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Notícias
01
out
2012
(MÓVEIS)
Bahia vai ganhar polo moveleiro
A informação é do vice presidente do Sindicato da Indústria do Mobiliário do Estado da Bahia, Fernando Fernandes, que revelou estar avaliando propostas de algumas prefeituras do interior, a exemplo de São Francisco do Conde e Lauro de Freitas sobre a viabilidade de instalação. “
Estamos solicitando apoio junto às prefeituras e a proposta que melhor se adequar aos interesses industriais será o local onde instalaremos o polo moveleiro. Há ainda outras cidades que se mostraram interessadas em abrigar o polo, contudo estão fora da Região Metropolitana. Buscamos além do terreno, infraestrutura como terraplanagem, ruas pavimentadas, eletrificação, saneamento básico, dentre outros pontos fundamentais para a instalação das fábricas bem como galpões”, declara.
Ele diz que já demonstraram interesse em participar do polo 15 indústrias. “Todas elas estão sediadas na Bahia, mas espacialmente dispersas. Com o polo tudo será centrado no mesmo espaço físico. A expectativa é de geração de 800 empregos inicialmente, mas a previsão é de se amplie em 25% o número de contratações nos próximos três anos pós implantação do polo”, explica. Fernandes diz que o investimento previsto no polo é de R$ 18 milhões.
“Buscamos a melhoria da competitividade das indústrias do setor moveleiro, minimizando problemas atrelados a logística e facilitando a interação entre as indústrias. Estaremos instalando transportadora e restaurante para as empresas. Diminuindo os custos, diminuiremos o valor final do produto e com isso atingiremos um mercado maior”, revela.
Criação de um Outlet Fernando Fernandes ainda revela a intenção de montar um outlet para comercialização de móveis produzidos pelo polo. “Não sabemos se será no mesmo espaço do polo, mas queremos manter um show room permanente para que as empresas tenham a oportunidade de divulgar seus produtos e os clientes um espaço para comprar móveis a preços de fábrica. É um processo em paralelo ao polo e buscaremos investidores para a criação do outlet”, adianta.
O vice presidente do sindicato disse que a área do outlet deve contemplar 3 mil metros quadrados e o polo 100 mil metros quadrados. “As empresas filiadas ao sindicato fabricam tanto móveis para escritório como residenciais e é claro que queremos acompanhar o aquecimento da construção civil”, avisa.
Estamos solicitando apoio junto às prefeituras e a proposta que melhor se adequar aos interesses industriais será o local onde instalaremos o polo moveleiro. Há ainda outras cidades que se mostraram interessadas em abrigar o polo, contudo estão fora da Região Metropolitana. Buscamos além do terreno, infraestrutura como terraplanagem, ruas pavimentadas, eletrificação, saneamento básico, dentre outros pontos fundamentais para a instalação das fábricas bem como galpões”, declara.
Ele diz que já demonstraram interesse em participar do polo 15 indústrias. “Todas elas estão sediadas na Bahia, mas espacialmente dispersas. Com o polo tudo será centrado no mesmo espaço físico. A expectativa é de geração de 800 empregos inicialmente, mas a previsão é de se amplie em 25% o número de contratações nos próximos três anos pós implantação do polo”, explica. Fernandes diz que o investimento previsto no polo é de R$ 18 milhões.
“Buscamos a melhoria da competitividade das indústrias do setor moveleiro, minimizando problemas atrelados a logística e facilitando a interação entre as indústrias. Estaremos instalando transportadora e restaurante para as empresas. Diminuindo os custos, diminuiremos o valor final do produto e com isso atingiremos um mercado maior”, revela.
Criação de um Outlet Fernando Fernandes ainda revela a intenção de montar um outlet para comercialização de móveis produzidos pelo polo. “Não sabemos se será no mesmo espaço do polo, mas queremos manter um show room permanente para que as empresas tenham a oportunidade de divulgar seus produtos e os clientes um espaço para comprar móveis a preços de fábrica. É um processo em paralelo ao polo e buscaremos investidores para a criação do outlet”, adianta.
O vice presidente do sindicato disse que a área do outlet deve contemplar 3 mil metros quadrados e o polo 100 mil metros quadrados. “As empresas filiadas ao sindicato fabricam tanto móveis para escritório como residenciais e é claro que queremos acompanhar o aquecimento da construção civil”, avisa.
Fonte: Tribuna da Bahia
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