as respostas para atender essas necessidades e dúvidas, cumpre a contento o seu papel. Para tanto, necessita eleger e utilizar formas (técnicas) e veículos adequados de comunicação, no sentido de ser compreendido por seu público-alvo.
Sendo assim, o profissional que pretende trabalhar como extensionista, aqui entendido para atuar na área florestal, precisa deter vários conhecimentos, que serão explicitados neste trabalho, constituindo-se em seu objetivo maior.
Para ter acesso ao documento completo, basta clicar AQUI!
É interessante perceber que, enquanto ser social, os seres humanos necessitam se comunicar entre si e com outros organismos dotados de algum grau de sensibilidade. O primeiro caso pode ser exemplificado pela conversa entre duas pessoas; a título de ilustração poder-se-ia pensar no diálogo entre um professor e um aluno, quando esse último lhe apresenta uma dúvida. Ora, nessa situação, o aluno deverá iniciar o processo de comunicação, colocando a sua dúvida, que poderá chegar ao professor nas formas verbal ou escrita. Tomando contato com a dúvida do aluno, caberá ao professor dar prosseguimento a esse processo, na medida em que explicite considerações que façam com que o indagador entenda aquilo que não compreendia até então. Para tanto, o professor poderá recorrer a vários métodos, como usar a lousa para explicar. Nessa situação, é razoável imaginar que se atinja o objetivo de remover a dúvida apresentada pelo aluno. O segundo caso, por sua vez, pode parecer bizarro a certas pessoas, uma vez que envolve a comunicação de um ser humano com outro tipo de organismo, caso de animais domesticados, por exemplo. Talvez, essas pessoas poderiam usar o argumento de que só há comunicação entre seres humanos, o que é discutível. No entanto, compreendida em seu sentido maior, é fácil perceber que a comunicação dá-se também entre seres irracionais, que se pautam pelo instinto. Se não fosse o caso, o que dizer do canto dos pássaros machos quando da corte à fêmea durante o período reprodutivo? Acaso não é uma forma de se comunicar? Certamente que sim! Isto significa dizer que, se entre seres irracionais há o processo de comunicação, por que não entre nós e os mesmos? Posto isso, vamos admitir que exista essa forma de comunicação, a qual pode ser demonstrada quando nós repreendemos um cão que tenha feito suas necessidades fisiológicas no tapete da sala. Buscamos, com nossos gritos, que é uma forma de comunicação verbal, condicioná-lo a não mais proceder desse modo. Ele receberá essa informação, que poderá ser suficiente ou não para demovê-lo de atos futuros.
Do explicitado resulta que, a comunicação se faz tendo sempre um interlocutor, ou seja, alguém com que se divide o processo de comunicação, seja um ser racional ou irracional. Dentro dessa ótica, é possível imaginar um processo de comunicação ímpar, em que o interlocutor fosse o próprio indivíduo. É o caso de “conversas” que temos conosco mesmo, mais comuns do que se imagina. Isso se constitui em um tipo de comunicação, pois num momento assumimos a função de indagador e em outro ponto a de respondente. Ou seja, somos o nosso próprio interlocutor. Poderíamos chamá-la de “comunicação interna”, uma vez que se dá no âmbito restrito de um ser, ainda que esse interaja permanentemente com o mundo exterior.
Nesse estágio vale esclarecer que, a comunicação visa fundamentalmente o entendimento (ponto de equilíbrio) entre as partes envolvidas, seja o de uma criança que chora e passa para a mãe a sensação de que está com fome, ou de um subordinado que procura sensibilizar seu superior quanto à necessidade de receber aumento salarial. Todos estão buscando o entendimento. Cada um a seu modo.
É nessa busca do entendimento que se pauta a comunicação entre o extensionista e seu público-alvo (interlocutor), numa relação dinâmica, em que todos saem ganhando. Via de regra, o extensionista inicia o processo de comunicação com o seu público-alvo, procurando perceber suas necessidades e dúvidas. Na medida em consegue obter os meios e as respostas para atender essas necessidades e dúvidas, cumpre a contento o seu papel. Para tanto, necessita eleger e utilizar formas (técnicas) e veículos adequados de comunicação, no sentido de ser compreendido por seu público-alvo.
Sendo assim, o profissional que pretende trabalhar como extensionista, aqui entendido para atuar na área florestal, precisa deter vários conhecimentos, que serão explicitados neste trabalho, constituindo-se em seu objetivo maior.
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Fonte: CIFlorestas
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