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Notícias
08
jan
2013
(BIOENERGIA)
Uruguai planeja ter 90% de sua matriz energética composta por renováveis até 2015
O presidente uruguaio, José Mujica, está comprometido em atingir uma de suas promessas: tornar o país um exemplo mundial em energias limpas. Para isso, pretender transformar o Uruguai na nação que mais utiliza fontes eólicas no planeta.
De acordo com os planos do governo, já em 2015 será possível chegar a 90% da matriz energética sendo formada por renováveis. Desse total, 45% seria composto por hidroeletricidade, 30% por eólicas e 15% por biomassa.
Se realmente alcançar um terço de sua geração através dos ventos, o Uruguai ultrapassará a Dinamarca (26%) como lar da maior produção eólica relativa ao percentual total da geração nacional.
Para chegar a esse objetivo, será preciso aumentar a capacidade instalada eólica dos atuais 50MW para mais de 1GW em apenas dois anos e gastar cerca de US$ 7 bilhões em melhorias na infraestrutura energética.
Os investimentos já teriam começado e a estatal UTE assinou contratos com 20 novas fazendas eólicas privadas que estão em construção.
A intenção do governo é também limitar o uso de hidroelétricas, que não estão gerando a energia prometida por causa da escassez de água em seus reservatórios, um dos reflexos da forte estiagem que atingiu o Uruguai. Em 2012, o país teve que importar energia da Argentina ao custo de US$ 400 por megawatt hora (MWh).
Autor: Fabiano Ávila
De acordo com os planos do governo, já em 2015 será possível chegar a 90% da matriz energética sendo formada por renováveis. Desse total, 45% seria composto por hidroeletricidade, 30% por eólicas e 15% por biomassa.
Se realmente alcançar um terço de sua geração através dos ventos, o Uruguai ultrapassará a Dinamarca (26%) como lar da maior produção eólica relativa ao percentual total da geração nacional.
Para chegar a esse objetivo, será preciso aumentar a capacidade instalada eólica dos atuais 50MW para mais de 1GW em apenas dois anos e gastar cerca de US$ 7 bilhões em melhorias na infraestrutura energética.
Os investimentos já teriam começado e a estatal UTE assinou contratos com 20 novas fazendas eólicas privadas que estão em construção.
A intenção do governo é também limitar o uso de hidroelétricas, que não estão gerando a energia prometida por causa da escassez de água em seus reservatórios, um dos reflexos da forte estiagem que atingiu o Uruguai. Em 2012, o país teve que importar energia da Argentina ao custo de US$ 400 por megawatt hora (MWh).
Autor: Fabiano Ávila
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
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