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Notícias
14
dez
2012
(BIOENERGIA)
Projeto pioneiro cria energia a partir do vapor de eucalipto
É do vapor do eucalipto que a petroquímica multinacional Dow pretende reduzir em até 43% o custo da energia do complexo fabril em Aratu, no município de Candeias (BA). Em parceria com a Energias Renováveis do Brasil (ERB), a empresa está em fase final de instalação de uma planta que viabilizará a geração de energia por meio do vapor de eucalipto. “Trata-se de um projeto pioneiro no mundo de produção de vapor via biomassa”, diz Claudia Schaeffer, diretora de Energia e Mudanças Climáticas na Dow América Latina.
O vapor será 100% produzido a partir da combustão de cavaco de eucalipto. Com o novo processo, a empresa estima que 169 mil toneladas de dióxido de carbono deixarão de ser lançadas na atmosfera por ano. Uma redução de 33% em relação às emissões de Aratu no ano passado.
Mas, além da proposta sustentável, o projeto de biomassa também trará ganhos financeiros para a Dow. O custo da energia, que atualmente está na casa dos US$ 14 por BTU com o gás natural, deverá cair para US$ 8 por BTU, uma redução de 43%. “Nos Estados Unidos, esse custo é de US$ 3”, compara Claudia.
No projeto, a EBR investiu R$ 265 milhões na construção da unidade de cogeração de vapor e energia elétrica no complexo fabril de Aratu, a maior instalação da Dow no Brasil. A Dow, por sua vez, fechou um contrato de 20 anos para a compra da energia gerada por meio do vapor da biomassa.
O projeto também terá a cogeração de 12 MW de energia elétrica, que será comercializada por meio da rede elétrica da Bahia. O volume é suficiente para suprir o consumo mensal de 56 mil casas.
Segundo a diretora de Energia e Mudanças Climáticas da Dow, a previsão é que as operações com energia de vapor de eucalipto comecem em setembro de 2013. “Nossa meta é operar dois terços do complexo fabril com biomassa e um terço com gás. Esperamos estar rodando dentro dessa situação no segundo semestre de 2014.”
O vapor será 100% produzido a partir da combustão de cavaco de eucalipto. Com o novo processo, a empresa estima que 169 mil toneladas de dióxido de carbono deixarão de ser lançadas na atmosfera por ano. Uma redução de 33% em relação às emissões de Aratu no ano passado.
Mas, além da proposta sustentável, o projeto de biomassa também trará ganhos financeiros para a Dow. O custo da energia, que atualmente está na casa dos US$ 14 por BTU com o gás natural, deverá cair para US$ 8 por BTU, uma redução de 43%. “Nos Estados Unidos, esse custo é de US$ 3”, compara Claudia.
No projeto, a EBR investiu R$ 265 milhões na construção da unidade de cogeração de vapor e energia elétrica no complexo fabril de Aratu, a maior instalação da Dow no Brasil. A Dow, por sua vez, fechou um contrato de 20 anos para a compra da energia gerada por meio do vapor da biomassa.
O projeto também terá a cogeração de 12 MW de energia elétrica, que será comercializada por meio da rede elétrica da Bahia. O volume é suficiente para suprir o consumo mensal de 56 mil casas.
Segundo a diretora de Energia e Mudanças Climáticas da Dow, a previsão é que as operações com energia de vapor de eucalipto comecem em setembro de 2013. “Nossa meta é operar dois terços do complexo fabril com biomassa e um terço com gás. Esperamos estar rodando dentro dessa situação no segundo semestre de 2014.”
Fonte: Painel Florestal
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