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Notícias
07
nov
2012
(MÓVEIS)
Restrições da Argentina a produtos do país prejudicam empresas do RS
Queda das exportações do estado ao país vizinho chegou a 22% em 2012. Setor moveleiro é um dos mais prejudicados com problemas comerciais.
As restrições impostas pela Argentina à entrada de produtos brasileiros estão prejudicando empresas gaúchas. Nos primeiros nove meses do ano, a queda nas exportações do estado para o país vizinho chegou a 22%, segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. Nem mesmo a busca por novos mercados ajuda a reverter a situação.
Uma empresa de autopeças de Caxias do Sul enfrenta diariamente problemas comerciais com a Argentina. As dificuldades imposta pelo país impedem o crescimento das vendas, que poderiam ser 20% maiores se forem liberadas.
"Com as restrições do governo argentino, hoje não há a mínima segurança para saber se vamos conseguir exportar no mês que vem", disse Nelson Fagherazzi.
Outro setor que enfrenta problemas com as restrições é o moveleiro. A Argentina já foi o principal parceiro comercial das empresas gaúchas. Mas, atualmente, essa posição é ocupada pelo Uruguai.
"Os fabricantes do Rio Grande do Sul buscaram novos mercados e aí é óbvio que você parte para um mercado mais próximo. O Uruguai foi o foco onde a maioria conseguiu colocar mais produção", disse Ivo Cansan, presidente da Associação das Indústrias de Móveis/RS.
De janeiro a setembro, a queda nas exportações de móveis gaúchos para a Argentina foide 37,8%. A carga de uma empresa gaúcha chegou a ficar um ano parada por falta de licença.
"A mercadoria produzida na empresa fica parada e, enquanto isso, a gente vai tendo custos de armazenagem e também a diferença cambial que conta muito", disse a analista de exportação Charlene Bergamaschi.
Segundo um professor de Comércio Internacional da Universidade de Caxias do Sul (UCS), as dificuldades não devem ameaçar o Mercosul.
"Não acredito que seja uma ameaça ao bloco, mas balança as relações e faz as coisas ficarem mais complicadas por um bom tempo sim", disse Fábio Verruck, coordenador do curso de Comércio Internacional da UCS.
As restrições impostas pela Argentina à entrada de produtos brasileiros estão prejudicando empresas gaúchas. Nos primeiros nove meses do ano, a queda nas exportações do estado para o país vizinho chegou a 22%, segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. Nem mesmo a busca por novos mercados ajuda a reverter a situação.
Uma empresa de autopeças de Caxias do Sul enfrenta diariamente problemas comerciais com a Argentina. As dificuldades imposta pelo país impedem o crescimento das vendas, que poderiam ser 20% maiores se forem liberadas.
"Com as restrições do governo argentino, hoje não há a mínima segurança para saber se vamos conseguir exportar no mês que vem", disse Nelson Fagherazzi.
Outro setor que enfrenta problemas com as restrições é o moveleiro. A Argentina já foi o principal parceiro comercial das empresas gaúchas. Mas, atualmente, essa posição é ocupada pelo Uruguai.
"Os fabricantes do Rio Grande do Sul buscaram novos mercados e aí é óbvio que você parte para um mercado mais próximo. O Uruguai foi o foco onde a maioria conseguiu colocar mais produção", disse Ivo Cansan, presidente da Associação das Indústrias de Móveis/RS.
De janeiro a setembro, a queda nas exportações de móveis gaúchos para a Argentina foide 37,8%. A carga de uma empresa gaúcha chegou a ficar um ano parada por falta de licença.
"A mercadoria produzida na empresa fica parada e, enquanto isso, a gente vai tendo custos de armazenagem e também a diferença cambial que conta muito", disse a analista de exportação Charlene Bergamaschi.
Segundo um professor de Comércio Internacional da Universidade de Caxias do Sul (UCS), as dificuldades não devem ameaçar o Mercosul.
"Não acredito que seja uma ameaça ao bloco, mas balança as relações e faz as coisas ficarem mais complicadas por um bom tempo sim", disse Fábio Verruck, coordenador do curso de Comércio Internacional da UCS.
Fonte: G1
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