Voltar
Notícias
20
nov
2012
(QUEIMADAS)
Maranhão é o 1º em número de focos de incêndio no país este ano, diz Inpe
A falta de chuvas e as queimadas sem controle colocam o Maranhão como o estado com maior número de focos de incêndio em 2012. O aumento é de mais de 130% em relação ao ano passado, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e os problemas trazidos pelo fogo são muitos, como mostrou o JMTV 2ª Edição desta.
No sudoeste do Estado as colunas de fumaça escondem o sol no meio da tarde. As queimadas transformam pastagem em carvão e deixam o gado sem comida. Os satélites do Inpe flagraram 28.565 focos de calor de janeiro até agora, um aumento de 132% destes casos em relação ao ano passado. Nas últimas 48 horas, 91 focos foram identificados.
O aumento nestes números coincide com uma prática antiga nos campos maranhenses: muitos fazendeiros ainda utilizam o fogo para renovar as pastagens para o gado. O problema é que com a vegetação muito seca, a queimada acaba fugindo de controle. “Nunca mais choveu. A última vez foi em julho. E quando ‘nasce’ um fogo ninguém tem condições de apagar”, contou o lavrador Raimundo Severiano da Silva.
As queimadas sem controle ameaçam as reservas naturais de babaçu, ameaçam as linhas de transmissão de energia elétrica e deixam as viagens arriscadas na escuridão das estradas. Com as noites quentes nesta época do ano o fogaréu invade as madrugadas.
No sudoeste do Estado as colunas de fumaça escondem o sol no meio da tarde. As queimadas transformam pastagem em carvão e deixam o gado sem comida. Os satélites do Inpe flagraram 28.565 focos de calor de janeiro até agora, um aumento de 132% destes casos em relação ao ano passado. Nas últimas 48 horas, 91 focos foram identificados.
O aumento nestes números coincide com uma prática antiga nos campos maranhenses: muitos fazendeiros ainda utilizam o fogo para renovar as pastagens para o gado. O problema é que com a vegetação muito seca, a queimada acaba fugindo de controle. “Nunca mais choveu. A última vez foi em julho. E quando ‘nasce’ um fogo ninguém tem condições de apagar”, contou o lavrador Raimundo Severiano da Silva.
As queimadas sem controle ameaçam as reservas naturais de babaçu, ameaçam as linhas de transmissão de energia elétrica e deixam as viagens arriscadas na escuridão das estradas. Com as noites quentes nesta época do ano o fogaréu invade as madrugadas.
Fonte: G1
Notícias em destaque
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)
Como escolher máquinas florestais certas
Escolher um harvester, forwarder, skidder ou feller buncher sem relacionar a máquina ao tipo de operação costuma sair caro....
(GERAL)
4o Prêmio APRE Florestas de Jornalismo 2026 destaca os 120 anos do pinus no Brasil e valoriza reportagens sobre florestas plantadas
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) lança oficialmente o 4º Prêmio APRE...
(EVENTOS)
Como analisar preço da madeira na prática
Uma mesma tora pode parecer cara em uma negociação e competitiva em outra. No mercado florestal, isso acontece porque o preço...
(MADEIRA E PRODUTOS)
A atividade industrial expande, enquanto os setores de madeira e móveis ficam para trás no último relatório do PMI.
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em junho pelo sexto mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de suprimentos...
(INTERNACIONAL)
Setor da erva-mate enfrenta pressão de preços e custos, e Embrapa defende eficiência e diversificação
O setor da erva-mate, tradicional no Sul do país, atravessa um período de forte pressão econômica. A...
(AGRO)














