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Notícias
07
set
2012
(CARBONO)
Conexão entre mercados de carbono deve levar à economia de bilhões para empresas australianas
Como o sistema de cap-and-trade que entrará em operação na Austrália em 2015 foi elaborado de forma diversa ao esquema já em vigor na União Europeia, várias medidas terão que ser tomadas para sua harmonização. A primeira delas é a eliminação do piso de A$ 15 (€12,21) sobre a tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2e), anunciada pelo ministro de Mudanças Climáticas, Greg Combet, na semana passada.
O plano é que as empresas sujeitas às cotas de emissão sob o esquema australiano poderão cumpri-las através da compra de permissões de emissão da União Europeia e compensações internacionais, como as Reduções certificadas de Emissão (RCEs), a partir de 2015. O oposto, as companhias europeias comprando as permissões australianas, terá início em 2018.
Como as perspectivas para o aumento do valor das EUAs e créditos de compensação não são muito otimistas, ficando em uma média de A$11,50 (€9,3) na segunda metade da década, de acordo com a consultoria, a diferença que os emissores australianos deixarão de gastar para custear as emissões de CO2 com a retirada do piso é potencialmente de 16%.
A RepuTex estima que as EUAs devam custar em torno de A$ 17 (€13,8), e as RCEs, de A$ 7 (€5,7) entre 2016-2020. Os compradores australianos devem usar créditos internacionais para suprir 22% da sua necessidade.
A pesquisa da empresa indica que o setor de energia será o maior beneficiado com a conexão, deixando de gastar até A$ 1,5 bilhões (€1,22 bi) ao longo dos cinco anos.
A União Europeia ainda precisa decidir como lidará com o excesso de permissões que deprimiu os preços do carbono em seu cap-and-trade, portanto, quanto maior e mais permanente for a retirada de permissões do mercado, mais significativo será o impacto da nova demanda australiana no esquema europeu, concluem os analistas.
O plano é que as empresas sujeitas às cotas de emissão sob o esquema australiano poderão cumpri-las através da compra de permissões de emissão da União Europeia e compensações internacionais, como as Reduções certificadas de Emissão (RCEs), a partir de 2015. O oposto, as companhias europeias comprando as permissões australianas, terá início em 2018.
Como as perspectivas para o aumento do valor das EUAs e créditos de compensação não são muito otimistas, ficando em uma média de A$11,50 (€9,3) na segunda metade da década, de acordo com a consultoria, a diferença que os emissores australianos deixarão de gastar para custear as emissões de CO2 com a retirada do piso é potencialmente de 16%.
A RepuTex estima que as EUAs devam custar em torno de A$ 17 (€13,8), e as RCEs, de A$ 7 (€5,7) entre 2016-2020. Os compradores australianos devem usar créditos internacionais para suprir 22% da sua necessidade.
A pesquisa da empresa indica que o setor de energia será o maior beneficiado com a conexão, deixando de gastar até A$ 1,5 bilhões (€1,22 bi) ao longo dos cinco anos.
A União Europeia ainda precisa decidir como lidará com o excesso de permissões que deprimiu os preços do carbono em seu cap-and-trade, portanto, quanto maior e mais permanente for a retirada de permissões do mercado, mais significativo será o impacto da nova demanda australiana no esquema europeu, concluem os analistas.
Fonte: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/mercado_de_carbono1/noticia=731719
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