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Notícias
03
set
2012
(ECONOMIA)
Plantio de seringueira cresce e estimula economia no ES
O cultivo de seringueiras tem se mostrado uma alternativa econômica viável para os produtores rurais. Além de rentável e ambientalmente sustentável, a atividade da extração da borracha natural possui um mercado de consumo promissor. Atualmente, a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), em conjunto com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), tem atuado para incentivar a expansão dessa cultura nos diversos municípios capixabas, por meio do Programa de Expansão da Heveicultura Capixaba (Probores).
O Probores visa aumentar o número atual de 15 mil hectares de seringueiras plantadas para 75 mil hectares em 2025, meta estabelecida no Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (Pedeag). Essa medida irá gerar mais de 20 mil empregos diretos no Espírito Santo. De acordo com o pesquisador do Incaper, César Teixeira Pereira, a seringueira é uma atividade agrícola que combina geração de renda para o produtor rural com preservação ambiental.
“O plantio de seringueiras proporciona renda ao produtor o ano inteiro, pois é uma cultura perene e de alta produtividade de látex. É interessante para o pequeno produtor porque não demanda muita mão de obra. Além disso, há garantia de venda do produto, pois é um mercado em expansão”, explica César. Ao final do ciclo de vida da árvore, ela também pode ser usada como madeira nobre para a produção de móveis.
O pesquisador explica também que os benefícios ambientais são grandes. “A cobertura vegetal proporcionada pela seringueira protege o solo, evita a erosão e preserva as nascentes de água. É uma das árvores que mais sequestra CO2, sendo meia tonelada por planta quando ela está com 15 anos”, disse César. Ele lembra que a borracha natural extraída das seringueiras possui maior refinamento para confecção de produtos que a borracha sintética, feita a partir do petróleo, recurso natural finito no meio ambiente.
Para expandir essa cultura nos municípios capixabas, em 2009 o Incaper realizou a distribuição de 375 mil mudas de seringueiras a produtores rurais. No ano seguinte, foram distribuídas 300 mil mudas e, em 2011, 250 mil mudas. De acordo com o extensionista do Escritório Local de Desenvolvimento Rural (ELDR) de Vila Velha, Itamar Alvino de Souza, a procura pelas mudas tem ampliado consideravelmente.
O Probores visa aumentar o número atual de 15 mil hectares de seringueiras plantadas para 75 mil hectares em 2025, meta estabelecida no Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (Pedeag). Essa medida irá gerar mais de 20 mil empregos diretos no Espírito Santo. De acordo com o pesquisador do Incaper, César Teixeira Pereira, a seringueira é uma atividade agrícola que combina geração de renda para o produtor rural com preservação ambiental.
“O plantio de seringueiras proporciona renda ao produtor o ano inteiro, pois é uma cultura perene e de alta produtividade de látex. É interessante para o pequeno produtor porque não demanda muita mão de obra. Além disso, há garantia de venda do produto, pois é um mercado em expansão”, explica César. Ao final do ciclo de vida da árvore, ela também pode ser usada como madeira nobre para a produção de móveis.
O pesquisador explica também que os benefícios ambientais são grandes. “A cobertura vegetal proporcionada pela seringueira protege o solo, evita a erosão e preserva as nascentes de água. É uma das árvores que mais sequestra CO2, sendo meia tonelada por planta quando ela está com 15 anos”, disse César. Ele lembra que a borracha natural extraída das seringueiras possui maior refinamento para confecção de produtos que a borracha sintética, feita a partir do petróleo, recurso natural finito no meio ambiente.
Para expandir essa cultura nos municípios capixabas, em 2009 o Incaper realizou a distribuição de 375 mil mudas de seringueiras a produtores rurais. No ano seguinte, foram distribuídas 300 mil mudas e, em 2011, 250 mil mudas. De acordo com o extensionista do Escritório Local de Desenvolvimento Rural (ELDR) de Vila Velha, Itamar Alvino de Souza, a procura pelas mudas tem ampliado consideravelmente.
Fonte: CIFlorestas
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