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Notícias
20
nov
2012
(BIOENERGIA)
Suzano investe em produção de energia a partir de substância do eucalipto
Preocupada em reduzir o consumo de óleo e gás derivados de petróleo em seus fornos, a Suzano Papel e Celulose está investindo na produção de fontes alternativas de energia. Um dos caminhos escolhidos pela empresa foi utilizar a lignina, substância que confere rigidez às árvores. Com alto poder calorífico - equivalente a dois terços do óleo combustível -, a substância está presente em 25% da madeira do eucalipto.
No tradicional processo de produção de celulose, a lignina é um subproduto que compõe um fluido chamado de licor negro, usado para queima em caldeiras como forma de produzir energia. No processo desenvolvido pela Suzano, a substância foi separada, e futuramente poderá ser usada também na produção de outros itens que utilizam produtos derivados de petróleo como os dispersantes para asfaltos, concreto e agroquímico.
A lignina está sendo extraída pela empresa em uma planta piloto construída em Limeira, interior de São Paulo. É a primeira indústria do gênero na América Latina. Com investimentos de R$ 1 milhão, a fábrica tem capacidade para produzir mil toneladas ao mês. O objetivo da empresa é reduzir em até 80% o consumo de óleo e gás nos fornos de cal. A cidade foi escolhida pela proximidade com as universidades envolvidas no projeto.
A iniciativa surgiu em 2007, com o aumento na procura de produtos alternativos (que não eram derivados do petróleo) e foi avaliada como prioridade para a área de inovação na revisão do planejamento estratégico da empresa, que resultou no Plano Suzano 2024.
Segundo o gerente executivo de pesquisa e desenvolvimento de inovação da Suzano Papel e Celulose, Fábio Figliolino, a companhia está desenvolvendo outras formas de utilização de lignina pela indústria, o que terá ainda maior valor agregado para seus negócios. Diante deste potencial, a Suzano estuda a construção de uma unidade de maior porte para produzir o insumo.
Neste caso entrarão em cena outras fontes alternativas de energia, como a gaseificação da madeira em substituição ao gás natural. A pirólise da madeira, que gera o óleo de pirólise, também é uma alternativa aos combustíveis fósseis. "As tecnologias estão cada vez melhores e estamos observando uma a uma para saber qual será a melhor opção", afirma.
No tradicional processo de produção de celulose, a lignina é um subproduto que compõe um fluido chamado de licor negro, usado para queima em caldeiras como forma de produzir energia. No processo desenvolvido pela Suzano, a substância foi separada, e futuramente poderá ser usada também na produção de outros itens que utilizam produtos derivados de petróleo como os dispersantes para asfaltos, concreto e agroquímico.
A lignina está sendo extraída pela empresa em uma planta piloto construída em Limeira, interior de São Paulo. É a primeira indústria do gênero na América Latina. Com investimentos de R$ 1 milhão, a fábrica tem capacidade para produzir mil toneladas ao mês. O objetivo da empresa é reduzir em até 80% o consumo de óleo e gás nos fornos de cal. A cidade foi escolhida pela proximidade com as universidades envolvidas no projeto.
A iniciativa surgiu em 2007, com o aumento na procura de produtos alternativos (que não eram derivados do petróleo) e foi avaliada como prioridade para a área de inovação na revisão do planejamento estratégico da empresa, que resultou no Plano Suzano 2024.
Segundo o gerente executivo de pesquisa e desenvolvimento de inovação da Suzano Papel e Celulose, Fábio Figliolino, a companhia está desenvolvendo outras formas de utilização de lignina pela indústria, o que terá ainda maior valor agregado para seus negócios. Diante deste potencial, a Suzano estuda a construção de uma unidade de maior porte para produzir o insumo.
Neste caso entrarão em cena outras fontes alternativas de energia, como a gaseificação da madeira em substituição ao gás natural. A pirólise da madeira, que gera o óleo de pirólise, também é uma alternativa aos combustíveis fósseis. "As tecnologias estão cada vez melhores e estamos observando uma a uma para saber qual será a melhor opção", afirma.
Fonte: Painel Florestal/Terra
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