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Notícias
12
set
2012
(CARBONO)
Especialistas alertam para risco de fracasso do mercado de carbono
Um painel da Organização das Nações Unidas (ONU) recomendou nesta terça-feira elevar os objetivos de redução de emissões de gases do efeito estufa. O objetivo seria evitar o fracasso do mercado global de carbono, que permite financiar tecnologia verde para os países em desenvolvimento.
Em um relatório publicado em Bangcoc, o grupo de especialistas advertiu que a queda do preço dos créditos de carbono põe “em perigo” os mecanismos de desenvolvimento limpo, através dos quais os países industrializados financiam projetos contra o aquecimento global em países em desenvolvimento.
Este sistema concede aos países em desenvolvimento créditos comercializáveis pela redução de cada tonelada de CO2, que depois os países industrializados podem comprar para cumprir seus compromissos com o protocolo de Kyoto. Os especialistas atribuem a diminuição do preço dos créditos à queda da demanda e à incerteza sobre a demanda futura, diante do temor de que vários países industrializados não assinem a extensão do Protocolo de Kyoto, que expira no final do ano.
Entre outras 50 recomendações, o painel propôs que os países aumentem seus objetivos de redução de emissões perante a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e adaptem as correspondentes medidas para dar garantias aos investidores, incentivando a demanda.
“Os países devem, com toda a prioridade, restabelecer sua confiança nos mercados globais de carbono em geral e nos mecanismos de desenvolvimento limpo em particular”, disse o presidente do painel, Valli Moosa em comunicado. Moosa acrescentou que os mecanismos de desenvolvimento limpo “ajudaram a combater a mudança climática mobilizando o setor privado através dos mercados”.
Segundo os especialistas, através deste sistema os países industrializados financiaram 4,5 mil projetos de redução de emissões e fixação de carbono em 79 países em desenvolvimento, que permitiram reduzir as emissões de gases estufa em mil toneladas durante a última década.
Em um relatório publicado em Bangcoc, o grupo de especialistas advertiu que a queda do preço dos créditos de carbono põe “em perigo” os mecanismos de desenvolvimento limpo, através dos quais os países industrializados financiam projetos contra o aquecimento global em países em desenvolvimento.
Este sistema concede aos países em desenvolvimento créditos comercializáveis pela redução de cada tonelada de CO2, que depois os países industrializados podem comprar para cumprir seus compromissos com o protocolo de Kyoto. Os especialistas atribuem a diminuição do preço dos créditos à queda da demanda e à incerteza sobre a demanda futura, diante do temor de que vários países industrializados não assinem a extensão do Protocolo de Kyoto, que expira no final do ano.
Entre outras 50 recomendações, o painel propôs que os países aumentem seus objetivos de redução de emissões perante a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e adaptem as correspondentes medidas para dar garantias aos investidores, incentivando a demanda.
“Os países devem, com toda a prioridade, restabelecer sua confiança nos mercados globais de carbono em geral e nos mecanismos de desenvolvimento limpo em particular”, disse o presidente do painel, Valli Moosa em comunicado. Moosa acrescentou que os mecanismos de desenvolvimento limpo “ajudaram a combater a mudança climática mobilizando o setor privado através dos mercados”.
Segundo os especialistas, através deste sistema os países industrializados financiaram 4,5 mil projetos de redução de emissões e fixação de carbono em 79 países em desenvolvimento, que permitiram reduzir as emissões de gases estufa em mil toneladas durante a última década.
Fonte: Portal Terra
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