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Notícias
21
dez
2012
(SETOR FLORESTAL)
Programa de plantio de florestas estabelece metas até 2030 no Pará
A base do programa que vai fortalecer os polos industriais de florestas plantadas no Pará já está definida. O trabalho foi concluído nesta quarta-feira, 12, na oficina promovida pela Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) e Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa). A partir do fortalecimento da cadeia produtiva, o Governo do Estado pretende estimular a instalação de indústrias e desenvolver o setor madeireiro. As metas do programa serão implementadas até 2030.
A integração das instituições públicas, o desenvolvimento tecnológico, a organização da cadeia produtiva, a garantia jurídica para os investimentos e o envolvimento da agricultura familiar estão entre os principais eixos que sustentam o Programa Estadual de Florestas Plantadas. O engenheiro agrônomo Sergio Cordioli, especialista em economia rural do Rio Grande do Sul, que ministrou a oficina, vai redigir e enviar o programa para os últimos ajustes, a serem realizados por um grupo de trabalho, antes da aprovação do governo.
Representantes dos diversos segmentos estadual e federal envolvidos na questão florestal participaram da elaboração do programa. “Este é o momento oportuno para a retomada da questão florestal no Estado, porque é preciso produzir madeira para abastecer as indústrias e diminuir a pressão sobre as florestas nativas”, avalia a pesquisadora Noemi Leão, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que trabalha na área há 34 anos.
O engenheiro agrônomo Frederico Diniz é gerente de planejamento florestal da empresa Weyer Haeuser, com sede em São Paulo e com instalação em Tucuruí. Segundo ele, o Pará tem grande potencial de crescimento e condições de atingir os objetivos do programa. “Esse é o caminho certo para estruturar os vários setores do agronegócio e alcançar o desenvolvimento sustentável”, destaca Diniz. “A regulamentação fundiária precisa ser resolvida para atrair investimentos e dar segurança aos investidores, além de maior celeridade no licenciamento dos projetos”, completa.
O Pará possui 71% de seu território formado por florestas nativas que precisam ser preservadas. As áreas de florestas plantadas são somente 300 mil hectares, o que é muito pouco para atender o setor madeireiro. Outros 14 milhões de hectares são de áreas degradadas, que serão incluídas no processo produtivo. Até 2020, o Plano de Agricultura de Baixo Carbono do Pará prevê a recuperação de mais 200 mil hectares com o plantio de florestas.
A integração das instituições públicas, o desenvolvimento tecnológico, a organização da cadeia produtiva, a garantia jurídica para os investimentos e o envolvimento da agricultura familiar estão entre os principais eixos que sustentam o Programa Estadual de Florestas Plantadas. O engenheiro agrônomo Sergio Cordioli, especialista em economia rural do Rio Grande do Sul, que ministrou a oficina, vai redigir e enviar o programa para os últimos ajustes, a serem realizados por um grupo de trabalho, antes da aprovação do governo.
Representantes dos diversos segmentos estadual e federal envolvidos na questão florestal participaram da elaboração do programa. “Este é o momento oportuno para a retomada da questão florestal no Estado, porque é preciso produzir madeira para abastecer as indústrias e diminuir a pressão sobre as florestas nativas”, avalia a pesquisadora Noemi Leão, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que trabalha na área há 34 anos.
O engenheiro agrônomo Frederico Diniz é gerente de planejamento florestal da empresa Weyer Haeuser, com sede em São Paulo e com instalação em Tucuruí. Segundo ele, o Pará tem grande potencial de crescimento e condições de atingir os objetivos do programa. “Esse é o caminho certo para estruturar os vários setores do agronegócio e alcançar o desenvolvimento sustentável”, destaca Diniz. “A regulamentação fundiária precisa ser resolvida para atrair investimentos e dar segurança aos investidores, além de maior celeridade no licenciamento dos projetos”, completa.
O Pará possui 71% de seu território formado por florestas nativas que precisam ser preservadas. As áreas de florestas plantadas são somente 300 mil hectares, o que é muito pouco para atender o setor madeireiro. Outros 14 milhões de hectares são de áreas degradadas, que serão incluídas no processo produtivo. Até 2020, o Plano de Agricultura de Baixo Carbono do Pará prevê a recuperação de mais 200 mil hectares com o plantio de florestas.
Fonte: Agência do Pará
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