Voltar
Notícias
17
out
2012
(DESMATAMENTO)
Floresta amazônica perde 431 km² de área em setembro, aponta Imazon
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial sobre a devastação na região amazônica, registrou em setembro desmatamento de 431 km² de floresta, um aumento de 153% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O total de vegetação perdida equivale a 269 vezes o tamanho do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que usa imagens de satélite para detectar áreas devastadas, o Pará concentrou mais da metade da degradação florestal (68%), com 295 km², seguido de Mato Grosso, 62 km², e Rondônia, 53 km². O Amazonas teve perda de 11 km², seguido do Tocantins, com 10 km², e Acre, com 1 km². Não há dados sobre o Maranhão e o Amapá.
Somados, os dados de agosto e setembro fornecidos pelo Imazon apontam uma perda de 663 km² de vegetação, quantidade 62% maior em relação ao mesmo período de 2011.
Geografia do desmate – O levantamento do Imazon revela ainda que a maior parte do desmate (68%) observada em setembro ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. Além disso, a perda somada em terras Indígenas, unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária foi de 138 km².
Ainda segundo o sistema da ONG, das oito cidades que mais desmataram a floresta amazônica, oito estão no Pará. Altamira foi a principal responsável, com 126,3 km² de cobertura vegetal perdida.
Governo usa dados do Inpe – A quantidade de floresta amazônica perdida no bimestre agosto e setembro, segundo o Imazon, é menor que a área registrada pelo sistema de detecção do Desmatamento em Tempo Real, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Essa é a informação usada pelo governo federal para organizar ações de combate e fiscalização na Amazônia Legal.
De acordo com o levantamento utilizado pelo Ministério do Meio Ambiente, entre agosto e setembro houve perda de 804 km² de floresta, com pico em agosto. Segundo o governo, a alta no desmatamento estaria ligada à seca forte e atípica deste ano, que favoreceu queimadas, à exploração ilegal de madeira, ao plantio de soja e, em alguns casos, à extração de ouro.
O total de vegetação perdida equivale a 269 vezes o tamanho do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que usa imagens de satélite para detectar áreas devastadas, o Pará concentrou mais da metade da degradação florestal (68%), com 295 km², seguido de Mato Grosso, 62 km², e Rondônia, 53 km². O Amazonas teve perda de 11 km², seguido do Tocantins, com 10 km², e Acre, com 1 km². Não há dados sobre o Maranhão e o Amapá.
Somados, os dados de agosto e setembro fornecidos pelo Imazon apontam uma perda de 663 km² de vegetação, quantidade 62% maior em relação ao mesmo período de 2011.
Geografia do desmate – O levantamento do Imazon revela ainda que a maior parte do desmate (68%) observada em setembro ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. Além disso, a perda somada em terras Indígenas, unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária foi de 138 km².
Ainda segundo o sistema da ONG, das oito cidades que mais desmataram a floresta amazônica, oito estão no Pará. Altamira foi a principal responsável, com 126,3 km² de cobertura vegetal perdida.
Governo usa dados do Inpe – A quantidade de floresta amazônica perdida no bimestre agosto e setembro, segundo o Imazon, é menor que a área registrada pelo sistema de detecção do Desmatamento em Tempo Real, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Essa é a informação usada pelo governo federal para organizar ações de combate e fiscalização na Amazônia Legal.
De acordo com o levantamento utilizado pelo Ministério do Meio Ambiente, entre agosto e setembro houve perda de 804 km² de floresta, com pico em agosto. Segundo o governo, a alta no desmatamento estaria ligada à seca forte e atípica deste ano, que favoreceu queimadas, à exploração ilegal de madeira, ao plantio de soja e, em alguns casos, à extração de ouro.
Fonte: Globo Natureza
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















