Voltar
Notícias
13
nov
2012
(INDÚSTRIA)
Setor industrial compromete-se a reduzir emissões de CO2
O Brasil assumiu a meta de reduzir as emissões de CO2 até 2020. Para isso, precisa da colaboração de diversos setores e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) já se comprometeu a também esforçar-se em amenizar a poluição emitida.
O CNI fechou um acordo com os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Meio Ambiente para juntos desenvolveram o “Plano Indústria” para reduzir em 5% as emissões do setor produtivo até 2020.
“Nós estamos vivendo uma profunda mudança. É a primeira vez que governo e setor produtivo acordam entre si uma meta voluntária”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, ao Estadão. “É uma mudança de padrão, de paradigma.”
A previsão é começar a reduzir as emissões em sete setores da indústria: alumínio, cimento, papel e celulose, químico, cal, vidro e ferro-gusa (aço). De acordo com a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg, essas são áreas da indústria que mais emitem gases, portanto devem ser priorizadas.
A ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lembrou que as questões ambientais podem ser tratadas sem comprometer o crescimento do País. “Queremos criar condições para um bom resultado em termos climáticos e para geração de emprego e competitividade”, afirmou. Com informações do Estadão.
O CNI fechou um acordo com os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Meio Ambiente para juntos desenvolveram o “Plano Indústria” para reduzir em 5% as emissões do setor produtivo até 2020.
“Nós estamos vivendo uma profunda mudança. É a primeira vez que governo e setor produtivo acordam entre si uma meta voluntária”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, ao Estadão. “É uma mudança de padrão, de paradigma.”
A previsão é começar a reduzir as emissões em sete setores da indústria: alumínio, cimento, papel e celulose, químico, cal, vidro e ferro-gusa (aço). De acordo com a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg, essas são áreas da indústria que mais emitem gases, portanto devem ser priorizadas.
A ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lembrou que as questões ambientais podem ser tratadas sem comprometer o crescimento do País. “Queremos criar condições para um bom resultado em termos climáticos e para geração de emprego e competitividade”, afirmou. Com informações do Estadão.
Fonte: CicloVivo
Notícias em destaque
Silvicultura moderna conta com equipamentos de última geração
A evolução das máquinas florestais modernas está transformando completamente a indústria da silvicultura em...
(SILVICULTURA)
Novo prédio dos Bombeiros no Paraná será construído com sistema que pode reduzir em até 50 por cento o tempo da obra
O 5° Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) de Maringá, no Noroeste do Estado, vai passar por reforma e...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais e reduzem pressão sobre matas nativas
Você consome produtos de árvores todos os dias, que estão presentes nos papéis, nas embalagens, nos...
(GERAL)
Serviço Florestal Brasileiro realiza leilão da primeira concessão de restauração florestal do País; Re.green arremata lote
Certame na B3 marca a etapa inicial de projeto inédito que alia recuperação de 6.290 hectares, inclusão produtiva...
(GERAL)
SFB lança edital do X Prêmio em Economia e Mercado Florestal
O edital do X Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal foi publicado dia 23 e já...
(EVENTOS)
Pesquisa e educação se unem em oficina sobre florestas e sustentabilidade na Embrapa
Aprender sobre a natureza ganha um novo significado quando o cenário é o próprio universo da pesquisa florestal. Com esse...
(GERAL)













