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Notícias
01
out
2012
(BIOENERGIA)
Coréia do Sul e Japão serão os maiores importadores de pellets de madeira da próxima década
Os países asiáticos aumentarão o consumo de pellets e chips de madeira num futuro próximo. Pelo menos é o que prevê o Wood Quaterly Resource, estudo global do mercado floresta da Wood Resources International.
Os governos do Japão e da Coréia do Sul anunciaram planos para aumentar o uso de fontes alternativas de energia verde e de baixo carbono. Coreia do Sul está tomando medidas para reduzir sua dependência de combustíveis fósseis importado, trocando sua matriz para energias renováveis, incluindo a energia eólica, solar, hídrica e principalmente, biomassa.
Pellet é um combustível granulado, uma espécie de lenha, feito a partir de biomassa como cascas e podas de árvores, serragem, resíduos de madeireiras, etc. Os chips ou cavacos são comprimidos a altas pressões para formar o pellet, que possui alto poder calorífico.
O plano de longo prazo é aumentar a participação da energia renovável de menos de 4% em 2011 para 6,1% em 2020, e depois para 11,5% em 2030. Como parte desse esforço, o governo iniciou um programa, que incluiu a construção de oito novas plantas de uso pellets, prevendo importar grandes volumes do produto no futuro. A meta é consumir cinco milhões de toneladas da madeira em 2020, um aumento enorme da menos de algumas centenas de milhares de toneladas utilizadas em 2011.
A Coreia do Sul tem em seu mercado interno o uso de resíduos de madeira de serraria para essa indústria de biomassa, a qual poderia produzir pallets. O problema é que essa produção é insuficiente e não conseguiria suprir as demandas do próprio país.
O governo estima que até 2020, 75 a 80% dos pellets consumidos no país terão de ser importados. Algumas das maiores empresas de energia da Coreia do Sul já têm estudado explorar as oportunidades de importar o material da Austrália, Vietnã, Indonésia, Filipinas, Canadá e os EUA.
O Japão é outro país asiático que deve aumentar importação de chips de energia e aglomerados de madeira, em parte devido ao acidente nuclear da usina de Fukushima no ano passado. Após o desastre, o governo japonês decidiu fechar todas as usinas nucleares, pelo menos temporariamente. Mesmo que algumas plantas eventualmente possam reabrir, a energia nuclear nunca mais vai ser tão importante para a produção de energia como era antes.
No futuro, o Japão vai depender cada vez mais de fontes de energia renováveis, com a biomassa. Até este ano, o Japão importou apenas volumes limitadas de aglomerados de madeira, principalmente do Canadá, mas é provável que os volumes de importação de pellets e chips cresçam significativamente nos próximos anos.
Será que alguma empresa brasileira terá visão para investir nessa gigante demanda do mercado externo?
Os governos do Japão e da Coréia do Sul anunciaram planos para aumentar o uso de fontes alternativas de energia verde e de baixo carbono. Coreia do Sul está tomando medidas para reduzir sua dependência de combustíveis fósseis importado, trocando sua matriz para energias renováveis, incluindo a energia eólica, solar, hídrica e principalmente, biomassa.
Pellet é um combustível granulado, uma espécie de lenha, feito a partir de biomassa como cascas e podas de árvores, serragem, resíduos de madeireiras, etc. Os chips ou cavacos são comprimidos a altas pressões para formar o pellet, que possui alto poder calorífico.
O plano de longo prazo é aumentar a participação da energia renovável de menos de 4% em 2011 para 6,1% em 2020, e depois para 11,5% em 2030. Como parte desse esforço, o governo iniciou um programa, que incluiu a construção de oito novas plantas de uso pellets, prevendo importar grandes volumes do produto no futuro. A meta é consumir cinco milhões de toneladas da madeira em 2020, um aumento enorme da menos de algumas centenas de milhares de toneladas utilizadas em 2011.
A Coreia do Sul tem em seu mercado interno o uso de resíduos de madeira de serraria para essa indústria de biomassa, a qual poderia produzir pallets. O problema é que essa produção é insuficiente e não conseguiria suprir as demandas do próprio país.
O governo estima que até 2020, 75 a 80% dos pellets consumidos no país terão de ser importados. Algumas das maiores empresas de energia da Coreia do Sul já têm estudado explorar as oportunidades de importar o material da Austrália, Vietnã, Indonésia, Filipinas, Canadá e os EUA.
O Japão é outro país asiático que deve aumentar importação de chips de energia e aglomerados de madeira, em parte devido ao acidente nuclear da usina de Fukushima no ano passado. Após o desastre, o governo japonês decidiu fechar todas as usinas nucleares, pelo menos temporariamente. Mesmo que algumas plantas eventualmente possam reabrir, a energia nuclear nunca mais vai ser tão importante para a produção de energia como era antes.
No futuro, o Japão vai depender cada vez mais de fontes de energia renováveis, com a biomassa. Até este ano, o Japão importou apenas volumes limitadas de aglomerados de madeira, principalmente do Canadá, mas é provável que os volumes de importação de pellets e chips cresçam significativamente nos próximos anos.
Será que alguma empresa brasileira terá visão para investir nessa gigante demanda do mercado externo?
Fonte: Lairtes Chaves/Painel Florestal
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