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Notícias
30
nov
2012
(COMÉRCIO EXTERIOR)
China é o maior consumidor de madeira do mundo, aponta ONG
Relatório publicado nesta quinta-feira (29) pela Agência de Investigação Ambiental, organização não governamental do Reino Unido, aponta que a China é o pais que mais importa, exporta e consome madeira do mundo, além de ser o principal responsável pela destruição das florestas tropicais.
De acordo com o documento, enquanto na última década os Estados Unidos e a União Europeia tomaram medidas contra o desmatamento ilegal, a China passou a comprar quantidades crescentes de madeira de origem duvidosa.
“Entre 80% e 90% das árvores derrubadas em Moçambique (na África) têm como destino final a China”, afirmou Julian Newman, diretora da ONG britânica. Ela disse ainda que 44% do volume importado é destinado para empresas públicas. Segundo o relatório, a demanda interna do país é o principal fator de alta das importações de madeira.
Além disso, a ONG aponta que atividades ilegais de extração madeireira estão se movendo para diversas regiões do mundo, como Madagascar, Serra Leoa, Tanzânia, Gabão, Guiné Equatorial e Congo. Mais da metade das importações chinesas são provenientes de países como Birmânia, Papua Nova Guiné e Moçambique.
Em setembro deste ano, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em parceria com a Interpol divulgaram que até 90% da exploração madeireira realizada nas florestas tropicais do planeta são feitas pelo crime organizado.
As organizações afirmam que grupos criminosos estariam utilizando táticas para movimentar a cadeia madeireira e descrevem 30 formas engenhosas aplicadas para aquisição e “lavagem” de madeira ilegal.
Métodos primários incluem falsificação de licenças de corte, subornos para obter licenças, além de invasão ilegal de sites do governo para obter registro de concessões ou alterar licenças ambientais.
Por conta disto, foi criado um projeto piloto, financiado pelo governo da Noruega, para desenvolver um sistema internacional de combate ao crime organizado. São vários objetivos, mas entre os principais estão o fortalecimento das investigações nacionais e a centralização da concessão de licenças ambientais, o que facilitaria a transparência.
Além disso, haveria a classificação das regiões geográficas consideradas críticas, com o intuito de restringir o fluxo de madeira e outros produtos, além de incentivar investigações de fraude fiscal, com foco em plantações e usinas.
De acordo com o documento, enquanto na última década os Estados Unidos e a União Europeia tomaram medidas contra o desmatamento ilegal, a China passou a comprar quantidades crescentes de madeira de origem duvidosa.
“Entre 80% e 90% das árvores derrubadas em Moçambique (na África) têm como destino final a China”, afirmou Julian Newman, diretora da ONG britânica. Ela disse ainda que 44% do volume importado é destinado para empresas públicas. Segundo o relatório, a demanda interna do país é o principal fator de alta das importações de madeira.
Além disso, a ONG aponta que atividades ilegais de extração madeireira estão se movendo para diversas regiões do mundo, como Madagascar, Serra Leoa, Tanzânia, Gabão, Guiné Equatorial e Congo. Mais da metade das importações chinesas são provenientes de países como Birmânia, Papua Nova Guiné e Moçambique.
Em setembro deste ano, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em parceria com a Interpol divulgaram que até 90% da exploração madeireira realizada nas florestas tropicais do planeta são feitas pelo crime organizado.
As organizações afirmam que grupos criminosos estariam utilizando táticas para movimentar a cadeia madeireira e descrevem 30 formas engenhosas aplicadas para aquisição e “lavagem” de madeira ilegal.
Métodos primários incluem falsificação de licenças de corte, subornos para obter licenças, além de invasão ilegal de sites do governo para obter registro de concessões ou alterar licenças ambientais.
Por conta disto, foi criado um projeto piloto, financiado pelo governo da Noruega, para desenvolver um sistema internacional de combate ao crime organizado. São vários objetivos, mas entre os principais estão o fortalecimento das investigações nacionais e a centralização da concessão de licenças ambientais, o que facilitaria a transparência.
Além disso, haveria a classificação das regiões geográficas consideradas críticas, com o intuito de restringir o fluxo de madeira e outros produtos, além de incentivar investigações de fraude fiscal, com foco em plantações e usinas.
Fonte: Globo Natureza
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