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Notícias
12
dez
2012
(CERTIFICAÇÃO)
Sai a primeira certificação socioambiental de uma concessão de floresta nacional
Imaflora fez a auditoria da área e acredita que Lei vai fortalecer o manejo adequado à conservação da mata
A empresa AMATA, concessionária de cerca de 50 mil hectares da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia, acaba de receber a certificação socioambiental FSC® (Forest Stewardship Council) para o manejo da área que explora.
O uso comercial de florestas públicas por empresas privadas tornou-se possível desde a promulgação da Lei de Gestão de Florestas Públicas, em 2006 e, na opinião do Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – apresenta-se como uma alternativa viável para a conservação da mata a partir de boas práticas de manejo, e viabiliza a certificação socioambiental diante da complexa situação fundiária na Amazônia. “As áreas privadas não eram suficientes mais para suprir o consumo de madeira na Amazônia”, afirma Leonardo Sobral, gerente de certificação florestal do Imaflora.
Os editais de concessão exigem que os candidatos à exploração da área tenham um plano de manejo, e a certificação, embora não seja quesito obrigatório é um critério bonificador no preço da madeira.
Pelas estimativas do Imaflora, o consumo de madeira tropical certificada tem potencial para crescer em 20%, impulsionada pela Lei de Gestão de Florestas Públicas.
A empresa AMATA, concessionária de cerca de 50 mil hectares da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia, acaba de receber a certificação socioambiental FSC® (Forest Stewardship Council) para o manejo da área que explora.
O uso comercial de florestas públicas por empresas privadas tornou-se possível desde a promulgação da Lei de Gestão de Florestas Públicas, em 2006 e, na opinião do Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – apresenta-se como uma alternativa viável para a conservação da mata a partir de boas práticas de manejo, e viabiliza a certificação socioambiental diante da complexa situação fundiária na Amazônia. “As áreas privadas não eram suficientes mais para suprir o consumo de madeira na Amazônia”, afirma Leonardo Sobral, gerente de certificação florestal do Imaflora.
Os editais de concessão exigem que os candidatos à exploração da área tenham um plano de manejo, e a certificação, embora não seja quesito obrigatório é um critério bonificador no preço da madeira.
Pelas estimativas do Imaflora, o consumo de madeira tropical certificada tem potencial para crescer em 20%, impulsionada pela Lei de Gestão de Florestas Públicas.
Fonte: Imaflora
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