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Notícias
01
nov
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Desoneração da folha no setor de Celulose reduz 89% dos gastos com mão-de-obra
A recuperação das indústrias de Celulose e Papel já esra prevista pelas empresas, mas a cereja no bolo foi com certeza a desoneração da folha de pagamento (em impostos e recolhimento do INSS) em setembro.
A Medida Provisória que beneficiou outros setores, desvincula as contribuições previdenciárias da folha de pagamento dos trabalhadores, passando para a receita bruta da empresa. O objetivo? Reduzir o custo da geração de novos empregos.
Nesta quinta-feira (31), a Consufor, consultoria, divulgou um estudo que analisa o impacto dessa medida no caixa das empresas, comparando os últimos quatro anos, e fazendo uma estimativa para 2013.
Estima-se que em 2013 as empresas do segmento C&P contarão, em suas folhas de pagamento, com cerca de 50 mil pessoas em todo o território nacional.
Segundo o estudo, “ao longo deste período, o recolhimento total na base de cálculo sob a folha de pagamento seria da ordem de R$1,5 Bilhão, enquanto sob a nova base o montante não atingiria os R$500 Milhões. De forma anualizada, a redução de custo do setor, em valores nominais, aplicada ao período seria da ordem de R$200 Milhões”.
Este é um benefício considerável a qualquer setor da economia, mas pode ser ainda maior se considerada uma particularidade do setor: a quantidade de pessoal empregada nas empresas prestadoras de serviços, ou seja, nas chamadas empresas terceirizadas.
A consultoria aponta que, em termos médios, na indústria de C&P no Brasil, para cada empregado registrado no setor há outro registrado nessas empresas prestadoras de serviços.
Confira a recomendação do estudo:
“O imposto a ser recolhido em 2013, considerando a nova base de cálculo (receita) será da ordem de R$ 110 milhões. Independentemente de o setor contratar mais ou menos trabalhadores, este imposto se manterá nesse patamar.
Dessa forma, surge a oportunidade de uma economia adicional; a primarização, ou seja, contratar diretamente os trabalhadores atualmente terceirizados. Coma primarização, além da redução do recolhimento INSS pago sobre os salários desses trabalhadores, que é repassado para as empresas do setor contratantes, haveria também uma economia com a extinção do lucro do prestador do serviço.
Deste modo, para o ano de 2013, o montante estimado para desembolso do segmento C&P com INSS pela base de cálculo anterior (folha), mais os custos inerentes à terceirização (tributação e lucro do prestador de serviços) é de aproximadamente R$ 1 Bilhão. Na hipótese de uma primarização de todos os trabalhadores terceirizados, em conjunto com a aplicação da MP, este desembolso se reduziria para os R$ 110 Milhões comentados anteriormente, ou seja, uma redução potencial de 89%.”
A Medida Provisória que beneficiou outros setores, desvincula as contribuições previdenciárias da folha de pagamento dos trabalhadores, passando para a receita bruta da empresa. O objetivo? Reduzir o custo da geração de novos empregos.
Nesta quinta-feira (31), a Consufor, consultoria, divulgou um estudo que analisa o impacto dessa medida no caixa das empresas, comparando os últimos quatro anos, e fazendo uma estimativa para 2013.
Estima-se que em 2013 as empresas do segmento C&P contarão, em suas folhas de pagamento, com cerca de 50 mil pessoas em todo o território nacional.
Segundo o estudo, “ao longo deste período, o recolhimento total na base de cálculo sob a folha de pagamento seria da ordem de R$1,5 Bilhão, enquanto sob a nova base o montante não atingiria os R$500 Milhões. De forma anualizada, a redução de custo do setor, em valores nominais, aplicada ao período seria da ordem de R$200 Milhões”.
Este é um benefício considerável a qualquer setor da economia, mas pode ser ainda maior se considerada uma particularidade do setor: a quantidade de pessoal empregada nas empresas prestadoras de serviços, ou seja, nas chamadas empresas terceirizadas.
A consultoria aponta que, em termos médios, na indústria de C&P no Brasil, para cada empregado registrado no setor há outro registrado nessas empresas prestadoras de serviços.
Confira a recomendação do estudo:
“O imposto a ser recolhido em 2013, considerando a nova base de cálculo (receita) será da ordem de R$ 110 milhões. Independentemente de o setor contratar mais ou menos trabalhadores, este imposto se manterá nesse patamar.
Dessa forma, surge a oportunidade de uma economia adicional; a primarização, ou seja, contratar diretamente os trabalhadores atualmente terceirizados. Coma primarização, além da redução do recolhimento INSS pago sobre os salários desses trabalhadores, que é repassado para as empresas do setor contratantes, haveria também uma economia com a extinção do lucro do prestador do serviço.
Deste modo, para o ano de 2013, o montante estimado para desembolso do segmento C&P com INSS pela base de cálculo anterior (folha), mais os custos inerentes à terceirização (tributação e lucro do prestador de serviços) é de aproximadamente R$ 1 Bilhão. Na hipótese de uma primarização de todos os trabalhadores terceirizados, em conjunto com a aplicação da MP, este desembolso se reduziria para os R$ 110 Milhões comentados anteriormente, ou seja, uma redução potencial de 89%.”
Fonte: Lairtes Chaves/Painel Florestal
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