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Notícias
29
ago
2012
(MÓVEIS)
Fabricantes de móveis, eletrodomésticos e materiais de construção pedem a Mantega prorrogação de IPI reduzido
Representantes de setores da indústria contemplados com diminuições de impostos pediram à equipe econômica do governo, a extensão dos benefícios fiscais. Eles se reuniram com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para relatar os efeitos das desonerações sobre a produção e as vendas.
Além de pedirem a extensão do prazo dos impostos reduzidos, os empresários também solicitaram a inclusão de itens na lista de produtos beneficiados. De acordo com os empresários, no entanto, o ministro prometeu analisar os dados sobre crescimento das vendas, mas não se comprometeu a acatar nenhuma reivindicação.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, pediu a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção por mais um ano. “Já estamos no terceiro ano de desoneração. A ampliação em mais um ano seria importante para manter o desempenho das vendas de materiais de construção”, declarou.
Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Conz pediu a inclusão de mais 50 produtos entre os materiais de construção com imposto reduzido. Atualmente, 46 itens do setor são beneficiados com a desoneração.
O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, entidade que representa os fabricantes de produtos da linha branca, também reivindicou a prorrogação do benefício até o fim do ano. “Nós pedimos que o ministro pelo menos conceda a prorrogação que pode dar”, declarou. O IPI reduzido para máquinas de lavar, fogões, geladeiras e tanquinhos acaba na próxima sexta-feira (31).
Kiçula pediu ainda a diminuição permanente para alguns produtos da linha branca para padronizar as alíquotas. “Para as lavadoras automáticas, que pagam 20% de IPI, pedimos 10%. Para as lavadoras semiautomáticas, que pagam 10%, pedimos alíquota de 0 a 4%”, alegou. Ele disse ainda que a indústria repassou totalmente a queda de imposto para os lojistas durante a vigência da desoneração.
Contemplado com IPI reduzido até 30 de setembro, o setor de móveis também solicitou a extensão das alíquotas reduzidas até o fim do ano. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria Moveleira (Abimóvel), José Luiz Fernandez, a prorrogação ajudará a aquecer as vendas no fim de ano. “Se o pedido for atendido, todos os móveis que chegarão às lojas até o fim do ano terão desconto de pelo menos 5% no preço”, destacou.
Edição: Aécio Amado
Além de pedirem a extensão do prazo dos impostos reduzidos, os empresários também solicitaram a inclusão de itens na lista de produtos beneficiados. De acordo com os empresários, no entanto, o ministro prometeu analisar os dados sobre crescimento das vendas, mas não se comprometeu a acatar nenhuma reivindicação.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, pediu a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção por mais um ano. “Já estamos no terceiro ano de desoneração. A ampliação em mais um ano seria importante para manter o desempenho das vendas de materiais de construção”, declarou.
Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Conz pediu a inclusão de mais 50 produtos entre os materiais de construção com imposto reduzido. Atualmente, 46 itens do setor são beneficiados com a desoneração.
O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, entidade que representa os fabricantes de produtos da linha branca, também reivindicou a prorrogação do benefício até o fim do ano. “Nós pedimos que o ministro pelo menos conceda a prorrogação que pode dar”, declarou. O IPI reduzido para máquinas de lavar, fogões, geladeiras e tanquinhos acaba na próxima sexta-feira (31).
Kiçula pediu ainda a diminuição permanente para alguns produtos da linha branca para padronizar as alíquotas. “Para as lavadoras automáticas, que pagam 20% de IPI, pedimos 10%. Para as lavadoras semiautomáticas, que pagam 10%, pedimos alíquota de 0 a 4%”, alegou. Ele disse ainda que a indústria repassou totalmente a queda de imposto para os lojistas durante a vigência da desoneração.
Contemplado com IPI reduzido até 30 de setembro, o setor de móveis também solicitou a extensão das alíquotas reduzidas até o fim do ano. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria Moveleira (Abimóvel), José Luiz Fernandez, a prorrogação ajudará a aquecer as vendas no fim de ano. “Se o pedido for atendido, todos os móveis que chegarão às lojas até o fim do ano terão desconto de pelo menos 5% no preço”, destacou.
Edição: Aécio Amado
Fonte: Agência Brasil
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