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Notícias
17
set
2012
(SETOR FLORESTAL)
Brasil precisará de quase dois milhões de hectares de floresta plantada para atender siderurgia
Um desafio enorme para o país e uma oportunidade para o setor de floresta plantada. Essa foi a mensagem deixada pelo engenheiro e assessor técnico do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), João Pignataro Pereira, na apresentação feita durante o 4º Congresso Florestal Paranaense.
O representante do governo federal mostrou aos participantes do evento o atual cenário da siderurgia brasileira, que tem como base a madeira para produção do ferro-gusa para a fabricação do aço.
Segundo Pereira, o país será cumprir o compromisso assumido na COP-15, com as Nações Unidas, para reduzir de 8 a 10 milhões de toneladas de CO2 na siderurgia até 2020. “A forma mais viável e efetiva para atingir essa meta é por meio do uso da madeira de floresta plantada para a produção do ferro-gusa”, revela.
Mas para alcançar esse compromisso, o engenheiro afirma que o desafio será ampliar a área plantada de florestas com esse fim energético.
“O objetivo do Fórum de Siderurgia do MDIC é substituir, gradualmente, o carvão vegetal de mata nativa pelo de floresta plantada até 2020, exceto pela parcela de extração de áreas nativas permitida pela legislação”, explica.
Pelos primeiros levantamentos feitos por esse Fórum, seria necessária plantar mais 2 milhões de hectares para atender a demanda da produção de aço nacional. “No entanto, já estamos revendo esse valor, por conta da crise internacional, mas mesmo assim esse valor pode chegar a um milhão ou um milhão e meio de hectares”.
Dados da ABRAF (Associação Brasileira de Produtores de Floresta Plantada), amostram que atualmente a área plantada no Brasil é de 6,5 milhões de hectares. De acordo com o técnico, a equipe do MDIC trabalha em conjunto com a Subsecretaria de Desenvolvimento Sustentável da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), responsável pela construção de uma política nacional para o setor de florestas plantadas.
O Congresso é uma promoção da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (APEF), Embrapa Florestas e cursos de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Unicentro (Irati) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).O evento conta com patrocínio das empresas Arauco, Berneck, Remasa, Klabin, Pesa, Itaipu Binacional, Pöyry Silviconsult e Valor Florestal, além do Conselho Regional de Engenharia (CREA-PR), Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), CNPQ, BRDE, Copel, Fundação Araucária e Sindimadeira.
O representante do governo federal mostrou aos participantes do evento o atual cenário da siderurgia brasileira, que tem como base a madeira para produção do ferro-gusa para a fabricação do aço.
Segundo Pereira, o país será cumprir o compromisso assumido na COP-15, com as Nações Unidas, para reduzir de 8 a 10 milhões de toneladas de CO2 na siderurgia até 2020. “A forma mais viável e efetiva para atingir essa meta é por meio do uso da madeira de floresta plantada para a produção do ferro-gusa”, revela.
Mas para alcançar esse compromisso, o engenheiro afirma que o desafio será ampliar a área plantada de florestas com esse fim energético.
“O objetivo do Fórum de Siderurgia do MDIC é substituir, gradualmente, o carvão vegetal de mata nativa pelo de floresta plantada até 2020, exceto pela parcela de extração de áreas nativas permitida pela legislação”, explica.
Pelos primeiros levantamentos feitos por esse Fórum, seria necessária plantar mais 2 milhões de hectares para atender a demanda da produção de aço nacional. “No entanto, já estamos revendo esse valor, por conta da crise internacional, mas mesmo assim esse valor pode chegar a um milhão ou um milhão e meio de hectares”.
Dados da ABRAF (Associação Brasileira de Produtores de Floresta Plantada), amostram que atualmente a área plantada no Brasil é de 6,5 milhões de hectares. De acordo com o técnico, a equipe do MDIC trabalha em conjunto com a Subsecretaria de Desenvolvimento Sustentável da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), responsável pela construção de uma política nacional para o setor de florestas plantadas.
O Congresso é uma promoção da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (APEF), Embrapa Florestas e cursos de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Unicentro (Irati) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).O evento conta com patrocínio das empresas Arauco, Berneck, Remasa, Klabin, Pesa, Itaipu Binacional, Pöyry Silviconsult e Valor Florestal, além do Conselho Regional de Engenharia (CREA-PR), Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), CNPQ, BRDE, Copel, Fundação Araucária e Sindimadeira.
Fonte: Painel Florestal com informações Assessoria
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