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Notícias
08
jan
2013
(MÓVEIS)
2013: Futuro próspero para a indústria moveleira
“Apesar dos contratempos e dúvidas, o setor teve um final feliz no mercado interno e de vendas, com crescimento de 5,5% em relação ao ano anterior”.
Ao final de 2012, o presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE), Osni Carlos Verona, afirma que foi um ano difícil em diversos aspectos, com muitas incertezas e pouca expectativa de resultados. “Apesar dos contratempos e dúvidas, o setor teve um final feliz no mercado interno e de vendas, com crescimento de 5,5% em relação ao ano anterior”.
A prospecção e efetivação de negócios oportunizados pela Mercomóveis 2012 também marcaram o ano. “A Mercomóveis alavancou o polo moveleiro e contribuiu, consideravelmente, para fecharmos o ano com um saldo de crescimento positivo em relação ao ano anterior”, afirma o presidente. “Os investimentos foram em prol do capital humano, de infraestrutura, tecnologia e inovação no setor e é a esses fatores que destacamos a Mercomóveis como a maior feira do setor em Santa Catarina e a terceira maios do segmento no Brasil”.
Segundo Verona, o setor moveleiro tende a investir fortemente em produtos com o perfil resistente, bonito e barato, de modo que garantam inclusive durabilidade, conforto, sofisticação e tendências inovadoras. “Nosso planejamento estratégico para 2013 inclui o desenvolvimento das micros e pequenas indústrias, com suporte, treinamento e capacitação em gestão de negócio, de modo que cresçam com criatividade e competitividade”.
O presidente adianta que, em 2013, a aposta será a expansão da atividade moveleira com investimentos em tecnologia e design porque será um ano favorável para a construção civil, e deve beneficiar o setor mobiliário. “Isso nos proporcionará grande expectativa de negócios. O industrial estará mais confiante em apostar no cenário nacional, no qual o Governo Federal deverá prorrogar a isenção do IPI, e outros incentivos na área tributária e trabalhista, que deverão desafogar a indústria tornando-a mais competitiva. A grande vantagem dos incentivos será que o consumidor final ficará motivado e atraído pelos preços. Consequentemente isso fará com que ele busque comprar o produto”, finaliza.
Ao final de 2012, o presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE), Osni Carlos Verona, afirma que foi um ano difícil em diversos aspectos, com muitas incertezas e pouca expectativa de resultados. “Apesar dos contratempos e dúvidas, o setor teve um final feliz no mercado interno e de vendas, com crescimento de 5,5% em relação ao ano anterior”.
A prospecção e efetivação de negócios oportunizados pela Mercomóveis 2012 também marcaram o ano. “A Mercomóveis alavancou o polo moveleiro e contribuiu, consideravelmente, para fecharmos o ano com um saldo de crescimento positivo em relação ao ano anterior”, afirma o presidente. “Os investimentos foram em prol do capital humano, de infraestrutura, tecnologia e inovação no setor e é a esses fatores que destacamos a Mercomóveis como a maior feira do setor em Santa Catarina e a terceira maios do segmento no Brasil”.
Segundo Verona, o setor moveleiro tende a investir fortemente em produtos com o perfil resistente, bonito e barato, de modo que garantam inclusive durabilidade, conforto, sofisticação e tendências inovadoras. “Nosso planejamento estratégico para 2013 inclui o desenvolvimento das micros e pequenas indústrias, com suporte, treinamento e capacitação em gestão de negócio, de modo que cresçam com criatividade e competitividade”.
O presidente adianta que, em 2013, a aposta será a expansão da atividade moveleira com investimentos em tecnologia e design porque será um ano favorável para a construção civil, e deve beneficiar o setor mobiliário. “Isso nos proporcionará grande expectativa de negócios. O industrial estará mais confiante em apostar no cenário nacional, no qual o Governo Federal deverá prorrogar a isenção do IPI, e outros incentivos na área tributária e trabalhista, que deverão desafogar a indústria tornando-a mais competitiva. A grande vantagem dos incentivos será que o consumidor final ficará motivado e atraído pelos preços. Consequentemente isso fará com que ele busque comprar o produto”, finaliza.
Fonte: MB Comunicação Empresarial
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