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Notícias
26
set
2012
(BIOENERGIA)
Chips de Eucalipto brasileiros são aceitos, mas não são competitivos
Segundo o relatório da Wood Resources International (WRI), apesar do Brasil investir na exportação de chips de Eucalipto para a China, o principal destino da matéria-prima ainda é o Japão.
No final de 2011, Brasil e Chile enviaram as primeiras cargas de chips de celulose para a China. No passado, o Japão tem sido o maior importador de chips de Eucalipto da América Latina.
Com os japoneses pagando consideravelmente mais que os chineses pela matéria-prima, é provável que o primeiro continue sendo o principal destino para os chips de Eucalipto latino-americanos.
Em 2007, a China importou chips de madeira de apenas três países: Vietnã, Indonésia e Austrália, que juntos, enviaram 1,1 milhão de toneladas ao longo do ano. Com a rápida expansão da indústria de celulose na China, cresce também a necessidade do país por fibras de madeira. O abastecimento interno nesse processo de expansão provou ser insuficiente, fazendo com que a lista de países fornecedores expandisse de 3 para 8 nos últimos 12 meses.
O total de volume exportado de Chile e Brasil em 2011 foi de 100 mil toneladas, e durante o primeiro sete meses deste ano, 76 mil toneladas foram enviadas, a maioria do Chile.
Os chips latino-americanos ainda representam apenas 3% de toda a madeira (desse tipo) importada para a China no 2º quadrimestre de 2012, eestavam entre os chips mais caros desembarcados no país, segundo o relatório da WRI.
Segundo a entidade, apesar das fábricas chinesas de celulose busquem matéria-prima adicional para os próximos anos, “não é provável que Chile ou Brasil sejam concorrentes dos países mais próximos da China, incluindo Vietnã, Tailândia, Indonésia e Austrália".
No final de 2011, Brasil e Chile enviaram as primeiras cargas de chips de celulose para a China. No passado, o Japão tem sido o maior importador de chips de Eucalipto da América Latina.
Com os japoneses pagando consideravelmente mais que os chineses pela matéria-prima, é provável que o primeiro continue sendo o principal destino para os chips de Eucalipto latino-americanos.
Em 2007, a China importou chips de madeira de apenas três países: Vietnã, Indonésia e Austrália, que juntos, enviaram 1,1 milhão de toneladas ao longo do ano. Com a rápida expansão da indústria de celulose na China, cresce também a necessidade do país por fibras de madeira. O abastecimento interno nesse processo de expansão provou ser insuficiente, fazendo com que a lista de países fornecedores expandisse de 3 para 8 nos últimos 12 meses.
O total de volume exportado de Chile e Brasil em 2011 foi de 100 mil toneladas, e durante o primeiro sete meses deste ano, 76 mil toneladas foram enviadas, a maioria do Chile.
Os chips latino-americanos ainda representam apenas 3% de toda a madeira (desse tipo) importada para a China no 2º quadrimestre de 2012, eestavam entre os chips mais caros desembarcados no país, segundo o relatório da WRI.
Segundo a entidade, apesar das fábricas chinesas de celulose busquem matéria-prima adicional para os próximos anos, “não é provável que Chile ou Brasil sejam concorrentes dos países mais próximos da China, incluindo Vietnã, Tailândia, Indonésia e Austrália".
Fonte: Lairtes Chaves/Painel Florestal
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