Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
60 trabalhadores de carvoaria são libertados no PA
Sessenta trabalhadores de uma carvoaria no Pará foram resgatados na semana passada por fiscais do Ministério do Trabalho. O detalhe é que eram empregados da siderúrgica Viena, do estado do Maranhão, que no mês passado, ao lado de outras 15 empresas, assinou compromisso de não desrespeitar os direitos trabalhistas.
Os trabalhadores foram encontrados na carvoaria em regime de semi-escravidão. De acordo com o assessor da Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho, Marcelo Campos, os homens tinham seus direitos trabalhistas negados, viviam em alojamentos precários, além de acumularem dívidas com o empregador. A carvoaria era a principal fornecedora de matéria-prima para a siderúrgica Viena, que será multada. Segundo Campos, o ministério considerou que a empresa é responsável pela contratação de seus funcionários, e é proibida a terceirização da extração do carvão, considerada uma das atividades fim da empresa. “É muito fácil colocar a culpa do fornecedor”, disse. Para ele, a pessoa responsável pelos trabalhadores no Pará atuava como gerente da siderúrgica.
De acordo com o ministério do Trabalho, a siderúrgica Viena suspendeu todos os contratos com a carvoaria até que ela regularize a situação trabalhista dos funcionários. Além disso, a empresa teve de pagar R$ 140 mil reais em direitos trabalhistas.
Balanço do trabalho escravo Um balanço realizado pelo Ministério do Trabalho mostra que, de janeiro a agosto, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel conseguiu libertar 1.653 trabalhadores mantidos em condições semelhantes ao regime de escravidão. No período, foram fiscalizadas 209 propriedades rurais em 11 estados. O maior número de operações aconteceu no Pará, onde foram realizadas 12 ações e libertados 596 trabalhadores.
O estado do Tocantins ocupa o segundo lugar no ranking, com a libertação de 272 trabalhadores. Em terceiro, vem o Espírito Santo, com 244 libertados e, em quarto, o Mato Grosso, onde 231 pessoas foram retiradas do trabalho degradante. Ao todo, foram pagos R$ 3,145 milhões em indenizações trabalhistas e lavrados 1.459 autos de infração.
Fonte: Amazonia.org.br – 09/09/2004
Os trabalhadores foram encontrados na carvoaria em regime de semi-escravidão. De acordo com o assessor da Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho, Marcelo Campos, os homens tinham seus direitos trabalhistas negados, viviam em alojamentos precários, além de acumularem dívidas com o empregador. A carvoaria era a principal fornecedora de matéria-prima para a siderúrgica Viena, que será multada. Segundo Campos, o ministério considerou que a empresa é responsável pela contratação de seus funcionários, e é proibida a terceirização da extração do carvão, considerada uma das atividades fim da empresa. “É muito fácil colocar a culpa do fornecedor”, disse. Para ele, a pessoa responsável pelos trabalhadores no Pará atuava como gerente da siderúrgica.
De acordo com o ministério do Trabalho, a siderúrgica Viena suspendeu todos os contratos com a carvoaria até que ela regularize a situação trabalhista dos funcionários. Além disso, a empresa teve de pagar R$ 140 mil reais em direitos trabalhistas.
Balanço do trabalho escravo Um balanço realizado pelo Ministério do Trabalho mostra que, de janeiro a agosto, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel conseguiu libertar 1.653 trabalhadores mantidos em condições semelhantes ao regime de escravidão. No período, foram fiscalizadas 209 propriedades rurais em 11 estados. O maior número de operações aconteceu no Pará, onde foram realizadas 12 ações e libertados 596 trabalhadores.
O estado do Tocantins ocupa o segundo lugar no ranking, com a libertação de 272 trabalhadores. Em terceiro, vem o Espírito Santo, com 244 libertados e, em quarto, o Mato Grosso, onde 231 pessoas foram retiradas do trabalho degradante. Ao todo, foram pagos R$ 3,145 milhões em indenizações trabalhistas e lavrados 1.459 autos de infração.
Fonte: Amazonia.org.br – 09/09/2004
Fonte:
Notícias em destaque
Contagem regressiva para as novas restrições da UE ao formaldeído na madeira
Os fornecedores de produtos e móveis de madeira para o mercado da União Europeia (UE) têm até agosto para se adequarem...
(INTERNACIONAL)
Conflitos, energia, vulnerabilidade estrutural e o papel da biomassa florestal
A segurança energética tornou-se novamente um tema central no cenário global, não como fenômeno isolado, mas...
(BIOENERGIA)
Parceria comercial visa desenvolver produtos de madeira resistentes ao fogo de última geração.
Os adesivos para madeira fornecem resistência estrutural essencial a produtos de madeira industrializada, como OSB (painel de madeira...
(TECNOLOGIA)
Canadá inicia investigação sobre suposto dumping de madeira compensada decorativa proveniente da China.
O Tribunal de Comércio Internacional do Canadá iniciou uma investigação preliminar sobre o alegado dumping e...
(INTERNACIONAL)
Mercado de móveis de luxo deve atingir US$ 8,17 bilhões até 2031.
Prevê-se que o mercado de mobiliário de luxo dos Estados Unidos cresça de US$ 6,29 bilhões em 2025 e US$ 6,55...
(MERCADO)
Como a fauna brasileira se adapta às florestas plantadas
O setor de árvores cultivadas no Brasil atingiu receita bruta de R$ 240 bilhões e responde por recordes de exportação...
(MEIO AMBIENTE)














