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Notícias
05
dez
2012
(MÓVEIS)
Moveleiros participam de palestras sobre futuro do negócio
Os integrantes do Núcleo Setorial de Móveis (Numap), do Programa Empreender, realizado em Apucarana através de parceria entre a ACIA e o Sebrae, participaram nos últimos dias de duas palestras. Reunidos no auditório da ACIA, eles ouviram primeiro a palestra proferida por Nilson Carlos Stefani Violato, gerente da unidade do Senai de Arapongas.
Com o tema “Como fazer a marcenaria do futuro”, a palestra abordou aspectos gerais do mercado moveleiro nacional, voltado majoritariamente para as classes C e D, avançando para ser C e B. “O futuro começa agora, através das ações que fazemos, nas nossas convicções e em como colocamos as forças para atuar a nosso favor”, afirmou Violato.
Para ele, os empresários do setor precisam entender o que é o mercado, exercício que vai além de vender. “Entender o mercado passa por compreender as tendências de comportamento. É preciso compreender a necessidade do consumidor e buscar na engenharia as respostas para essas necessidades, para as formas e tendências”, acrescentou. Ele citou como exemplo a necessidade de se mudar a forma de muitas cadeiras por causa da ergonomia, o mesmo ocorrendo com outros itens, como os colchões. “É fundamental trazer para o produto o jeito das pessoas e fazer com o que o seu negócio seja diferente dos demais”, ressaltou Violato.
Ele desdobrou a visão de mercado em subitens, como o “benchmarketing” - quando uma empresa pode se debruçar sobre o que as outras estão fazendo, numa troca mútua de experiências -, a pesquisa de campo, os estudos de tendências e estudos de setor. Já a visão de empresa foi desdobrada em subitens como diagnóstico, indicadores, cultura e processos, enquanto o campo das orientações estratégicas foi desdobrado na definição de oportunidades. Violato também destacou a importância da criação do Numap, através do qual cada empresa pode crescer em sua área de atuação. “O cenário do Numap é colaborativo, o cenário da empresa é competitivo. É preciso aprender a usar o colaborativo para se tornar cada vez mais competitivo”, argumentou.
A segunda palestra, por conta de Juliano Francisco, da Parceria RH Treinamentos e Coaching, teve como tema “Futuro das Marcenarias”. Ele falou sobre técnicas e procedimentos para se aproveitar melhor os recursos humanos no ambiente de trabalho, observando-se o gasto de energia nas tarefas do dia a dia. Constantino Bezeruska, representando a Fiep, falou sobre o Congresso Moveleiro, que em 2013 será realizado nos dias 25 e 26 de setembro. Neste ano, o evento foi precedido de quatro seminários regionais, sendo um deles em Arapongas. Em 2013, serão nove seminários, ampliando o espaço para a participação em todo o Estado. Os moveleiros consideraram a noite bastante produtiva. “Foi sem dúvida uma boa oportunidade para se aprofundar o conhecimento e se ampliar os horizontes dentro da nossa atividade”, afirma Luciana Hidalgo, empresária do ramo de móveis de Apucarana e grande incentivadora da formação do Numap.
Com o tema “Como fazer a marcenaria do futuro”, a palestra abordou aspectos gerais do mercado moveleiro nacional, voltado majoritariamente para as classes C e D, avançando para ser C e B. “O futuro começa agora, através das ações que fazemos, nas nossas convicções e em como colocamos as forças para atuar a nosso favor”, afirmou Violato.
Para ele, os empresários do setor precisam entender o que é o mercado, exercício que vai além de vender. “Entender o mercado passa por compreender as tendências de comportamento. É preciso compreender a necessidade do consumidor e buscar na engenharia as respostas para essas necessidades, para as formas e tendências”, acrescentou. Ele citou como exemplo a necessidade de se mudar a forma de muitas cadeiras por causa da ergonomia, o mesmo ocorrendo com outros itens, como os colchões. “É fundamental trazer para o produto o jeito das pessoas e fazer com o que o seu negócio seja diferente dos demais”, ressaltou Violato.
Ele desdobrou a visão de mercado em subitens, como o “benchmarketing” - quando uma empresa pode se debruçar sobre o que as outras estão fazendo, numa troca mútua de experiências -, a pesquisa de campo, os estudos de tendências e estudos de setor. Já a visão de empresa foi desdobrada em subitens como diagnóstico, indicadores, cultura e processos, enquanto o campo das orientações estratégicas foi desdobrado na definição de oportunidades. Violato também destacou a importância da criação do Numap, através do qual cada empresa pode crescer em sua área de atuação. “O cenário do Numap é colaborativo, o cenário da empresa é competitivo. É preciso aprender a usar o colaborativo para se tornar cada vez mais competitivo”, argumentou.
A segunda palestra, por conta de Juliano Francisco, da Parceria RH Treinamentos e Coaching, teve como tema “Futuro das Marcenarias”. Ele falou sobre técnicas e procedimentos para se aproveitar melhor os recursos humanos no ambiente de trabalho, observando-se o gasto de energia nas tarefas do dia a dia. Constantino Bezeruska, representando a Fiep, falou sobre o Congresso Moveleiro, que em 2013 será realizado nos dias 25 e 26 de setembro. Neste ano, o evento foi precedido de quatro seminários regionais, sendo um deles em Arapongas. Em 2013, serão nove seminários, ampliando o espaço para a participação em todo o Estado. Os moveleiros consideraram a noite bastante produtiva. “Foi sem dúvida uma boa oportunidade para se aprofundar o conhecimento e se ampliar os horizontes dentro da nossa atividade”, afirma Luciana Hidalgo, empresária do ramo de móveis de Apucarana e grande incentivadora da formação do Numap.
Fonte: Portal Moveleiro / tnonline
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