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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
BNDES tem programa de crédito para projetos de reflorestamento
A proposta do governo estadual e de lideranças empresariais de tornar o Rio Grande do Sul um pólo madeireiro está gerando uma nova opção de investimento para os agricultores gaúchos. Os empréstimos para projetos de reflorestamento no Estado já chegam a pelo menos R$ 11 milhões desde o ano passado. Os recursos são do Programa de Plantio Comercial e Renovação de Florestas (Propflora), oferecido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). O valor total destinado para o programa é de R$ 50 milhões, repassados aos poucos para os agentes financiadores.
Segundo o analista de projetos do Banco Regional de Investimento do Extremo Sul (BRDE), Volmir Duarte, a intenção do Propflora é fazer com que cada vez mais os agricultores, tanto pequenos quanto grandes proprietários de terra, tenham condições de investir neste segmento e diversificar suas produções.
- O material tem os mais variados destinos, que vão desde o uso para a fabricação de móveis e celulose, serve como lenha, e até mesmo para exportação. Além disso, se adapta bem em qualquer tipo de terreno - complementa Duarte.
No município de Ipê, cerca de 40 famílias já se dedicam ao plantio de árvores com fins comerciais. O agricultor Flávio Zanotto, 39 anos, tem em suas terra diversas espécies, entre as quais se destacam-se araucárias, canela, cedro e castanheiras.
- A castanheira, por exemplo, quando já não dá mais frutos, podemos aproveitar a madeira para comercializar - diz Zanotto.
O investimento exige cerca de R$ 1,5 mil por hectare. Antes de iniciar o plantio, o agricultor precisa de uma licença dos órgãos ambientais competentes, caso sejam necessários desmatamentos, queimadas ou mudança de cursos d´água.
- Além das terras, são necessários insumos, mão-de-obra, mudas e a manutenção até os três anos de cada árvore - explica Duarte.
O retorno, segundo a engenheira agrônoma do BRDE, Kátia Romio, depende de uma série de fatores.
- Desde a época do plantio até a qualidade das mudas e as condições climáticas vão influenciar no retorno que cada produtor vai ter - diz.
Fonte: Jornal Pioneiro – 09/09/2004
Segundo o analista de projetos do Banco Regional de Investimento do Extremo Sul (BRDE), Volmir Duarte, a intenção do Propflora é fazer com que cada vez mais os agricultores, tanto pequenos quanto grandes proprietários de terra, tenham condições de investir neste segmento e diversificar suas produções.
- O material tem os mais variados destinos, que vão desde o uso para a fabricação de móveis e celulose, serve como lenha, e até mesmo para exportação. Além disso, se adapta bem em qualquer tipo de terreno - complementa Duarte.
No município de Ipê, cerca de 40 famílias já se dedicam ao plantio de árvores com fins comerciais. O agricultor Flávio Zanotto, 39 anos, tem em suas terra diversas espécies, entre as quais se destacam-se araucárias, canela, cedro e castanheiras.
- A castanheira, por exemplo, quando já não dá mais frutos, podemos aproveitar a madeira para comercializar - diz Zanotto.
O investimento exige cerca de R$ 1,5 mil por hectare. Antes de iniciar o plantio, o agricultor precisa de uma licença dos órgãos ambientais competentes, caso sejam necessários desmatamentos, queimadas ou mudança de cursos d´água.
- Além das terras, são necessários insumos, mão-de-obra, mudas e a manutenção até os três anos de cada árvore - explica Duarte.
O retorno, segundo a engenheira agrônoma do BRDE, Kátia Romio, depende de uma série de fatores.
- Desde a época do plantio até a qualidade das mudas e as condições climáticas vão influenciar no retorno que cada produtor vai ter - diz.
Fonte: Jornal Pioneiro – 09/09/2004
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