Voltar
Notícias
15
jan
2013
(SILVICULTURA)
Produtores criam Associação Goiana de Silvicultura
O Diário da Manhã noticiou a criação da Associação Goiana de Silvicultura Segundo o DM, o objetivo da associação será incentivar a participação dos produtores rurais nos grandes segmentos de base florestal: celulose, papel, serrados, painéis de madeira, pisos, portas, molduras, carvão industrial.
Segundo Adilon de Souza, diretor da SGPA e um dos coordenadores da criação da Associação Goiana de Silvicultura, “empreendedores europeus e de outros países e estados brasileiros têm buscado em Goiás a viabilidade de implantação de parques fabris ou mesmo de compra de produtos de base florestal, tudo em vão devido à escassez de matéria prima e de políticas de desenvolvimento para o setor”.
Adilon, que já foi deputado e prefeito, adianta ainda que uma delegação da Holanda esteve em Goiânia e “com demanda de pellets em volume de 78 milhões de toneladas nos próximos dez anos. Isso significa 480 mil hectares produzindo, simultaneamente, apenas para atender esse grupo, ou seja, de oito vezes a área total plantada em Goiás”, observa.
Chamando a atenção para a preservação da floresta nativa, Adilon de Souza ressalta que a implantação da AGS contribuirá para o equilíbrio do Cerrado. Ele adianta ainda que a associação dará novas chances de renda aos produtores goianos. “São novas atividades produtivas e que podem proporcionar boas alternativas de investimentos com as florestas plantadas.” O presidente interino da associação, Gilberto Sant’Anna Filho, espera que com as florestas plantadas de madeira, sejam rentáveis as atividades produtoras de celulose e papel, painéis de madeira reconstituída e siderurgia a carvão vegetal, além de produtos de madeira sólida e de móveis de elevado padrão de qualidade.
Gilberto Filho está convencido também de que a integração lavoura e pecuária e silvicultura estimula ao produtor diversificar, cada vez mais, suas atividades. E auferindo “maior lucro com baixo risco”. Ricardo Cantaclaro chama a atenção, por sua vez, do fator de “estímulo e de crescimento do setor”, com os investimentos em estudos e pesquisas para o incremento tecnológico no cultivo das espécies demandadas pelo mercado. Júnior Marques, experiente na produção de mudas certificadas, ressalta que “o setor florestal compõe-se de ativos menos sujeitos às oscilações no mercado financeiro em momento de crise”.
Segundo Adilon de Souza, a Associação Brasileira de Florestas Plantadas (Abraf) garante apoio e assistência à nova entidade para a sua estruturação e fortalecimento. Acrescentou, ainda, que o setor dispõe de vários programas, beneficiando os produtores desde o plantio até o acesso a programas de financiamentos através de linhas de crédito bastante acessíveis. Essas operações poderão ser feitas pelos bancos oficiais – Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Proflora), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf-Florestal), BNDES Florestal, Programa Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental (Pronaf Eco), além do Programa de Investimento, Custeio e Comercialização Florestal (BB Florestal) e os recursos oriundos do Programa do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), disponibilizados pelo Banco do Brasil, Goiás Fomento e pelas cooperativas do Sistema de Crédito Cooperativo (Sicoob).
Segundo Adilon de Souza, diretor da SGPA e um dos coordenadores da criação da Associação Goiana de Silvicultura, “empreendedores europeus e de outros países e estados brasileiros têm buscado em Goiás a viabilidade de implantação de parques fabris ou mesmo de compra de produtos de base florestal, tudo em vão devido à escassez de matéria prima e de políticas de desenvolvimento para o setor”.
Adilon, que já foi deputado e prefeito, adianta ainda que uma delegação da Holanda esteve em Goiânia e “com demanda de pellets em volume de 78 milhões de toneladas nos próximos dez anos. Isso significa 480 mil hectares produzindo, simultaneamente, apenas para atender esse grupo, ou seja, de oito vezes a área total plantada em Goiás”, observa.
Chamando a atenção para a preservação da floresta nativa, Adilon de Souza ressalta que a implantação da AGS contribuirá para o equilíbrio do Cerrado. Ele adianta ainda que a associação dará novas chances de renda aos produtores goianos. “São novas atividades produtivas e que podem proporcionar boas alternativas de investimentos com as florestas plantadas.” O presidente interino da associação, Gilberto Sant’Anna Filho, espera que com as florestas plantadas de madeira, sejam rentáveis as atividades produtoras de celulose e papel, painéis de madeira reconstituída e siderurgia a carvão vegetal, além de produtos de madeira sólida e de móveis de elevado padrão de qualidade.
Gilberto Filho está convencido também de que a integração lavoura e pecuária e silvicultura estimula ao produtor diversificar, cada vez mais, suas atividades. E auferindo “maior lucro com baixo risco”. Ricardo Cantaclaro chama a atenção, por sua vez, do fator de “estímulo e de crescimento do setor”, com os investimentos em estudos e pesquisas para o incremento tecnológico no cultivo das espécies demandadas pelo mercado. Júnior Marques, experiente na produção de mudas certificadas, ressalta que “o setor florestal compõe-se de ativos menos sujeitos às oscilações no mercado financeiro em momento de crise”.
Segundo Adilon de Souza, a Associação Brasileira de Florestas Plantadas (Abraf) garante apoio e assistência à nova entidade para a sua estruturação e fortalecimento. Acrescentou, ainda, que o setor dispõe de vários programas, beneficiando os produtores desde o plantio até o acesso a programas de financiamentos através de linhas de crédito bastante acessíveis. Essas operações poderão ser feitas pelos bancos oficiais – Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Proflora), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf-Florestal), BNDES Florestal, Programa Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental (Pronaf Eco), além do Programa de Investimento, Custeio e Comercialização Florestal (BB Florestal) e os recursos oriundos do Programa do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), disponibilizados pelo Banco do Brasil, Goiás Fomento e pelas cooperativas do Sistema de Crédito Cooperativo (Sicoob).
Fonte: Painel Florestal com informações Diário da Manhã
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















