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Notícias
24
set
2012
(SILVICULTURA)
Silvicultura traz benefícios ambientais e econômicos para Mato Grosso do Sul
Há 10 anos, a área plantada em floresta era de 90 mil hectares em Mato Grosso do Sul. Em 2012, o plantio deve alcançar 500 mil hectares. Somente com eucaliptos, o Estado ocupa o 4º lugar em plantio no Brasil. A meta até 2020 é chegar a 1 milhão de hectares e com isso o Estado deve alcançar o segundo lugar no país em área plantada com silvicultura. Na data em que se comemora o Dia da Árvore (21 de setembro), o Estado pode comemorar tendo a silvicultura despontando como uma atividade que traz benefícios ambientais e econômicos.
“O produtor rural tem consciência ambiental e entende que o lucro de seu negócio está atrelado à sustentabilidade. O dinheiro dá sim em árvore e para crescer não precisa desmatar”, analisa o presidente da Comissão de Silvicultura e Agrosilvicultura da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ademar Silva Junior. Para o consultor técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado (SENAR/MS), Clovis Tolentino, Mato Grosso do Sul é exemplo servindo de modelo de preservação e aumento de área plantada, principalmente em seringueiras. “A helveicultura desponta como uma nova frente econômica e ainda agrega na conservação e ampliação da área verde”, complementa Clóvis. O Estado deve chegar, até o final de 2012, com 17,5 mil hectares em seringueiras, com aumento de 5,5 mil hectares somente nesse ano.
De acordo com a Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul - FAMASUL, a silvicultura tem trazido rendimentos econômicos para o Estado. Somente no primeiro semestre de 2012, os produtos florestais geraram um volume de 5 milhões de toneladas, com rendimento de US$ 251 milhões, um aumento de 9% sobre os US$ 230 milhões comercializados no mesmo período de 2011. Os principais compradores do produto sul-mato-grossense são os Países Baixos e a Itália.
As florestas são alternativas ainda para melhorar a pecuária. “A integração floresta-pecuária tem crescido justamente pelos benefícios econômicos, ambientais e sociais. As árvores são atenuantes de extremos climáticos, apresentando uma redução de oito graus nas horas mais quentes do dia e um aumento de até seis graus no dias mais frios do ano, mantendo o conforto térmico animal, evitando o desgaste energético com aquecimento e refrigeração corporal e melhorando, com isso a qualidade da carne”, defende o biólogo e pesquisador da Fundação MS, Alex Melotto.
“O produtor rural tem consciência ambiental e entende que o lucro de seu negócio está atrelado à sustentabilidade. O dinheiro dá sim em árvore e para crescer não precisa desmatar”, analisa o presidente da Comissão de Silvicultura e Agrosilvicultura da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ademar Silva Junior. Para o consultor técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado (SENAR/MS), Clovis Tolentino, Mato Grosso do Sul é exemplo servindo de modelo de preservação e aumento de área plantada, principalmente em seringueiras. “A helveicultura desponta como uma nova frente econômica e ainda agrega na conservação e ampliação da área verde”, complementa Clóvis. O Estado deve chegar, até o final de 2012, com 17,5 mil hectares em seringueiras, com aumento de 5,5 mil hectares somente nesse ano.
De acordo com a Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul - FAMASUL, a silvicultura tem trazido rendimentos econômicos para o Estado. Somente no primeiro semestre de 2012, os produtos florestais geraram um volume de 5 milhões de toneladas, com rendimento de US$ 251 milhões, um aumento de 9% sobre os US$ 230 milhões comercializados no mesmo período de 2011. Os principais compradores do produto sul-mato-grossense são os Países Baixos e a Itália.
As florestas são alternativas ainda para melhorar a pecuária. “A integração floresta-pecuária tem crescido justamente pelos benefícios econômicos, ambientais e sociais. As árvores são atenuantes de extremos climáticos, apresentando uma redução de oito graus nas horas mais quentes do dia e um aumento de até seis graus no dias mais frios do ano, mantendo o conforto térmico animal, evitando o desgaste energético com aquecimento e refrigeração corporal e melhorando, com isso a qualidade da carne”, defende o biólogo e pesquisador da Fundação MS, Alex Melotto.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema FAMASUL/SENAR-MS
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