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Notícias
13
set
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Mercado de celulose registra incremento de 30%
O segmento de celulose tem investido fortemente na renovação de seu parque fabril e em projetos de eficiência energética. De grande importância para o setor, o tema estará na pauta de discussões do ABTCP 2012 - 45º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, maior evento do setor de celulose e papel da América Latina, que será realizado pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP) entre os dias 9 e 11 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
“Com a renovação do parque industrial, a inauguração de novas plantas de celulose de mercado de última geração tecnológica e a adoção de políticas mais sustentáveis, o segmento apresentou um incremento da ordem de 30% em eficiência energética nos últimos dez anos, ganhando competitividade com economia de recursos, e amenizando assim a pressão sobre o aumento da demanda de energia, apesar de seu crescimento acelerado”, disse Celso Foelkel, diretor de relações internacionais da ABTCP e presidente do congresso ABTCP 2012.
De acordo com estudo do Grupo Pöyry, multinacional finlandesa de consultoria e serviços de engenharia, o setor de celulose e papel pode gerar mais que o dobro da energia que consome. Considerando uma fábrica com capacidade para produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose branqueada por ano, é possível gerar até 270 MW de energia. Desse total, estima-se que menos da metade, 108 MW, são utilizados pela própria indústria.
- Para viabilizar a adoção de práticas que fomentem uma melhor eficiência energética nos processos produtivos desta indústria é preciso baratear o custo de produção da energia e criar incentivos para fortalecer a prática da eficiência, como a venda do excedente energético gerado pela atividade do setor, hoje com restrições para valores acima de 30 MW por unidade industrial.
Com esses incentivos em prática, o setor pode alcançar uma receita adicional de quase US$ 1 bilhão ao ano, revendendo à rede de transmissão o adicional gerado pelas empresas de celulose e papel, ou seja, um incremento da ordem de 19%. Atualmente, quase 85% da matriz energética da indústria de celulose e papel provém do uso de licor negro e de biomassa.
“Com a renovação do parque industrial, a inauguração de novas plantas de celulose de mercado de última geração tecnológica e a adoção de políticas mais sustentáveis, o segmento apresentou um incremento da ordem de 30% em eficiência energética nos últimos dez anos, ganhando competitividade com economia de recursos, e amenizando assim a pressão sobre o aumento da demanda de energia, apesar de seu crescimento acelerado”, disse Celso Foelkel, diretor de relações internacionais da ABTCP e presidente do congresso ABTCP 2012.
De acordo com estudo do Grupo Pöyry, multinacional finlandesa de consultoria e serviços de engenharia, o setor de celulose e papel pode gerar mais que o dobro da energia que consome. Considerando uma fábrica com capacidade para produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose branqueada por ano, é possível gerar até 270 MW de energia. Desse total, estima-se que menos da metade, 108 MW, são utilizados pela própria indústria.
- Para viabilizar a adoção de práticas que fomentem uma melhor eficiência energética nos processos produtivos desta indústria é preciso baratear o custo de produção da energia e criar incentivos para fortalecer a prática da eficiência, como a venda do excedente energético gerado pela atividade do setor, hoje com restrições para valores acima de 30 MW por unidade industrial.
Com esses incentivos em prática, o setor pode alcançar uma receita adicional de quase US$ 1 bilhão ao ano, revendendo à rede de transmissão o adicional gerado pelas empresas de celulose e papel, ou seja, um incremento da ordem de 19%. Atualmente, quase 85% da matriz energética da indústria de celulose e papel provém do uso de licor negro e de biomassa.
Fonte: Monitor Mercantil
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