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Notícias
03
set
2012
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Abimaq registra nova queda no quadro de pessoal
Segundo dados informados pela Abimaq - Indústria brasileira de máquinas e equipamentos, o quadro de pessoal registrou a sua 6ª queda consecutiva e encerrou o período com 254.361 pessoas empregadas, o equivalente ao fechamento de quase 10.000 postos de trabalho quando comparados ao mês de outubro de 2011, mês no qual se registrou o maior número de pessoas empregadas pelo setor.
O NUCI do período de jan-jul12 foi 6,3% inferior ao do mesmo período de 2011, ao passar de 81,7% para 76,5%. Já o número de semanas necessárias para atendimento da carteira de pedidos de máquinas e equipamentos caiu de 17,6 (2011) para 15,7 semanas (2012), queda de 11% puxada, principalmente, pela redução dos pedidos de bens não seriados.
Ainda segundo a entidade, no mês de julho de 2012, quando comparado com o mês de junho do mesmo ano, variação negativa no faturamento bruto real (descontada a inflação IPA – Máquinas e equipamentos - queda de 14,6%, sendo 20,4% de queda no mercado interno), no quadro de pessoal (0,9%) e no NUCI - Nível de Utilização da Capacidade Instalada ao passar de 76,6% para 76,0%.
O mercado interno consumiu 11,8% menos máquinas e equipamentos ao passar de R$ 10,3 bilhões em junho de 2012 para R$ 9,1 bilhões em julho de 2012. Desta redução (R$ 1,2 bilhão), a maior parte foi relacionada perda de market share do fabricante nacional que caiu de 53% para 48% em julho de 2012.
Na análise do resultado do mês de julho de 2012 sobre o mesmo mês de 2011 observou-se queda nas vendas para o mercado interno (-20,1%), no NUCI (-7,3%), na carteira de pedidos (-6,3%), no consumo aparente (-5%) e no emprego (-3,2%).
No período jan-jul de 2012, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou desempenho positivo nas vendas fora do país (+12,1% s/ jan-jul11), mas no mercado interno registrou-se queda de 7,6%. Apesar dessa redução das vendas de equipamentos nacionais no mercado interno, observou-se um aumento de 5,3% no consumo de máquinas e equipamentos, o que significa dizer que a taxa de crescimento dos investimentos internos deveu-se principalmente à substituição de bens nacionais por importados, já que o crescimento das importações no mesmo período foi da ordem de 6,1%.
A perda de market share foi de quase 7 pontos percentuais, ao passar de 56,8% em 2011 para 49,9% em 2012.
O NUCI do período de jan-jul12 foi 6,3% inferior ao do mesmo período de 2011, ao passar de 81,7% para 76,5%. Já o número de semanas necessárias para atendimento da carteira de pedidos de máquinas e equipamentos caiu de 17,6 (2011) para 15,7 semanas (2012), queda de 11% puxada, principalmente, pela redução dos pedidos de bens não seriados.
Ainda segundo a entidade, no mês de julho de 2012, quando comparado com o mês de junho do mesmo ano, variação negativa no faturamento bruto real (descontada a inflação IPA – Máquinas e equipamentos - queda de 14,6%, sendo 20,4% de queda no mercado interno), no quadro de pessoal (0,9%) e no NUCI - Nível de Utilização da Capacidade Instalada ao passar de 76,6% para 76,0%.
O mercado interno consumiu 11,8% menos máquinas e equipamentos ao passar de R$ 10,3 bilhões em junho de 2012 para R$ 9,1 bilhões em julho de 2012. Desta redução (R$ 1,2 bilhão), a maior parte foi relacionada perda de market share do fabricante nacional que caiu de 53% para 48% em julho de 2012.
Na análise do resultado do mês de julho de 2012 sobre o mesmo mês de 2011 observou-se queda nas vendas para o mercado interno (-20,1%), no NUCI (-7,3%), na carteira de pedidos (-6,3%), no consumo aparente (-5%) e no emprego (-3,2%).
No período jan-jul de 2012, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou desempenho positivo nas vendas fora do país (+12,1% s/ jan-jul11), mas no mercado interno registrou-se queda de 7,6%. Apesar dessa redução das vendas de equipamentos nacionais no mercado interno, observou-se um aumento de 5,3% no consumo de máquinas e equipamentos, o que significa dizer que a taxa de crescimento dos investimentos internos deveu-se principalmente à substituição de bens nacionais por importados, já que o crescimento das importações no mesmo período foi da ordem de 6,1%.
A perda de market share foi de quase 7 pontos percentuais, ao passar de 56,8% em 2011 para 49,9% em 2012.
Fonte: ABIMAQ/Adaptado por CeluloseOnline
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