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Notícias
27
nov
2012
(SILVICULTURA)
Mercado silvipastoril vai ficar maior no MS em 2013
O mercado de madeiras nobres no Mato Grosso do Sul cresce e vai se expandir em 2013. A pressão pela redução do desmatamento e a busca cada vez mais frequente por madeira certificada são indícios de bons negócios para o setor. Pelo menos esta é avaliação de Clóvis Tolentino, engenheiro agrônomo e consultor Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) no Mato Grosso do Sul.
Segundo Tolentino, muitos produtores estão começando a despertar para este mercado de silvicultura. “No começo, foi com o eucalipto. Agora, é a vez da seringueira, mas as madeiras nobres acompanham esta tendência. Quem tem suprido as serrarias é quem começou plantando o eucalipto. O avanço nas pesquisas e os melhoramentos feitos nos controles de pragas e doenças são demonstrações de que o mercado está em expansão”, avalia Tolentino.
Uma das tendências mais fortes para o Estado está ligada ao crescimento da área silvipastoril, que é de floresta plantada com pecuária. Depois que equacionaram a idade em que o boi poderia ser solto na floresta plantada, os resultados, na avaliação de Clóvis Tolentino, foram significativos. No caso do eucalipto, quando a árvore está com um ano e meio o gado bovino pode ser solto. Para Tolentino, o sombreamento gera um conforto térmico para o gado. O resultado é o boi engordando mais rápido.
Prático e objetivo, Clóvis Tolentino diz que uma das formas mais simples de melhorar a pecuária no Estado é investindo em sistemas silvipatoris, que ocupa áreas menores e têm níveis de produtividade maiores. Outro caminho defendido por Tolentino é o plantio consorciado entre culturas agrícolas e espécies madeireiras. No entanto, está prática – por enquanto – está mais vinculada à agricultura familiar, embora anualmente esta tendência passe a ocupar um espaço maior no aproveitamento das terras no Estado.
Segundo Tolentino, muitos produtores estão começando a despertar para este mercado de silvicultura. “No começo, foi com o eucalipto. Agora, é a vez da seringueira, mas as madeiras nobres acompanham esta tendência. Quem tem suprido as serrarias é quem começou plantando o eucalipto. O avanço nas pesquisas e os melhoramentos feitos nos controles de pragas e doenças são demonstrações de que o mercado está em expansão”, avalia Tolentino.
Uma das tendências mais fortes para o Estado está ligada ao crescimento da área silvipastoril, que é de floresta plantada com pecuária. Depois que equacionaram a idade em que o boi poderia ser solto na floresta plantada, os resultados, na avaliação de Clóvis Tolentino, foram significativos. No caso do eucalipto, quando a árvore está com um ano e meio o gado bovino pode ser solto. Para Tolentino, o sombreamento gera um conforto térmico para o gado. O resultado é o boi engordando mais rápido.
Prático e objetivo, Clóvis Tolentino diz que uma das formas mais simples de melhorar a pecuária no Estado é investindo em sistemas silvipatoris, que ocupa áreas menores e têm níveis de produtividade maiores. Outro caminho defendido por Tolentino é o plantio consorciado entre culturas agrícolas e espécies madeireiras. No entanto, está prática – por enquanto – está mais vinculada à agricultura familiar, embora anualmente esta tendência passe a ocupar um espaço maior no aproveitamento das terras no Estado.
Fonte: Elias Luz/Painel Florestal
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