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Notícias
15
out
2012
(DESMATAMENTO)
Brasil terá polícia especializada no combate ao desmatamento
O Brasil contará com um novo organismo policial formado por agentes especializados no combate aos crimes ambientais que terá como principal tarefa a defesa da Amazônia.
"É mais um passo para garantir o cumprimento das metas de proteção ambiental traçadas pelo governo", explicou nesta quarta-feira à Agência Efe um porta-voz do Ministério do Meio Ambiente, que vai coordenar as ações deste novo grupo em conjunto com o Ministério da Defesa, a Polícia Federal e outros organismos.
A fonte explicou que o número de agentes que serão destinados a estas tarefas será definido por esses organismos e a sua principal área de atuação será a região amazônica, onde ocorre a maioria dos casos de agressões ao meio ambiente.
O Ministério do Meio Ambiente pretende tornar a fiscalização permanente nessa enorme região, inclusive durante os períodos de chuva, reforçando as ações empreendidas pelo governo há mais de uma década para preservar o chamado "pulmão do planeta".
A Amazônia é vigiada através de um sistema de satélites que estabelece os índices de desmatamento e identifica as regiões em que esse problema é mais acentuado, mas os organismos de controle não contam atualmente com pessoal necessário para responder imediatamente contra os crimes ambientais.
"Esta polícia dará uma resposta muito mais rápida e efetiva", explicou o porta-voz do Ministério do Meio Ambiente.
Segundo dados oficiais, a Amazônia brasileira perdeu no último mês de agosto 522,24 quilômetros quadrados de florestas, mostrando que o desmatamento triplicou em relação ao mesmo período do ano passado.
Embora o desmatamento na região amazônica tenha diminuído de forma "consistente" desde 2004, tanto o governo como os grupos ambientalistas coincidem em afirmar que ainda é muito alto.
A queda desses índices é considerada "fundamental" pelo governo para alcançar a meta de redução das emissões de gases poluentes do país (entre 36% e 38% para 2020) com a qual se comprometeu de forma voluntária durante a Cúpula sobre a Mudança Climática realizada em Copenhague em 2009.
"É mais um passo para garantir o cumprimento das metas de proteção ambiental traçadas pelo governo", explicou nesta quarta-feira à Agência Efe um porta-voz do Ministério do Meio Ambiente, que vai coordenar as ações deste novo grupo em conjunto com o Ministério da Defesa, a Polícia Federal e outros organismos.
A fonte explicou que o número de agentes que serão destinados a estas tarefas será definido por esses organismos e a sua principal área de atuação será a região amazônica, onde ocorre a maioria dos casos de agressões ao meio ambiente.
O Ministério do Meio Ambiente pretende tornar a fiscalização permanente nessa enorme região, inclusive durante os períodos de chuva, reforçando as ações empreendidas pelo governo há mais de uma década para preservar o chamado "pulmão do planeta".
A Amazônia é vigiada através de um sistema de satélites que estabelece os índices de desmatamento e identifica as regiões em que esse problema é mais acentuado, mas os organismos de controle não contam atualmente com pessoal necessário para responder imediatamente contra os crimes ambientais.
"Esta polícia dará uma resposta muito mais rápida e efetiva", explicou o porta-voz do Ministério do Meio Ambiente.
Segundo dados oficiais, a Amazônia brasileira perdeu no último mês de agosto 522,24 quilômetros quadrados de florestas, mostrando que o desmatamento triplicou em relação ao mesmo período do ano passado.
Embora o desmatamento na região amazônica tenha diminuído de forma "consistente" desde 2004, tanto o governo como os grupos ambientalistas coincidem em afirmar que ainda é muito alto.
A queda desses índices é considerada "fundamental" pelo governo para alcançar a meta de redução das emissões de gases poluentes do país (entre 36% e 38% para 2020) com a qual se comprometeu de forma voluntária durante a Cúpula sobre a Mudança Climática realizada em Copenhague em 2009.
Fonte: Agência EFE
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